* UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO, fundada em janeiro de 2010, pelos Grupos ARTFORUM Brasil XXI

*** Século XXI. A Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO foi organizada em 2009.São seus Fundadores: As famílias: D.G.F.C., M. F. F. R., A.M.F.G., J.L.C.F. J.L.C.F. Os fundadores são patronos dos Grupo ARTFORUM Brasil XXI que foi organizado em 2001- XXI. Setores UNIFUTURIO: Conselho Universitário, Diretores de áreas acadêmicas, departamento e Grupos de pesquisa, comunicação, edição, divulgação de suas e matérias, artigos institucionais, academias, revistas, sites, blogs e matérias de convidados, como professores, doutores, jornalistas, e homenagens especiais. *** Enunciados da Carta Magna da UNIFUTURO: Os fundadores, patronos, a presidência, diretores, consultores e diretores do presidência do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, do seu Projeto especial, Universidade Planetária do Futuro prestam tributo à Humanidade, à Paz Mundial, ao Brasil de 5 séculos; Aos povos da África e do mundo; A todas as etnias que formam o povo brasileiro; Às montanhas e aos picos da Terra; A todas as florestas; águas, oceanos, mares, rios, riachos e fuos de água dos cinco continentes; À Amazônia sua biodiversidade e à biodiversidade brasileira e do planeta. Brasil, março de 2009, Séc. XXI. Boas vindas! Bienvenidos! Welcome#
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Jornais franceses marcaram Brasil na virada para o século XX, indica pesquisa



Jornais franceses marcaram Brasil na virada para o século XX, indica pesquisa.

12/06/2013
Por José Tadeu Arantes
Agência FAPESP – Periódicos franceses tiveram circulação expressiva no Brasil, na passagem do século XIX ao XX. E contribuíram não apenas para o entretenimento e o aprimoramento cultural da elite letrada, mas também para a melhoria da imprensa brasileira, com a adoção de padrões editoriais mais exigentes.

Le Figaro, Le Matin e Le Petit Journal foram alguns dos jornais, produzidos na França, que circularam no Brasil. Além deles, havia publicações, escritas em francês ou bilíngues, impressas por aqui. Machado de Assis, Lima Barreto, Coelho Neto e Oswald de Andrade estiveram entre os leitores mais famosos desses periódicos.

Essas e outras informações fazem parte do material já levantado pela pesquisa “As transferências culturais na imprensa na passagem do século XIX ao XX – Brasil e França”, coordenada por Valéria Guimarães, professora de Teoria da História na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Franca.

O trabalho, ainda em andamento, é apoiado pela FAPESP no âmbito do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes e possui uma interface com o Projeto Temático FAPESP “A circulação transatlântica dos impressos: a globalização da cultura no século XIX”.
“Por enquanto, nossa pesquisa está mais focada no âmbito da circulação. As perguntas que fazemos são: que jornais circulavam aqui e quem eram os agentes envolvidos nessa circulação, dos dois lados do Atlântico?”, disse a pesquisadora à Agência FAPESP. “Mapeadas essas redes, procuraremos nos aprofundar na recepção, para saber que impacto real esses jornais tiveram no jornalismo brasileiro.”

A pesquisa já identificou vários agentes. No eixo Rio-São Paulo, havia firmas ocupadas na venda dos periódicos, como a Livraria Magalhães, a Livraria Commercial, a Livraria Garnier e a Casa Garraux, entre outras. E livrarias-editoras, comprometidas não apenas com a venda, mas também com a produção de publicações em francês ou bilíngues, como a belga Lombaerts.
Diferentemente dos jornais editados na França, os periódicos em francês ou bilíngues produzidos aqui parecem ter interessado menos os intelectuais, uma vez que tinham objetivos específicos ou se destinavam prioritariamente à comunidade francesa residente no país.
Produção brasileira
Um exemplo de periódico feito no Brasil é La Petite Revue (A Pequena Revista), que se autodefinia como financière, économique, commerciale et littéraire (“financeira, econômica, comercial e literária”) e era publicada pelo Crédit Général Français (Crédito Geral Francês) com o objetivo de vender títulos do governo francês ao público brasileiro.

“Era editada em São Paulo, com uma tiragem de 4 mil exemplares, e tinha agentes em São Paulo, Piracicaba, São José dos Campos, Jacareí, São Carlos do Pinhal, Rio Grande (não se sabe se do Sul ou do Norte), Pernambuco e Rio de Janeiro, e subagentes viajantes”, disse Guimarães.
“Além das matérias relativas ao mercado financeiro, havia seções de anedotas, provérbios, poesias e crônicas, sempre visando a difusão de uma ideologia de boas práticas financeiras e administrativas”, acrescentou.

Outro exemplo, de publicação mais voltada para a comunidade francesa residente no Brasil, é o semanário L’Éclaireur (O Esclarecedor).
“Uma de suas edições trouxe rude polêmica com o primeiro cônsul da França no Brasil, lotado em São Paulo, Georges Ritt, acusado pelo periódico de incompetência, abuso de poder, divulgação de segredos profissionais, traição à honra, traição à pátria, calúnia, adultério, e daí para baixo”, disse Guimarães.

A exemplo de alguns periódicos existentes na própria França, que alimentaram o furor da opinião pública durante o tristemente famoso caso Dreyfus, L’Éclaireur era explicitamente antissemita. E seu antissemitismo parece ter-se exacerbado por causa das boas relações do cônsul Georges Ritt com uma rica família de judeus franceses, proprietários da firma Bloch Frères (Irmãos Bloch), dedicada à confecção e comércio de roupas, de acordo com a pesquisadora.

