* UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO, fundada em janeiro de 2010, pelos Grupos ARTFORUM Brasil XXI

*** Século XXI. A Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO foi organizada em 2009.São seus Fundadores: As famílias: D.G.F.C., M. F. F. R., A.M.F.G., J.L.C.F. J.L.C.F. Os fundadores são patronos dos Grupo ARTFORUM Brasil XXI que foi organizado em 2001- XXI. Setores UNIFUTURIO: Conselho Universitário, Diretores de áreas acadêmicas, departamento e Grupos de pesquisa, comunicação, edição, divulgação de suas e matérias, artigos institucionais, academias, revistas, sites, blogs e matérias de convidados, como professores, doutores, jornalistas, e homenagens especiais. *** Enunciados da Carta Magna da UNIFUTURO: Os fundadores, patronos, a presidência, diretores, consultores e diretores do presidência do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, do seu Projeto especial, Universidade Planetária do Futuro prestam tributo à Humanidade, à Paz Mundial, ao Brasil de 5 séculos; Aos povos da África e do mundo; A todas as etnias que formam o povo brasileiro; Às montanhas e aos picos da Terra; A todas as florestas; águas, oceanos, mares, rios, riachos e fuos de água dos cinco continentes; À Amazônia sua biodiversidade e à biodiversidade brasileira e do planeta. Brasil, março de 2009, Séc. XXI. Boas vindas! Bienvenidos! Welcome#
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

FAPESP apresenta à comunidade científica internacional questões fundamentais para a RIO+20


A Universidade Planetária do Futuro - Ano III e os Grupos ARTFORUM Brasil XXI divulgam notícias e informações sobre a RIO+20, que foi aberta, oficialmente, na data de ontem, 13 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro.

Riocentro será, durante a Rio+20, território das
Nações Unidas. No local estão sendo realizadas sessões plenárias e negociações oficiais da Conferência. Serão realizados os “Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável”, e uma série de debates em que a sociedade civil discute temas importantes da agenda internacional para o desenvolvimento sustentável. Estão acontecendo diversos eventos paralelos, organizados pela sociedade civil, que estará presente durante o período de negociações oficiais.


Divulgamos importante artigo:

FAPESP apresenta à comunidade científica internacional questões fundamentais para a RIO+20

14/06/2012

Por Fábio de Castro, do Rio de Janeiro

Agência FAPESP – Três grandes iniciativas da FAPESP, que  estabeleceram uma nova abordagem em termos de organização científica,  foram apresentadas à comunidade científica internacional no “Forum on  Science, Technology and Innovation for Sustainable Development”,  realizado esta semana no Rio de Janeiro: o Programa FAPESP de Pesquisa  sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), o BIOTA-FAPESP e o Programa  FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).

O fórum, organizado pelo Conselho Internacional para a Ciência (ICSU,  na sigla em inglês), tem o objetivo de debater uma nova agenda  científica internacional para o período que se seguirá à Conferência das  Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), após seu  encerramento no dia 22 de junho.

De acordo com Glaucia Mendes Souza, coordenadora do BIOEN, os temas  ligados ao clima, energia e biodiversidade envolvem questões-chave para a  construção de uma sociedade sustentável. Por isso, os cientistas  envolvidos com os três programas realizaram em março, em São Paulo, um  workshop preparativo para a conferência com o tema “Science and Policy  for a Greener Economy in the context of RIO+20”.

“Entre as principais conclusões do workshop, identificamos uma grande  necessidade de promover a participação da comunidade científica no  debate sobre as políticas socioambientais globais. A RIO+20 é uma  oportunidade privilegiada para isso”, disse Souza.

O workshop definiu também a importância de promover projetos que  integrem as três áreas focais dos grandes programas da FAPESP, a fim de  estimular a formação de equipes interdisciplinares e transdisciplinares.  Os debatedores concluíram ainda que é necessário aumentar a massa  crítica de pesquisadores e de conhecimento sobre essas áreas  estratégicas.

“Outra questão levantada foram os mecanismos de mercado associados à  transição para uma economia mais verde. Precisamos reduzir os subsídios a  atividades que trazem prejuízos socioambientais”, disse Souza.

O BIOEN possui diferentes linhas de pesquisa, com foco em  desenvolvimento de novos cultivares para produção de bioenergia, novas  tecnologias para processamento de biomassa, produção de combustíveis,  desenvolvimento de sistemas de biorrefinaria, motores e impactos  socioambientais.

“O objetivo do programa é realizar um investimento sério em pesquisas  sobre energia renovável, estimulando a cooperação internacional, com  abordagem interdisciplinar e transdisciplinar dos problemas que temos em  foco”, disse Souza.

No Brasil, 20% dos combustíveis utilizados foram substituídos por  bioetanol de cana-de-açúcar, segundo Souza. Essa é a principal razão  para que 47% da matriz energética do país seja renovável. A projeção  para 2013 é que o país produza mais de 570 milhões de toneladas de  cana-de-açúcar e 23,9 bilhões de litros de bioetanol. A cogeração de  energia a partir da queima de bagaço contribui com 4,7% da eletricidade  do país.

“Esse contexto gera uma demanda muito grande para a produção de  biocombustíveis no Brasil. O etanol de cana-de-açúcar – que tem  eficiência energética reconhecida pelas principais agências regulatórias  – só utiliza 2% das áreas disponíveis para uso agrícola atualmente e há  60 milhões de hectares com potencial para expandir a produção sem tocar  nas florestas. Com tamanha demanda, é fundamental investir na  pesquisa”, disse Souza.

Metas e conquistas

Paulo Artaxo, membro da coordenação do PFPMCG, contou que o programa  da FAPESP foi concebido desde o início, em 2008, para ser uma iniciativa  de longo prazo, com duração mínima de dez anos.

“Levamos dois anos para desenhar e focar o programa em suas  prioridades. Hoje, uma das principais prioridades é construir até 2013  um modelo brasileiro do sistema climático com foco em questões regionais  fundamentais, como os impactos das mudanças climáticas na Amazônia, no  Cerrado e no Atlântico Sul”, explicou.

Uma das prioridades estabelecidas para o PFPMCG é estudar as  consequências das mudanças climáticas globais sobre o funcionamento dos  ecossistemas, com ênfase na biodiversidade, nos ciclos de carbono,  nitrogênio, nos corpos d’água, no balanço de radiação na atmosfera,  aerossóis, gases-traço e nas mudanças de uso da terra.

“Outras prioridades são o impacto das mudanças climáticas globais na  agricultura, na produção de energia e na saúde humana. Também temos foco  nas respostas à vulnerabilidade social e econômica, incluindo  iniciativas de adaptação”, disse Artaxo.

Carlos Joly, coordenador do Programa BIOTA-FAPESP, destacou que a  FAPESP fez um investimento significativo no programa criado em 1999,  somando recursos de cerca de US$ 122 milhões.

“Em 12 anos, o programa BIOTA-FAPESP publicou mais de 1 mil artigos  científicos em 260 periódicos, sendo 180 deles indexados na plataforma  ISI, incluindo revistas como a Science e a Nature. O programa também gerou mais de 20 livros”, disse.

O programa criou uma base georreferenciada com 102 mil registros de  1.100 espécies, identificando 34 tipos de vegetação nativa no Estado de  São Paulo. O sistema integrado utiliza softwares livres. Em 2002, o  BIOTA-FAPESP lançou um projeto voltado para descobertas de moléculas da  biodiversidade brasileira que possam ser usadas como modelos na  indústria.

Entre os principais produtos do programa, segundo Joly, está a  produção de uma série de mapas da biodiversidade que foram aplicados em  políticas públicas de conservação e restauração da biodiversidade.

“O Estado de São Paulo tem 19 instrumentos legais – entre leis,  decretos e resoluções – que foram elaborados com base em resultados do  programa BIOTA-FAPESP”, afirmou.
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RIO+20

Universidade Planetária do Futuro - Ano III
Centro de Ciências do Meio Ambiente



UNIFUTURO - Ano III


Departamento de Comunicação e Divulgação
Coordenadora: Ana Felix Garjan
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Seminário "Ciência na Mídia", Por Karina Toledo, Agência FAPESP

A UNIFUTURO - Universidade Planetária do Futuro divulga:

Seminário "Ciência na Mídia" tem inscrições abertas

10/04/2012

Por Karina Toledo



Agência FAPESP – A forma como a imprensa brasileira tem abordado temas de ciência e tecnologia será debatida em um seminário organizado pela FAPESP no dia 16 de abril. O evento é gratuito e para participar basta preencher a ficha disponível na página www.fapesp.br/eventos/ciencianamidia.

O encontro terá formato de mesa de debates e reunirá jornalistas que atuam no meio impresso, na televisão e na internet, além de cientistas de diferentes áreas.

De acordo com o consultor de comunicação da FAPESP, Carlos Eduardo Lins da Silva, o objetivo é promover uma reflexão sobre a cobertura científica e discutir os problemas, as qualidades, aspectos éticos e as mudanças trazidas pelas novas tecnologias.

“A programação foi montada de modo a deixar apenas um jornalista e um cientista em cada mesa de debate. Esperamos que o fato de ter pouco debatedores abra mais espaço para o diálogo com a plateia”, disse Lins da Silva.