Essa ocupação dos Bloch, por outro lado, era bem característica da comunidade francesa em São Paulo no período. Segundo a historiadora Heloisa Barbuy, professora do Museu Paulista da Universidade de São Paulo e do Programa de Pós-Graduação em História Social da USP, cerca de 400 dos 2.500 franceses residentes em território paulista eram comerciantes de alto padrão.

Especificidades da comunidade
O perfil da comunidade francesa em São Paulo era semelhante ao da do Rio de Janeiro, conforme artigo de Ana Luiza Martins, publicado no livro Franceses no Brasil (Unesp/2009), de Tania de Luca e Laurent Vidal (organizadores).

Diferentemente da comunidade italiana – que respondia por 63,38% dos imigrantes no Brasil, a maioria deles engrossando as fileiras dos trabalhadores braçais da indústria ou da agricultura –, a comunidade francesa, formada por apenas 1,55% dos estrangeiros que entraram no Brasil no período, dedicava-se principalmente ao comércio (modas, adereços etc.) ou a atividades culturalmente mais qualificadas (como engenharia, ensino, artes, edição e tipografia).

Há duas explicações para isso. Em primeiro lugar, ao contrário da Itália, que, após o processo de unificação política, atravessou um longo período de pobreza, miséria e até fome, a França viveu sua belle époque (“bela época”) justamente na passagem do século XIX para o XX. Em segundo lugar, enquanto o governo italiano tomava poucas medidas em defesa de seus emigrantes, o governo francês emitiu atos proibindo o recrutamento de emigrantes a partir de 1875, quando constatou que as condições de trabalho no Brasil não eram boas como as agências de emigração anunciavam.

O impacto dos jornais franceses no jornalismo brasileiro será objeto de fase posterior do estudo. Mas alguns exemplos pontuais já podem ser adiantados, como o de Lima Barreto (1881-1922), assíduo leitor de Le Figaro.
Descendente de escravos, mas filho de pais que tiveram a oportunidade de estudar e valorizavam a cultura, o autor de Triste Fim de Policarpo Quaresma começou a trabalhar na imprensa ainda nos tempos de estudante.
Crítico mordaz da Primeira República, mantenedora dos privilégios da oligarquia agrária e da alta oficialidade militar, o jornalista e escritor apontou também a “futilidade” e o “semianalfabetismo” dos jornais brasileiros da época. Para ele, Le Figaro era o paradigma da boa imprensa a ser seguido pela imprensa nacional.

Outro exemplo é a observação do respeitado crítico literário José Veríssimo (1857-1916) sobre a preferência dos brasileiros pelo idioma francês, aprendido principalmente na leitura dos jornais populares parisienses, o que faria deles maus falantes da própria língua portuguesa.

“Com o apoio da FAPESP, o material coletado pela pesquisa foi organizado em um grande banco de dados, que será franqueado ao público no futuro”, informou Guimarães. Desde já, porém, é possível acessar uma amostra representativa desse material no site http://jfb.cedaph.org 

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Divulgação:



UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO
Brasil, 13 de junho de 2013

Diretora de Ciências da Educação:
Maria de Fátima Felix Rosar
.
Diretora de Cultura e Comunicação:
Ana Felix Garjan
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Homenagem à Avenida Paulista - 120 anos

A Universidade Planetária do Futuro - Ano II
 e os Grupos ARTFORUM Brasil XXI
homenageiam a Avenida Paulista, em seus 120 anos!

O tempo conta! O tempo encanta!


Avenida Paulista, a mais famosa de São Paulo
comemorou hoje seu aniversário de 120 anos.

PARABÉNS, SÃO PAULO!



Avenida Paulista foi inaugurada em 1891.


Na agitada Avenida Paulista estão museus, restaurantes, shoppings e um parque.

"Em meados de 1782, era apenas uma grande floresta denominada Caaguaçu (“mato grande” em tupi) pelos índios. Quando o engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima comprou a área, começou a trabalhar na sua urbanização de forma inovadora, criando grandes lotes residenciais. Em 8 de dezembro de 1890, a Paulista foi inaugurada como a primeira via asfaltada da cidade".

"Na década de 50, as construções residenciais, com seus estilos variados, começaram a ceder lugar aos edifícios comerciais. Um dos marcos da arquitetura moderna foi a inauguração do Conjunto Nacional, em 1956. A região atraiu muitos investimentos por estar bem localizada e possuir grande infra-estrutura. Todo esse interesse consolidou a avenida como o maior centro empresarial da América Latina. Devido à grande quantidade de sedes de empresas, bancos e hotéis, a Paulista recebe milhares de turistas de negócíos".

"Além da vocação econômica, oferece rica variedade de programas culturais. O Masp (Museu de Arte Moderna Assis Chateaubriand) possui o acervo da arte ocidental mais significativa dos países latinos. A Casa das Rosas foi concebida em 1928 por Ramos de Azevedo nos padrões do classicismo francês. A construção onde funciona um centro cultural dedicado à poesia hoje é tombada por seu valor histórico. Na avenida, também estpa localizado o Conjunto Nacional, uma mistura de shopping center e apartamentos que abriga lojas, restaurantes, academias e uma megaunidade da Livraria Cultura."

O roteiro da Avenida Paulista passa pela Casa das Rosas, Parque Trianon e Masp e outros.


Masp - Museu de Arte de São Paulo



Parabéns, Avenida Paulista!

 


Brasil, 8 de dezembro de 2011

Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano II
.
Divulgação: Ana Felix Garjan e Grupos

sábado, 5 de novembro de 2011

Abertura dos 11º Jogos dos Povos Indígenas aconteceu hoje, dia 05 de novembro de 2011

A Universidade Planetária do Futuro - Ano II e os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos, homenageiam os JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS BRASILEIROS 2011

Homenagem aos Jogos dos Povos Indígenas Brasileiros
Arte por Zélle Tupinambá Bittencourt


Com cerimônia do fogo sagrado foram abertos os 11º Jogos dos Povos Indígenas.