Para a abertura do evento foi convidado Clive Cookson, editor de ciência do jornal britânico Financial Times que há mais de 30 anos se dedica a cobrir temas de ciência e tecnologia em diversos países e diferentes veículos. Ele dividirá a mesa com Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

Em seguida, o papel da televisão no jornalismo científico será debatido por Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e pelo jornalista Roberto Wertman, editor do programa Espaço Aberto Ciência e Tecnologia, da Globonews. A mediação será feita por Mônica Teixeira, coordenadora geral da Univesp TV.

Após o almoço, o biólogo Fernando Reinach, do Fundo Pitanga, e o editor de Ciência e Saúde do jornal Folha de S.Paulo, Reinaldo José Lopes, falam sobre a cobertura no meio impresso, com mediação de Mariluce Moura, diretora de redação da revista Pesquisa FAPESP.

A presença da ciência na produção de noticiários será alvo do debate entre Thomas Lewinsohn, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas, e a jornalista espanhola Sonia López, ex-editora da agência de notícias AlphaGalileo. A mediação será de Lins da Silva, que também é livre-docente em Comunicação pela USP.


Mais informações e inscrição: www.fapesp.br/eventos/ciencianamidia
 
 
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Brasil, 10 de abril de 2012
 
Universidade Planetária do Futuro - Ano III
Departamento de Comunicação Científica
 
 
Grupos ARTFORUM Brasil XXI
Coordenação do Depto de Divulgação
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Ana Felix Garjan & Grupo de pesquisa
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SciELO Brasil lança portal de livros eletrônicos, Por Elton Alisson - Agência FAPESP

A UNIFUTURO - Universidade Planetária do Futuro - Ano III divulga:


SciELO Brasil lança portal de livros eletrônicos


03/04/2012


Por Elton Alisson



Agência FAPESP – Foi lançado em 30 de março, durante evento na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São Paulo, o portal SciELO Livros.

Integrante do programa Scientific Eletronic Library Online SciELO Brasil – resultado de um projeto financiado pela FAPESP em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme) –, o portal visa à publicação on-line de coleções de livros de caráter científico editados, prioritariamente, por instituições acadêmicas.

A iniciativa pretende aumentar a visibilidade, o acesso, o uso e o impacto de pesquisas, ensaios e estudos realizados, principalmente, na área de humanas, cuja maior parte da produção acadêmica é publicada na forma de livros.
“Uma porcentagem significativa de citações que os periódicos SciELO fazem, principalmente na área de humanas, está em livros. E como um dos objetivos da coleção SciELO é interligar as citações entre periódicos, a ideia é também fazer isso com livros”, disse Abel Packer, membro da coordenação do programa SciELO, à Agência FAPESP.

De acordo com Packer, a ideia do projeto foi sugerida em 2007 pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e foi iniciado em 2009 sob a liderança e financiamento de um grupo formado pelas editoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fiocruz.

O desenvolvimento da plataforma metodológica e tecnológica contou com a cooperação da Bireme, e a execução do projeto teve apoio institucional e de infraestrutura da Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Inicialmente, o portal reunirá cerca de 200 títulos, distribuídos mais ou menos igualmente entre as editoras das três universidades. A partir do lançamento, a expectativa é que a coleção possa contar com a adesão de outras editoras acadêmicas.

Para integrar o portal, as editoras e as obras são selecionadas de acordo com padrões de controle de qualidade aplicados por um comitê científico e os textos são formatados de acordo com padrões internacionais que permitem o controle de acesso e de citações.

A publicações poderão ser lidas por meio de plataformas de e-books, tablets, smartphones ou na tela de qualquer computador, acessadas diretamente do portal ou de buscadores na internet, como o Google, e também serão publicadas em portais internacionais.

“A ideia é contribuir para desenvolver infraestrutura e capacidade nacional na produção de livros em formato digital e on-line, seguindo sempre o estado da arte internacional”, explicou Packer.

Segundo ele, a plataforma metodológica e tecnológica desenvolvida para publicação de livros eletrônicos para a coleção da SciELO Brasil deverá ser utilizada por outros países que formam a rede SciELO para publicar suas coleções nacionais, com gestão autônoma.


Venda de livros


Além das obras com acesso aberto e gratuito, o portal SciELO Livros também possui uma área na qual será possível ao usuário comprar obras das editoras integrantes do projeto no formato e-book.

“A venda deverá ser uma das fontes de recursos financeiros previstos na operação autosustentável do portal. Isso representa uma novidade para o SciELO, que tem acesso totalmente aberto para os seus periódicos. Entretanto, o número de livros em acesso aberto deverá predominar”, disse Packer.

Segundo ele, a meta inicial é publicar entre 300 a 500 títulos por ano no portal. Entretanto, esse número de publicações dependerá da reação das editoras e do público.

“Se o projeto tiver um sucesso semelhante ao do SciELO Periódicos, o desenvolvimento do portal poderá ser mais rápido, e ele deverá contar com muito mais livros”, estimou.