A 11ª edição dos JOGOS DOS POVOS INDÍGENAS foram abertos hoje a noite, na Ilha Real, em Porto Nacional - Tocantins. A abertura dos Jogos foi iniciada com a cerimônia do fogo sagrado ao amanhecer deste sábado, dia 05/11/2011. A décima primeira edição dos Jogos dos Povos Indígenas, em Porto Nacional - TO é um importante evento que acontecerá de 6 a 12 de novembro deste ano de 2011.

 Os Jogos são organizados pelo Comitê Intertribal - Memória e Ciência Indígena (ITC), cujo diretor é o respeitado MARCOS TERENA. Os jogos são considerados um dos maiores encontros esportivos indígenas das Américas. Esse importante encontro esportivo objetiva promover a integração dos povos indígenas e a celebração com os cidadãos não indígenas. Esse é o objetivo do Ministério dos Esportes.

Paralelamente ao evento ocorrerá o Fórum Social Indígena, que debaterá temas como sustentabilidade, juventude, preservação de tradições indígenas e a Rio 20. O Fórum Social também pretende incentivar o intercâmbio esportivo cultural das etnias e o debate de propostas sobre a inclusão indígena nas disputas da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

Os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos e a Universidade Planetária do Futuro têm a satisfação de divulgar notícias sobre os 11º Jogos dos Povos Indígenas 2011, cuja abertura oficial está sendo realizada nesse dia e horário, com a presença do novo Ministro dos Esportes e de outros ministros.

Participam do evento 1400 índios de 35 etnias de todas as regiões do Brasil. O diretor do Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena, Marcos Terena, informou que o evento contará com um observador da ONU - Organização das Nações Unidas, um dos Estados Unidos, além de três guerreiros do Panamá. Os Jogos dos Povos Indígenas são realizados desde 1996.




HOMENAGEM AOS POVOS INDÍGENAS E TODAS AS ETNIAS BRASILEIRAS!


Brasil, 05/11/2012

Ana Félix Garjan
Presidente da Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Universidade Planetária do Futuro - Ano II
.

Centro de Ciências Humanas, Cento de Ciências Sociais
Centro de Pesquisa e Ciências do Meio Ambiente
Departamento de Filosofia, Letras e Educação
Departamento de Arte, Cultura e Projetos Especiais
Departamento de Assuntos Étnicos - Culturais
Departamento de Filosofias, Pesquisas e Arqueologia Planetária
Departamento de Assuntos Humanistas "Dayse Guimarães Félix Costa"
Departamento de Comunicação Social
Departamento de Divulgação Cultural/Científica
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A Universidade Planetária divulga: Novo caminho para a paz, por Avaaz.com

Os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos apóiam e divulgam as petições, manifestos, matérias artigos e mensagens relevantes da Avaaz.com, desde o início do ano de 2007.

A Universidade Planetária do Futuro - Ano II, em sua missão maior de defesa dos direitos humanos, da natureza e do planeta, e na prespectiva de um mundo melhor abre seus espaços para a divulgação das matérias da Avaaz.com e de outras organizações humanistas, culturais, de meio ambiente, ciências, culturas, artes e projetos especiais.

Hoje recebemos mais uma importante matéria da Avaaz.com, que registramos na Universidade Planetária do Futuro que está e estará sempre comprometida com as causas maiores da cultura de paz, defesa do planeta e assuntos da sociedade contemporânea.

Continuaremos publicando matérias relevantes e importantes para a humanidade, através do debate dos grandes temas e temáticas que premeiam o mundo cheio de contradições, avanços tecnológicos e muitos atrazos sociais resultantes dos sistemas econômicos e políticos do mundo.



De: Alice Jay - Avaaz.org

Data: 08/26/11 11:06:55

Assunto: Novo caminho para paz


Caros amigos,



Hoje o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o apelo da Palestina para se tornar o 194º país do mundo. No entanto, governantes de países de destaque ainda estão em cima do muro. Somente um esforço gigantesco da opinião pública pode mudar a situação.

A Avaaz fez um pequeno, mas emocionante vídeo mostrando que essa proposta legítima é de fato a melhor oportunidade para acabar com o beco sem saída das infinitas negociações mal-sucedidas e abrir um novo caminho para a paz.


Clique para assistir o vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe para todos:


Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta. Se conseguirmos a aprovação dessa proposta na ONU, ela poderá significar um novo caminho para a paz.

Porém, os chefes de governo de países de destaque ainda estão em cima do muro e para convencê-los a apoiar a independência da Palestina precisamos reforçar a pressão da opinião pública. Muita gente acha que não entende a situação suficientemente bem para se mobilizar. Para ajudar, a Avaaz fez um novo vídeo de curta duração contando a verdade sobre o conflito. Se uma quantidade suficiente de pessoas assistir ao vídeo, assinar a petição e a encaminhar a todos os seus contatos, nossas lideranças serão forçadas a nos ouvir.


Quase 10 milhões de membros da Avaaz estão recebendo este e-mail. Vamos mudar o teor da conversa sobre o Oriente Médio e criar um maremoto de apoio à independência da Palestina. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos:



Enquanto a maioria dos palestinos e israelenses querem uma solução para o conflito baseada em dois Estados, o governo extremista de Israel continua aprovando a construção de assentamentos em áreas contestadas, alimentando ódio e massacres. Apesar dos esforços, décadas de negociações para a paz lideradas pelos EUA fracassaram na tentativa de refrear os inimigos da paz e chegar a um acordo.

Hoje, essa proposta de independência poderia ser a melhor oportunidade em vários anos para sair do impasse, evitar outra espiral da violência e equilibrar o campo de ação entre as duas partes em favor das negociações.