Criada em 2007, o SciELO Brasil é, segundo o Ranking Web of World Repositories, conhecido como Webometrics, o líder mundial entre os maiores portais de informação científica em acesso aberto e gratuito no mundo.

Em 2011, de acordo com Packer, a coleção SciELO Brasil teve uma média diária de 1,2 milhão de downloads de artigos. Seu modelo de publicações de periódicos é adotado hoje por diversos países e forma uma rede de coleções nacionais.
Os países com coleções certificadas estendem-se pela América Latina, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, México e Venezuela, e Europa (Espanha e Portugal). A coleção da África do Sul está prevista para ser qualificada e certificada em 2012.

A expectativa é que esses países também venham adotar o modelo SciELO de publicação de livros em formato digital.



SciELO Livros: http://books.scielo.org/
 
 
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Brasil, 10 de abril de 2012
 
Universidade Planetária do Futuro
Departamento de Assuntos Culturais
 

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Coordenação do Depto de Divulgação Cultural
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Ana Felix Garjan & Grupos de Pesquisa

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

São Paulo recebe VerCiência 2011 - Agência FAPESP


A Universidade Planetária do Futuro - Ano II divulga notícias da Agência FAPESP.

Pensamos sobre o hoje, o amanhã e o futuro. Pensamos sobre a Humanidade, a Justiça e a Paz. Depende de cada cidadão, das instituições, organizações e universidades, trabalhar em defesa da vida, dos direitos humanos, da natureza e da preservação do planeta.

Somos todos cidadãos planetários diante da necessidade da transformação das sociedades no mundo, da Justiça, da Paz. Que as ciências contribuam com a formação humana e uma nova siciedade.


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São Paulo recebe VerCiência 2011

05/10/2011

Agência FAPESP – Entre os dias 18 e 23 de outubro, São Paulo  sediará a 17ª Mostra Internacional de Ciência na TV – VerCiência, que  promove a disseminação do conhecimento e cultura científica a partir da  exibição de produções de televisão nacionais e internacionais.

Com curadoria de José Renato Monteiro, Sergio Castanheira Brandão e  Maria Isabel Landim, a VerCiência selecionou programas de formatos  diversos, entre documentários, docudramas e reportagens, voltados aos  públicos adulto e juvenil.

Além da exibição dos programas, palestras e cerimônia de homenagem  compõem a mostra. Neste ano a emissora de televisão pública japonesa NHK  será homenageada pela contribuição internacional à disseminação do  conhecimento e da cultura científica pela televisão.

Durante o evento, que integra o calendário oficial da Semana Nacional  de Ciência e Tecnologia 2011, 80 programas de dez diferentes países  (Brasil, Argentina, Chile, México, Colômbia, Estados Unidos, Reino  Unido, Japão, França e Itália) serão exibidos gratuitamente no Museu  Biológico do Instituto Butantan, Estação Ciência da Universidade de São  Paulo (USP), Museu de Ciências da USP, Catavento Cultural Educacional e  Biblioteca Mário Schenberg.

A curadora da edição da Mostra em São Paulo, Isabel Landim,  professora do Museu de Zoologia da USP, ressalta que, entre as novidades  para 2011, na Estação Ciência da USP os programas serão oferecidos  segundo a escolha do público. Os grupos que visitarem o local poderão  escolher os programas que desejam assistir em esquema de revezamento.

“O Museu de Zoologia da USP, que está fechado para reformas, em  parceria com o Sesc-Ipiranga oferecerá a oportunidade de o público de  São Paulo desfrutar da VerCiência fora do calendário da Semana Nacional  de Ciência e Tecnologia, na semana do Dia Internacional da Ciência, que  será realizada de 8 a 13 de novembro”, disse Landim.

Além de São Paulo, a mostra também será exibida simultaneamente no  Rio de Janeiro, em Brasília e em instituições de outras cidades,  cadastradas no site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Este ano, os programas selecionados foram agrupados em seis grandes  temas da ciência: Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenção de  Riscos, Ano Internacional da Química, Mulheres na Ciência, Evolução e  Biodiversidade e Aventura da Ciência.

Landim explica que os dois últimos temas são “cativos” e compõem a  mostra desde a sua primeira edição. “Os outros têm motivações. Mulheres  na Ciência, por exemplo, foi uma homenagem à polaca Marie Curie (1867-  1934), uma das grandes cientistas do século, que ganhou o Prêmio Nobel  de Física em 1903 e o de Química em 1911”, contou. Mudanças Climáticas e  Desastres Nacionais e Prevenção de Riscos são os temas principais da  Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

A entrada para as sessões é gratuita e a classificação das produções é de 14 anos.
 

A programação de cada instituição (com horários, títulos e sinopses  dos programas) está disponível na página de cada instituição na seção  Mostras/São Paulo em http://www.verciencia.com.br/

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Brasil, 05/10/2011

Universidade Planetária do Futuro
Centro de Ciências e Tecnologia



Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Cultura Humanista-planetária

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Departamento de Divulgação Científica

Diretora Geral:
Profa. Dra. Maria de Fátima Félix Rosar e Grupos
Educação, Ciências, Sociedade


Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Apoio ao Aquídero Guarani, Agência FAPESP



A Universidade Planetária do Futuro Ano II
divulga artigo da Agência FAPESP:



Apoio ao Aquífero Guarani

26/09/2011

Agência FAPESP – O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo lançaram em 21 de setembro o livro Subsídios ao Plano de Desenvolvimento e Proteção Ambiental da área de afloramento do Sistema Aquífero Guarani no Estado de São Paulo.



O Sistema Aquífero Guarani (SAG) é um dos mais importantes reservatórios de água doce do planeta e é compartilhado entre quatro países do Mercosul: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. No Brasil, estende-se por oito estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.



A área de ocorrência do SAG possui clima subtropical, recursos hídricos superficiais abundantes e cobre uma área de 1,1 milhão de km². Sua localização, associada ao grande potencial hídrico, o torna estratégico para o desenvolvimento econômico e social da região.



Para José Luiz Albuquerque Filho, pesquisador do Centro de Tecnologias Ambientais e Energéticas (Cetae) do IPT e coordenador-geral do livro, a gestão deste aquífero é fundamental para que o recurso não se perca sem trazer benefícios à sociedade.



“A área de afloramento do Sistema Aquífero Guarani é vulnerável à contaminação. Ele possui águas antigas e sua extração deve ser efetuada com critério, pois sua renovação levaria dezenas de milhares de anos”, disse.



De acordo com dados da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), cerca de 80% dos municípios paulistas são abastecidos, mesmo que parcialmente, por água subterrânea.



A edição impressa do livro pode ser adquirida na Coordenadoria de Planejamento Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, localizada na Av. Prof. Frederico Hermann Júnior, nº 345. E a versão eletrônica da publicação será disponibilizada para download em breve no site http://www.ambiente.sp.gov.br/

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Divulgação:
Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Centro de Ciências do Meio Ambiente


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Departamento de Comunicação e Divulgação
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Paradigma da expansão cósmica, Por Mônica Pileggi - Agência FAPESP


A Universidade Planetária do Futuro divulga artigo divulgado da Agência FAPESP- Agência de notícias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
A UNIFUTURO tem como um dos seus objetivos maiores e divulgação filosófica, cultural, artística, científica e espiritualista, além de todo conhecimento ético dos meios acadêmicos e multiculturais sobre a humanidade, e tudo que se relaciona com os grandes tema entre a Terra e o Universo.

 
Paradigma da expansão cósmica

15/08/2011

Por Mônica Pileggi



Agência FAPESP – O Universo está se expandindo, mas não necessariamente de forma acelerada como aponta o modelo cosmológico mais aceito pelos especialistas, o Lambda-CDM (Cold Dark Matter). É o que propõe uma pesquisa realizada no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP).



Segundo Antônio Cândido de Camargo Guimarães, autor do estudo publicado no periódico Classical and Quantum Gravity, houve uma fase de expansão acelerada, que seria recente. “Mas hoje esse estado não é tão certo. É possível que a aceleração já esteja diminuindo”, disse à Agência FAPESP.



A pesquisa, parte do projeto "Investigação da distribuição de matéria escura através de seus efeitos como lentes gravitacionais", supervisionada por José Ademir Sales de Lima, professor do IAG, contou com apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Pós-Doutorado.



Guimarães conta que há cerca de dez anos a expansão acelerada do Universo se tornou consenso na comunidade científica a partir de observações de explosões de supernovas 1a, cujo brilho era menor do que se esperava. Para descrever essa rápida expansão, os cientistas adotaram o Lambda-CDM. Esse modelo cosmológico se baseia na existência de uma “energia escura”, que corresponderia a 70% da composição do Universo.



“A energia escura é um ente físico muito especulativo. Há algumas hipóteses e ideias, mas não se sabe qual a natureza dela”, destacou o astrônomo.



Em sua pesquisa, Guimarães diz que a ideia foi descrever a expansão de forma independente de modelos de energia escura. Para isso, usou a chamada abordagem cosmográfica. Esse método se baseia na descrição da expansão cósmica como uma somatória de termos em função do redshift (medida da velocidade de afastamento) das supernovas, que é usado para traçar o brilho estelar (indicando a distância).



As supernovas foram divididas em três grupos: antigas, recentes e muito recentes. Por meio das análises cosmográficas, o pesquisador observou que, quanto mais recente os eventos das supernovas, maior era a probabilidade da atual desaceleração do Universo.