No mês passado, os palestinos apresentaram sua proposta ao Conselho de Segurança. Mais de 120 países a apoiam, mas os Estados Unidos não só a rejeitam como estão enviando um claro sinal a seus aliados europeus de que qualquer apoio à proposta legítima dos palestinos dificultaria as relações bilaterais. Cabe a nós dizer às lideranças de países europeus de destaque que a opinião pública apoia esse avanço não-diplomático e não-violento e que a opinião dos cidadãos é que deveria influenciar as decisões estratégicas, e não as preferências do governo americano.

Nossa campanha está explodindo em todo o mundo -- mais de 830.000 membros se juntaram ao apelo nos primeiros dias! Ela foi mencionada na primeira página de grandes veículos de notícia, citada no Conselho de Segurança da ONU e tuitada pelo próprio presidente da Palestina! Agora vamos fazer com que ela ressoe nos ouvidos das lideranças de países europeus de destaque, cujo apoio é crucial. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos – nossa meta é conseguir 1 milhão de assinaturas:
http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl


Há muita falta de informação sobre o conflito entre Israel e Palestina e muita gente não se sente segura para se engajar. Mas este pequeno vídeo explica claramente os detalhes e pode nos munir de informações para uma mobilização. Por sermos uma sólida rede global reforçada por quase 10 milhões de membros em todos os países do mundo, temos a oportunidade de provocar uma votação capaz de reverter décadas de violência.

Com esperança,

Alice, Pascal, Emma, Ricken, David, Rewan e a equipe da Avaaz



MAIS INFORMAÇÕES:

EUA declaram que novos assentamentos de Israel na Cisjordânia são 'preocupantes’ (UOL)



Palestinos pedirão entrada na ONU como Estado-membro em setembro (Folha.com)


Presidente irá pedir reconhecimento do Estado Palestino na ONU (R7 Notícias)



Quarteto 'preocupado' com novos assentamentos de Israel (Veja)




Veja o vídeo:

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Brasil, 26 de agosto de 2011

Ana Maria Félix Garjan
Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos

Departamento de Assuntos Humanistas "Dayse Guimarães Félix Costa"

*Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta

*

Departamento de Divulgação Cultural e Científica
Maria de Fátima Felix Rosar, Maria Inês Hamann Peixoto
Ana Maria Felix Garjan, Luciana Fortes Felix
Carla Elder, Edna Santana, e Outros.

*

quinta-feira, 24 de março de 2011

ÁGUA: UM BEM PÚBLICO, por Ana Maria Felix Garjan, publicado em 23 de março de 2007


A Universidade Planetária do Futuro divulga importante artigo " DIA DA ÁGUA, UM BEM PÚBLICO, de autoria da socióloga e escritora Ana Maria Felix Garjan, que foi publicado nas redes Orkut, Multiplay, Sonico Hi5 Grupos ARTFORUM Brasil XXI e divulgado para mais de duas mil pessoas, em 22 de março de 2007, às 11:29.
Publicamos esse artigo na Universidade Planetária do Futuro, em homenagem à ÁGUA, UM BEM VITAL.


-------Mensagem original-------
De: Ana Maria Félix Garjan
Data: 22 de março de 2007 11:29
Assunto: DIA DA ÁGUA, UM BEM PÚBLICO.

Para: artforunsunifuturo@terra.com.br, artforumrenaissance@yahoo.fr, anafelixgarjam@hotmail.com

Artforum Unifuturo Brasil XXI

Projetos Novo Mundo Melhor
Escola de Ecologia Humana
Notícias sob o sol

A água é um bem público.
Constituição Federal do Brasil

Dia 22 de abril de 2007 - "Dia Mundial da Água"


No dia 22 de abril é celebrado o Dia Mundial da Água. Desejamos continuar divulgando campanhas, além do Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta, escrito em 2001, já conhecido por diversos grupos e comunidades. As campanhas em defesa da água são muitas, e cada dia é dia da vida, da água, da mulher, da natureza, da Terra e da Humanidade.

Neste mês de março de 2007 soa muito bem falarmos sobre a água e a mulher. Juntas, continuam lutando por viver com espaços livres para sua caminhada. No caso da mulher, continua na luta por novos espaços no mercado de trabalho e na sociedade contemporânea, superando crises do mundo e merecendo estar com a estradas e caminhos livres, para mostrar sua competência, com excelência.

Com relação à água, cada gesto, atitude, ação individual e coletiva por parte de homens e mulheres poderão minimizar as diversas causas negativas do nefasto e atual Aquecimento Terrestre.

Aqui, nossa reverência ao Líquido da Vida - a ÁGUA, e com especial zelo à água potável do planeta, já tão escassa, por todos os motivos que sabemos.

Que hoje, no Dia Mundial da Água, os movimentos ambientalistas, de educação ecológica, as agendas 21, os governos e ONGS tenham conseguido sensibilizar mais ainda o Brasil e as comunidades internacionais sobre as potencialidades da natureza que precisam ser preservadas, com urgência, no caso dos rios, da floresta amazônica e de todas as reservas naturais brasileiras, diante da crise do aquecimento global.

Esperamos que haja tempo para as mudanças necessárias, com urgência!

Estaremos inaugurando no final do mês, a Academia Cultural de Mulheres "Cora Coralina", na Internet, uma homenagem à mulher brasileira. O projeto-site "Novo Mundo Melhor", do Grupo Artforum Brasil XXI, é uma poética ao tempo, à vida, ao universo, ao planeta e à arte da vida, através de estudos, pesquisas, de novos projetos multiculturais e da produção de conhecimento.