“O modelo Lambda-CDM diz que a aceleração tende sempre a aumentar. É interessante, pois nosso trabalho questiona esse paradigma, que usa uma forma particular para a energia escura para descrever a expansão cósmica”, disse Guimarães.



O artigo Could the cosmic acceleration be transient? A cosmographic evaluation (doi:10.1088/0264-9381/28/12/125026), de Antônio Cândido de Camargo Guimarães e José Ademir Sales de Lima, pode ser lido na Classical and Quantum Gravity em iopscience.iop.org/0264-9381/28/12/125026.


Leia o artigo original:
http://agencia.fapesp.br/14330
 
 
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Brasil, 15 de agosto de 2011

Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Centro de Ciências e Tecnologias
 
Departamento de Divulgação cultural e científica
Ana Felix Garjan, Maria de Fátima Félix Rosar
Orlando Oscar Rosar, Luciana Fortes Félix, Carla Elder,
Edna Santana, Maria Inês Hamann Peixoto


Cultura Humanista-Planetária

Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta
Visitas: 1001732 - hoje, dia 15/08/2011
Estamos celebrando esse número de visitas,
leituras e assinaturas!


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sexta-feira, 4 de março de 2011

A Universidade Planetária divulga livro sobre a Amazônia

A Universidade Planetária do Futuro divulga livro importante sobre a Amazônia

FAPESP - Experiências e soluções

4/3/2011
Por Fábio de Castro


Agência FAPESP – Considerando a crescente densidade populacional da Amazônia e a complexidade de aspectos ambientais, econômicos e sociais da região, o professor Jacques Marcovitch, da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), conclui que a sustentabilidade amazônica é indissociável do crescimento econômico e de estratégias de gestão voltadas para o empreendedorismo.

Diante desse contexto, em seu novo livro A Gestão da Amazônia – Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas, Marcovitch analisa os desafios estratégicos da região e, a partir de experiências concretas de gestão ambiental, indica aos tomadores de decisão – no âmbito das empresas, governos e sociedade civil – quais são as ações prioritárias para que o Brasil assuma sua responsabilidade diante da sustentabilidade do bioma.

A obra será lançada em Manaus (AM), no dia 14 de março, e em São Paulo, dois dias depois. Segundo o autor, o livro se dirige especialmente a esses tomadores de decisão, embora traga uma visão integral da Amazônia que poderá ser útil a todos os interessados pela região.

“Além de apresentar os desafios, o livro apresenta pistas de soluções para eles, a partir de exemplos de ações de diversas empresas, entidades civis e instituições de pesquisa. O objetivo é que, inspirados por essa reflexão, os gestores possam se engajar na melhoria da qualidade de vida dos 20 milhões de brasileiros que moram na região”, disse à Agência FAPESP.

De acordo com Marcovitch, a crescente população amazônica é um dado que não pode deixar de ser considerado em qualquer estratégia de gestão para a região.

Segundo ele, a sustentabilidade e o desenvolvimento andam de mãos dadas, especialmente em um contexto que envolve problemas agudos como a questão fundiária, a pobreza, o desmatamento predatório e as cidades mal planejadas e inchadas pela migração rural.

“Não podemos imaginar a Amazônia como uma floresta sem gente, ou com poucas concentrações urbanas. Hoje, temos cidades médias que estão crescendo na região, com muitos problemas de planejamento. Olhar para a floresta sem olhar para as pessoas é um grande equívoco”, afirmou.

No livro, Marcovitch destaca o papel central das instituições de pesquisa. Para ele, não há lugar no Brasil tão propício a experiências avançadas em biotecnologia ou procedimentos de integração e reencontro do homem com a natureza.

“A região oferece todas as precondições para a realização do sonho ambientalista. O caminho para isso, entretanto, não é mais a estrada curta da utopia. Aí estão fatores emergentes de ordem econômica e política, incluindo aspectos de um novo capitalismo jamais imaginado pelos visionários de ontem”, disse.

No livro, a Amazônia é abordada em três perspectivas complementares – ambiental, social e econômica – , que estão presentes nas diversas partes da obra. A primeira parte corresponde ao grande cenário da Amazônia, apreciando a situação atual de todo o bioma, com os desafios que ela enfrenta.

“Esses problemas envolvem não só a questão ambiental, mas também a questão social, a economia, a gestão de águas – com problemas de contaminação e com o crescimento das cidades sem planejamento e saneamento básico –, além do tema dos mecanismos de mitigação do efeito estufa como Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD) e do desafio do respeito à cultura indígena”, explicou.

A segunda parte, de natureza econômica e empresarial, tem foco em uma pesquisa realizada com dez empresas de grande porte que desenvolvem atividades sustentáveis na região.