Estamos nos preparando para a divulgação de um site-portal brasileiro especial, previsto para este ano. Ele será o primeiro portal dos GRUPOS ARTFORUM UNIFUTURO, na perspectiva de iniciarmos o  "II Fórum do Ser Humano e do Planeta", para darmos continuidade, ao 1º Fórum do Ser Humano, aberto em setembro de 1999, como parte da Agenda da 1ª Bienal Multicultural do Maranhão, intitulada "Sinergia dos Tempos: Passado, Presente, Futuro", oportunidade em que foi iniciado o Movimento Ecológico "Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta", que objetivou a organização de documentos em prol da Paz, defesa da natureza e do planeta, com a participação de artistas, jornalistas, escritores, alunos e professores universitários, em diversas cidades brasileiras, como São Luis, Fortaleza, Belo Horizonte, Rio, São Paulo, Campinas e Porto Alegre.

No Dia Mundial da Água, em 22 de abril, nossa mensagem continua sendo sempre a mesma, em relação à ÁGUA COMO UM BEM PÚBLIO E AO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE.


Brasil, 22 de março de 2007 - Sec. XXI

Ana Maria Félix Garjan
Diretora dos Grupos ARTFORUM UNIFUTURO

*Grupo Artforum Renaissance Vie Universelle
*Grupo Artforum Mundi Planet
*Grupo Artforum Brasil XXI

Escola de Ecologia Humana Mandala Zen
Arte, Visão, Pesquisa, Conhecimento, Ética,
Atitude pela Paz, Defesa do Planeta.
http://www.artforumunifuturobrasil.org/

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Brasil, 24 de março de 2011

Ana Maria Felix Garjan
Universidade Planetária do Futuro
Presidente-executica da UPF - Ano I
Diretora cultural, Grupos ARTFORUM Brasil XXI- 11 anos

Grupos ARTFORUM Brasil XXI
Grupos ARTFORUM Mundi Planet
Grupos ARTFORUM Renaissance Vie Universelle

Universidade Planetária do Futuro - Ano II


Centros Acadêmicos da UPF:
Centro de Ciências Humanas
Centro de Ciências Sociais
Centro de Ciências do Meio Ambiente
Centro Brasileiro de Academias de Culturas, Ciências e Artes

Diretores de Comunicação e Divulgação:
Ana Felix Garjan, Fátima Félix Rosar, Maria Inês Hamann Peixoto,
Luciana Fortes Félix, Carla Elder, Ivy Francis Ashu,
Edna Santana Mars e Jaak Bosmans

Universidade Planetária do Futuro - Ano II
http://projetoartforumuniversidade.blogspot.com/
Núcleo ARTFORUM Brasil / UPF - São Paulo
Diretora cultural: Ana Felix Garjan
Coordenadoras
Sonia Maria Batista, Adalzija Marta Machado Cuan
Anelise Sabino, Leila Mauro.
*
Representação dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI
Núcleos Culturais e Acadêmicos da Universidade Planetária:
São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Maranhão,
Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul
*
Parcerias Multiculturais:
Academia Boituvense de Letras e Artes - ABLA, Boituva - São Paulo
Fundação Blue Planet, Curitiba - Paraná
...

terça-feira, 15 de março de 2011

Tragédias naturais expõem perda da noção de limite, por Marco Aurélio Weissheimer



A Universidade Planetária do Futuro divulga importante artigo
veiculado no BOLETIM A CARTA MAIOR, em 12/03/2011



Tragédias naturais expõem perda da noção de limite



Nas catástrofes atuais, parece que vivemos um paradoxo: se, por um lado, temos um desenvolvimento vertiginoso dos meios de comunicação, por outro, a qualidade da reflexão sobre tais acontecimentos parece ter empobrecido, se comparamos com o tipo de debate gerado pelo terremoto de Lisboa, no século XVIII, que envolveu alguns dos principais pensadores da época. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas, construindo inclusive usinas nucleares nestas áreas. A idéia de limite se perdeu e a maioria das pessoas não parece muito preocupada com isso. O artigo é de Marco Aurélio Weissheimer.


Marco Aurélio Weissheimer



No dia 1° de novembro de 1755, Lisboa foi devastada por um terremoto seguido de um tsunami. A partir de estudos geológicos e arqueológicos, estima-se hoje que o sismo atingiu 9 graus na escala Richter e as ondas do tsunami chegaram a 20 metros de altura. De uma população de 275 mil habitantes, calcula-se que cerca de 20 mil morreram (há estimativas que falam em até 50 mil mortos). Além de atingir grande parte do litoral do Algarve, o terremoto e o tsunami também atingiram o norte da África. Apesar da precariedade dos meios de comunicação de então, a tragédia teve um grande impacto na Europa e foi objeto de reflexão por pensadores como Kant, Rousseau, Goethe e Voltaire. A sociedade europeia vivia então o florescimento do Iluminismo, da Revolução Industrial e do Capitalismo. Havia uma atmosfera de grande confiança nas possibilidades da razão e do progresso científico.

No Poème sur le desastre de Lisbonne, (“Poema sobr e o desastre de Lisboa”), Voltaire satiriza a ideia de Leibniz, segundo a qual este seria “o melhor dos mundos possíveis”. “O terremoto de Lisboa foi suficiente para Voltaire refutar a teodiceia de Leibniz”, ironizou Theodor Adorno. “Filósofos iludidos que gritam, ‘Tudo está bem’, apressados, contemplam estas ruínas tremendas” – escreveu Voltaire, acrescentando: “Que crimes cometeram estas crianças, esmagadas e ensanguentadas no colo de suas mães?”

Rousseau não gostou da leitura de Voltaire e responsabilizou a ação do homem que estaria “corrompendo a harmonia da criação”. "Há que convir... que a natureza não reuniu em Lisboa 20.000 casas de seis ou sete andares, e que se os habitantes dessa grande cidade se tivessem dispersado mais uniformemente e construído de modo mais ligeiro, os estragos teriam sido muito menores, talvez nulos", escreveu.