“São empresas que estão à frente de seu tempo, engajadas em projetos envolvidos não só nas três dimensões do problema amazônico – social, econômico e ambiental –, mas também na dimensão cultural, ou seja, nas comunidades locais. São dez casos minuciosamente estudados, que incluem as áreas de extração de madeira, mineração, varejo e empresas de vários segmentos”, afirmou.

Essas empresas, segundo o autor, têm conseguido angariar reconhecimento internacional expressivo, sendo algumas delas premiadas por suas ações ligadas à sustentabilidade.


Gestão integrada


O livro também apresenta parcerias recentes entre o setor público e a iniciativa privada que, segundo o pesquisador, facilitam o caminho para o fortalecimento de uma economia verde no Brasil. “São acertos setoriais que poderiam servir de modelo e ganhar maior amplitude, em escala nacional”, disse Marcovitch.

A terceira parte, intitulada “Propostas na mesa”, reúne depoimentos de especialistas sobre a região, que lidam essencialmente com o uso sustentável dos recursos da natureza.

“Na quarta parte é feito um balanço do conteúdo apresentado e uma discussão sobre a sustentabilidade, encarada como objetivo empresarial estratégico e não como atitude beneficente. O mercado internacional exige que os exportadores apresentem certificações de suas práticas ambientais”, explicou.

Segundo Marcovitch, a complexidade e heterogeneidade da região amazônica não permitem o desenvolvimento de um modelo único de gestão.

“É muito difícil pensar em uma gestão única, mas é importante pensarmos em gestão integrada. Temos recursos disponíveis para incentivar uma gestão mais responsável da região, mas eles têm sido utilizados aquém da possibilidade. Isso indica um problema de gestão, ou seja, uma limitação da capacidade de transformar cenários e diagnósticos em resultados e políticas públicas”, disse.

O programa de lançamento do livro em Manaus e São Paulo inclui a realização de dois seminários com a participação de especialistas citados no texto. O programa desses eventos poderá ser consultado no site http://www.fea.usp.br/.


A Gestão da Amazônia – Ações Empresariais, Políticas Públicas, Estudos e Propostas

Autor: Jacques Marcovitch

Lançamento: 2011

Preço: R$ 48

Páginas: 310

Mais informações: http://www.edusp.com.br/

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Brasil, 04 de março de 2011

Universidade Planetária do Futuro
Grupos ARTFORUM Brasil XXI



Departamento de Divulgação da UPF
Ana Felix Garjan
Grupos ARTFORUM Brasil XXI

Abertura do espaço da Universidade do Futuro. Brasil, 28/12/2009

Na política do mundo globalizado está dada a largada para uma nova cadeia de intenções, atitudes e hábitos, diante das questões graves apresentadas pelos diversos cientistas e governantes dos 192 países que estiveram no encontro da cúpula da COP15, em dezembro de 2009. A nova estratégia de superação da crise do planeta e do mundo está sendo chamada de Nova Revolução Verde, pois o mundo já consome mais do que a natureza produz. Caberá aos homens e mulheres dos países, culturas e etnias descobrirem novas formas e hábitos que contribuam com a sustentabilidade que se faz necessária e urgente. O ano de 2010 será o Ano Internacional da Biodiversidade, e será muito importante para fechar a Primeira Década do Século XXI. A partir da Segunda Década o mundo iniciará, de forma mais veloz, o seu encontro com o Ano de 2050, onde estarão as novas fórmulas científicas que poderão garantir o futuro da humanidade do Planeta Terra. Ele é um orbe que tem seus sistemas independentes dos sistemas do homem, mas o mundo precisa refletir sobre suas atitudes em relação à natureza, aos animais, às águas, aos sistemas vivos, e às grandes causas da nossa humanidade. Brasil, 28 de dezembro de 2009. Ana Felix Garjan - Idealizadora do projeto Universidade Planetária do Futuro e membro da comissão dos fundadores da sociedade cultural, sem fins lucrativos: Grupos ARTFORUM Brasil XXI, que organizou o Plano Nossa Década 2001 - 2010 e o Programa Universidade Aberta "Telhados do Mundo" .
Nossos sites principais: : http://www.artforumunifuturobrasil.org/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html Cultura Humanista-Planetária por um mundo melhor.