Já Kant procurou entender o fenômeno e suas causas no domínio da o rdem natural. O terremoto de Lisboa, entre outras coisas, acabará inspirando seus estudos sobre a ideia do sublime. Para Kant, “o Homem ao tentar compreender a enormidade das grandes catástrofes, confronta-se com a Natureza numa escala de dimensão e força transumanas que embora tome mais evidente a sua fragilidade física, fortifica a consciência da superioridade do seu espírito face à Natureza, mesmo quando esta o ameaça”.

A tragédia que se abateu sobre Lisboa, portanto, para além das perdas humanas, materiais e econômicas, impactou a imaginação do seu tempo e inspirou reflexões sobre a relação do homem com a natureza e sobre o estado do mundo na época. Uma época, cabe lembrar, onde os meios de comunicação resumiam-se basicamente a algumas poucas, e caras, publicações impressas, e à transmissão oral de informações, versões e opiniões sobre os acontecimentos. Nas catástrofes atuais, parece que vivemos um paradoxo: se, por um lado, temos um desenvolvimento vertiginoso dos meios de comunicação, por outro, a qualidade da reflexão sobre tais acontecimentos parece ter empobrecido, se comparamos com o tipo de debate gerado pelo terremoto de Lisboa.

A espetacularização das tragédias e a perda da noção de limite

Em maio de 2010, em uma entrevista à revista Adverso (da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), o geólogo Rualdo Menegat, professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituo de Geociências da UFRGS, criticou o modo como a mídia cobre, de modo geral, esse tipo de fenômeno.


“Ela espetaculariza essas tragédias de uma maneira que não ajuda as pessoas entenderem que há uma manifestação das forças naturais aí e que nós precisamos saber nos precaver. A maneir a como a grande imprensa trata estes acontecimentos (como vulcões, terremotos e enchentes), ao invés de provocar uma reflexão sobre o nosso lugar na natureza, traz apenas as imagens de algo que veio interromper o que não poderia ser interrompido, a saber, a nossa rotina urbana. Essa percepção de que nosso dia a dia não pode ser interrompido pelas manifestação das forças naturais está ligada à ideia de que somos sobrenaturais, de que estamos para além da natureza”.

Para Menegat, uma das principais lacunas nestas coberturas é a ausência de uma reflexão sobre a ideia de limite. É bem conhecida a imagem medieval de uma Terra plana, cujos mares acabariam em um abismo. Como ficou provado mais tarde, a imagem estava errada, mas ela trazia uma noção de limite que acabou se perdendo. “Embora a imagem estivesse errada na sua forma, ela estava correta no seu conteúdo. Nós temos limites evidentes de ocupação no planeta Terra. Não p odemos o cupar o fundo dos mares, não podemos ocupar arcos vulcânicos, não podemos ocupar de forma intensiva bordas de placas tectônicas ativas, como o Japão, o Chile, a borda andina, a borda do oeste americano, como Anatólia, na Turquia”, observa o geólogo.


Não podemos, mas ocupamos, de maneira cada vez mais destemida. O que está acontecendo agora com as usinas nucleares japonesas atingidas pelo grande terremoto do dia 11 de março é mais um alarmante indicativo do tipo de tragédia que pode atingir o mundo globalmente. O que esses eventos nos mostram, enfatiza Menegat, é a progressiva cegueira da civilização humana contemporânea em relação à natureza. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas. “Estamos ocupando locais que, há 50 anos atrás, não ocupávamos. Como as nossas cidades estão ficando giga ntes e ceg as, elas não enxergam o tamanho do precipício, a proporção do perigo desses locais que elas ocupam”, diz ainda o geólogo, que resume assim a natureza do problema:


"Estamos falando de 6 bilhões e 700 milhões de habitantes, dos quais mais da metade, cerca de 3,7 bilhões, vive em cidades. Isso aumenta a percepção da tragédia como algo assustador. Como as nossas cidades estão ficando muito gigantes e as pessoas estão cegas, elas não se dão conta do tamanho do precipício e do tamanho do perigo desses locais onde estão instaladas. Isso faz também com que tenhamos uma visão dessas catástrofes como algo surpreendente".


A fúria da lógica contra a irracionalidade


Como disse Rousseau, no século XVIII, não foi a natureza que reuniu, em Lisboa, 20.000 casas de seis ou sete andares. Diante de tragédias como a que vemos agora no Japão, não faltam aqueles que falam em “fúria da natureza� � ou, pior, “vingança da natureza”. Se há alguma vingança se manifestando neste tipo de evento catastrófico, é a da lógica contra a irracionalidade. Como diz Menegat, a Terra e a natureza não são prioridades para a sociedade contemporânea. Propagandas de bancos, operadoras de cartões de crédito e empresas telefônicas fazem a apologia do mundo sem limites e sem fronteiras, do consumidor que pode tudo.

As reflexões de Kant sobre o terremoto de Lisboa não são, é claro, o carro-chefe de sua obra. A maior contribuição do filósofo alemão ao pensamento humano foi impor uma espécie de regra de finitude ao conhecimento humano: somos seres corporais, cuja possibilidade de conhecimento se dá em limites espaço-temporais. Esses limites estabelecidos por Kant na Crítica da Razão Pura não diminuem em nada a razão humana. Pelo contrário, a engrandecem ao livrá-la de tentações megalomaníacas que sonham em levar o pensamento humano a a lturas irrespi ráveis. Assim como a razão, o mundo tem limites. Pensar o contrário e conceber um mundo ilimitado, onde podemos tudo, é alimentar uma espécie de metafísica da destruição que parece estar bem assentada no planeta. Feliz ou infelizmente, a natureza está aí sempre pronta a nos despertar deste sono dogmático.

Foto: Huffington Post

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Brasil, 15 de março de 2011

Universidade Planetária do Futuro
Centro de Ciências do Meio Ambiente
Diretor: Prof. Dr. Herbe Xavier




Universidade Planetária do Futuro - Ano II
http://projetoartforumuniversidade.blogspot.com/


Centros Acadêmicos da UPF:
Centro de Ciências Humanas
Centro de Ciências Sociais
Centro de Ciências do Meio Ambiente
Centro Brasileiro de Academias de Culturas, Ciências e Artes
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Ana Felix Garjan, Fátima Félix Rosar, Maria Inês Hamann Peixoto,
Luciana Fortes Félix, Carla Elder, Dechen Ivy Francis Ashu, Edna Santana Mars

Núcleo ARTFORUM Brasil / UPF - São Paulo

Diretora cultural: Ana Felix Garjan
Coordenadoras de eventos e exposições de arte
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Representação dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI
Núcleos Culturais e Acadêmicos da Universidade Planetária:

São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Maranhão,
Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul
Parceria Cultural em São Paulo
ABLA - Academia Boituvense de Letras e Artes

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher e o artigo "8 de Março", por Maria Aparecida Motta

A Universidade Planetária do Futuro, os Grupos ARTFORUM Brasil XXI e o Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta, têm a satisfação em divulgar artigo da Profa. Dra. Maria Aparecida Motta, pelo Dia Internacional da Mulher.


8 de Março

                                              Maria Aparecida Motta

Século XXI e ainda estamos em busca de acertarmos harmonicamente as relações humanas no conjunto da sociedade. Mais uma vez estamos em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, data esta celebrada tendo sua origem em 1857, com a greve das tecelãs da Cotton, em Nova Yorque. Como resposta, o patrão não hesitou em provocar um incêndio, matando 129 operárias.

Bem, mas voltemos aos dias atuais. Houve, sem dúvida, mudanças de comportamento nas relações domésticas e de trabalho. No entanto, a voz daquelas operárias ainda ecoa em nosso meio clamando por um tratamento justo e igualitário, quando a questão de músculos e força não está em jogo.


Considero-me adepta de princípios feministas desde jovem, porém coloco-me sempre como parte da espécie humana nas questões de discernimento em relação ao que se pretende formular ou discutir. Ao longo da civilização, a luta pela afirmação do “sexo frágil” manifestou-se nos vários segmentos da sociedade, com mais ou menos intensidade. No entanto, vemos e ouvimos notícias diárias de espancamentos, morte, agressões verbais, eliminação de projetos e empregos contra as mulheres. Quando a cabeça de uma mulher se põe a pensar, a dizer ”não”, a reivindicar direitos, estabelece-se o alerta do outro lado do mundo feminino.

No Brasil (e em outros países) vivemos numa sociedade arraigadamente machista. Há evidentemente muitos homens cuja lucidez extrapola o comum e colocam-se em qualquer situação, lado a lado, na luta e na defesa da igualdade de gêneros. Entretanto, o machismo não é privilégio do sexo masculino. É tão culturalmente enraizado que não raras vezes as próprias mulheres manifestam atitudes machistas ou são coniventes, até por medo, com o teor das mesmas.

A minha reflexão de hoje vai além das flores distribuídas ou presenteadas às mulheres. É necessário transpor barreiras, exigindo o respeito à causa feminina. Que sejam punidas as mortes passionais sejam respeitadas as suas escolhas amorosas e crenças religiosas, as suas opções ideológicas, os cargos que ocupam, o seu direito de ser ou não ser mãe, as suas angústias, as suas aspirações.

Neste 8 de março compartilho com as minhas co-irmãs os anseios por uma existência digna e justa em nossa sociedade, em nosso país. Não poderemos reconhecer a nossa alma feminina enquanto mulheres forem discriminadas, violentadas, mutiladas, executadas, exploradas, em nome de sua suposta inferioridade (pois há muito foi demonstrado que isto é falso) e em nome da intolerância. A relação entre gêneros não pode ser de confronto, mas de complemento nas mais diferentes formas de ocupar espaços ou de relacionamentos. Ao colocar a mulher no centro da reflexão de hoje, finalizo com o apelo ao respeito pleno, pois de seu corpo germinarão os filhos, de sua alma germinarão os sonhos...


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Brasil, 8 de março de 2011

Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos
Fórum Internacional de Mulheres do Futuro pela Paz do Planeta - 4 anos



ARTFORUM UNIFUTURO XXI

Abertura do espaço da Universidade do Futuro. Brasil, 28/12/2009

Na política do mundo globalizado está dada a largada para uma nova cadeia de intenções, atitudes e hábitos, diante das questões graves apresentadas pelos diversos cientistas e governantes dos 192 países que estiveram no encontro da cúpula da COP15, em dezembro de 2009. A nova estratégia de superação da crise do planeta e do mundo está sendo chamada de Nova Revolução Verde, pois o mundo já consome mais do que a natureza produz. Caberá aos homens e mulheres dos países, culturas e etnias descobrirem novas formas e hábitos que contribuam com a sustentabilidade que se faz necessária e urgente. O ano de 2010 será o Ano Internacional da Biodiversidade, e será muito importante para fechar a Primeira Década do Século XXI. A partir da Segunda Década o mundo iniciará, de forma mais veloz, o seu encontro com o Ano de 2050, onde estarão as novas fórmulas científicas que poderão garantir o futuro da humanidade do Planeta Terra. Ele é um orbe que tem seus sistemas independentes dos sistemas do homem, mas o mundo precisa refletir sobre suas atitudes em relação à natureza, aos animais, às águas, aos sistemas vivos, e às grandes causas da nossa humanidade. Brasil, 28 de dezembro de 2009. Ana Felix Garjan - Idealizadora do projeto Universidade Planetária do Futuro e membro da comissão dos fundadores da sociedade cultural, sem fins lucrativos: Grupos ARTFORUM Brasil XXI, que organizou o Plano Nossa Década 2001 - 2010 e o Programa Universidade Aberta "Telhados do Mundo" .
Nossos sites principais: : http://www.artforumunifuturobrasil.org/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html Cultura Humanista-Planetária por um mundo melhor.