Primeiro Documento Oficial da Universidade Planetária do Futuro

Aos vinte e três dias do mês de março do ano de 2010 - o último da Primeira Década do Século XXI foi realizado um Fórum – Conferência dos fundadores, diretores e consultores dos Grupos Artforum Brasil XXI e da Universidade Planetária do Futuro, após reuniões, roteiros metodológicos e projetos especiais registraram a organização da estrutura da Universidade Planetária do Futuro, considerando a primeira reunião realizada em dezembro de 2009. Foram aprovados artigos do documento filosófico da UNIFUTURO, para fins de sua institucionalização, em nome da História, da Filosofia, da Ciência e da Cultura Humanista-Planetária. ***ARTIGOS APROVADOS ***Artigo I - Que a ética humana, as filosofias, ciências, culturas, literaturas, linguagens e as tecnologias de todas as áreas e setores do mundo se voltem para a construção de novos projetos que contribuam para a construção de um novo mundo justo, pacífico e humanizado, nas próximas décadas, séculos e milênios. *** Artigo II - Que possamos contribuir com a justiça e a paz mundial, a partir de efetivas mudanças e da transformação da sociedade mundial e seus sistemas. Que sejam vivos e reais os Direitos e Deveres da Humanidade para com a Pessoa Humana, a Natureza, os Animais e o Planeta. Desejamos que sejam concretas as atitudes humanas e a solidariedade em prol de um mundo mais humanizado. ** Artigo III - Que os direitos humanos sejam respeitados em todos os países e territórios do mundo político e social. Que as Filosofias, Ciências, Culturas e Artes sejam conexões de justiça para os povos e cidades abandonadas do mundo. Que haja Justiça e Paz para as mulheres e seus filhos mortos/desaparecidos no Brasil e em todos os países. ***Artigo IV - Que todas as ciências, tecnologias, artes, linguagens estéticas, literatura e atitudes humanas contribuam para as mudanças que se fazem necessárias e urgentes, para a transformação da sociedade mundial. ***** Artigo V - Que as pessoas, grupos, comunidades, associações, organizações e instituições e governos cumpram com seus deveres e com seu papel transformador, no âmbito da sociedade onde estão inseridas. Que todo saber e conhecimento contribuam para o novo tempo do mundo, nesse início da segunda década do século XXI. ** Conclusão em síntese: Somos todos sementes da arte da humanidade da Terra, através da cultura, das ciências humanas, das ciências sociais e das tecnologias humanizadas, neste ano de 2010, e em nosso país, o Brasil que registra seus 510 anos de história, educação, cultura e literatura. *Somos semeadores do futuro e passageiros do amanhã. Que haja transformação das sociedades, em prol da Justiça e Paz da humanidade.*** Brasil, 23 de março de 2010 - Século XXI-Terceiro Milênio. Assinam este documento os Fundadores, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro. Brasil, 23 de março de 2010 - Último ano da 1ª Década do Século XXI.

Homenagens da Universidade Planetária do Futuro, em 2010

Nosso Tributo à África - seu povo e cultura; às Américas; aos cinco continentes, aos mares, oceanos, terras, povos do mundo, à diversidade cultural de hoje e do futuro. Homenagem ao Brasil - Cinco séculos de história, cultura e instituições oficiais. Homenagem aos representantes das etnias que formaram o povo brasileiro, e ao seu futuro. Homenagem aos grandes nomes da História, da Educação, da Cultura e Ciências, e das áreas do conhecimento científico desenvolvidos ao longo dos três milênios, nos séculos e décadas do mundo. Homenagem aos que lutaram e lutam pela Justiça e Paz Mundial em prol de um Mundo Melhor. Homenagem e reconhecimento às pessoas, grupos e organizações que trabalham pela Educação e Cultura Humanista - Planetária, em prol da nossa humanidade, da natureza e do planeta. Brasil, janeiro de 2010. Conselho Universitário, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro.

Universidade Planetária: Filosofias, Culturas e Ciências 2011.

*UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO - Aos 25 dias de setembro de 2011 foi celebrado e divulgada e estrutura administrativa da Universidade Planetária do Futuro, para que ela possa atingir seus objetivos e missões. A presidência será formada por membros do Conselho Diretor , Coordenadores e Colaboradores. *Estrutura da Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO: *Centro de Ciências Sociais *Centro de Pesquisa e Ciências do Meio Ambiente. *Departamento de Arte Educação. *Departamento de Comunicação, Divulgação Científica e Cultural. *Departamento de Projetos Especiais. *A Representação e divulgação da Unifuturo será desenvolvida através de sites, blogs e páginas em redes sociais *** Brasil, 25 de setembro de 2011. Bem-Vindos! Welcome! Bienvenidos!

Somos passageiros do futuro e trabalhamos pelo Mundo Melhor.

O "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", dos Grupos ArtForum Brasil XXI foi escrito em 2001, como resultado de fóruns e diálogos dos Grupos Artforum Renasissance vie Universelle, Artforum Mundi Planet, com grupos universitários e organizações de cultura e meio ambiente. Os fóruns foram coordenados por Ana Felix Garjan, que elaborou o texto - mantra do Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta, em 2001. O manifesto inspirou a "Carta Magna" da Universidade Planetária do Futuro - 2ª Década do século XXI. *****Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta: http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html

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