Primeiro Documento Oficial da Universidade Planetária do Futuro

Aos vinte e três dias do mês de março do ano de 2010 - o último da Primeira Década do Século XXI foi realizado um Fórum – Conferência dos fundadores, diretores e consultores dos Grupos Artforum Brasil XXI e da Universidade Planetária do Futuro, após reuniões, roteiros metodológicos e projetos especiais registraram a organização da estrutura da Universidade Planetária do Futuro, considerando a primeira reunião realizada em dezembro de 2009. Foram aprovados artigos do documento filosófico da UNIFUTURO, para fins de sua institucionalização, em nome da História, da Filosofia, da Ciência e da Cultura Humanista-Planetária. ***ARTIGOS APROVADOS ***Artigo I - Que a ética humana, as filosofias, ciências, culturas, literaturas, linguagens e as tecnologias de todas as áreas e setores do mundo se voltem para a construção de novos projetos que contribuam para a construção de um novo mundo justo, pacífico e humanizado, nas próximas décadas, séculos e milênios. *** Artigo II - Que possamos contribuir com a justiça e a paz mundial, a partir de efetivas mudanças e da transformação da sociedade mundial e seus sistemas. Que sejam vivos e reais os Direitos e Deveres da Humanidade para com a Pessoa Humana, a Natureza, os Animais e o Planeta. Desejamos que sejam concretas as atitudes humanas e a solidariedade em prol de um mundo mais humanizado. ** Artigo III - Que os direitos humanos sejam respeitados em todos os países e territórios do mundo político e social. Que as Filosofias, Ciências, Culturas e Artes sejam conexões de justiça para os povos e cidades abandonadas do mundo. Que haja Justiça e Paz para as mulheres e seus filhos mortos/desaparecidos no Brasil e em todos os países. ***Artigo IV - Que todas as ciências, tecnologias, artes, linguagens estéticas, literatura e atitudes humanas contribuam para as mudanças que se fazem necessárias e urgentes, para a transformação da sociedade mundial. ***** Artigo V - Que as pessoas, grupos, comunidades, associações, organizações e instituições e governos cumpram com seus deveres e com seu papel transformador, no âmbito da sociedade onde estão inseridas. Que todo saber e conhecimento contribuam para o novo tempo do mundo, nesse início da segunda década do século XXI. ** Conclusão em síntese: Somos todos sementes da arte da humanidade da Terra, através da cultura, das ciências humanas, das ciências sociais e das tecnologias humanizadas, neste ano de 2010, e em nosso país, o Brasil que registra seus 510 anos de história, educação, cultura e literatura. *Somos semeadores do futuro e passageiros do amanhã. Que haja transformação das sociedades, em prol da Justiça e Paz da humanidade.*** Brasil, 23 de março de 2010 - Século XXI-Terceiro Milênio. Assinam este documento os Fundadores, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro. Brasil, 23 de março de 2010 - Último ano da 1ª Década do Século XXI.

Homenagens da Universidade Planetária do Futuro, em 2010

Nosso Tributo à África - seu povo e cultura; às Américas; aos cinco continentes, aos mares, oceanos, terras, povos do mundo, à diversidade cultural de hoje e do futuro. Homenagem ao Brasil - Cinco séculos de história, cultura e instituições oficiais. Homenagem aos representantes das etnias que formaram o povo brasileiro, e ao seu futuro. Homenagem aos grandes nomes da História, da Educação, da Cultura e Ciências, e das áreas do conhecimento científico desenvolvidos ao longo dos três milênios, nos séculos e décadas do mundo. Homenagem aos que lutaram e lutam pela Justiça e Paz Mundial em prol de um Mundo Melhor. Homenagem e reconhecimento às pessoas, grupos e organizações que trabalham pela Educação e Cultura Humanista - Planetária, em prol da nossa humanidade, da natureza e do planeta. Brasil, janeiro de 2010. Conselho Universitário, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro.

Universidade Planetária: Filosofias, Culturas e Ciências 2011.

*UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO - Aos 25 dias de setembro de 2011 foi celebrado e divulgada e estrutura administrativa da Universidade Planetária do Futuro, para que ela possa atingir seus objetivos e missões. A presidência será formada por membros do Conselho Diretor , Coordenadores e Colaboradores. *Estrutura da Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO: *Centro de Ciências Sociais *Centro de Pesquisa e Ciências do Meio Ambiente. *Departamento de Arte Educação. *Departamento de Comunicação, Divulgação Científica e Cultural. *Departamento de Projetos Especiais. *A Representação e divulgação da Unifuturo será desenvolvida através de sites, blogs e páginas em redes sociais *** Brasil, 25 de setembro de 2011. Bem-Vindos! Welcome! Bienvenidos!

Somos passageiros do futuro e trabalhamos pelo Mundo Melhor.

O "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", dos Grupos ArtForum Brasil XXI foi escrito em 2001, como resultado de fóruns e diálogos dos Grupos Artforum Renasissance vie Universelle, Artforum Mundi Planet, com grupos universitários e organizações de cultura e meio ambiente. Os fóruns foram coordenados por Ana Felix Garjan, que elaborou o texto - mantra do Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta, em 2001. O manifesto inspirou a "Carta Magna" da Universidade Planetária do Futuro - 2ª Década do século XXI. *****Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta: http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html

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