FÓRUM CULTURAL E CIENTÍFICO DA UNIFUTURO
A Universidade Planetária do Futuro registra no Fórum científico de seu espaço organizacional o lançamento da importante obra literária que tem como tema central a Fundação da França Equinocial no Maranhão em 1612.
Ao publicar e lançar essa obra, a escritora Ana Luiza Almeida Ferro contribui com História de São Luís, do Maranhão e do Brasil.
Capa do livro 1612, da escritora Ana Luiza Almeida Ferro
A Promotora de Justiça e escritora Ana Luiza Almeida Ferro lançou, oficialmente, a obra 1612: Os papagaios amarelos na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís, pela Editora Juruá, de Curitiba, com 776 páginas, em evento da Academia Ludovicense de Letras (ALL), em São Luís - Patrimônio Cultural da Humanidade, no Brisamar Hotel, Ponta d'Areia, a partir das 18h30min de hoje, 11 de dezembro de 2014. As comemorações dos 402 anos de fundação de São Luís é ampliada com a publicação dessa obra.
O livro tem prefácios dos historiadores Lucien Provençal, Vasco Mariz e Antonio Noberto e apresentação de Wilson Ferro. A obra teve um pré-lançamento no exitoso Simpósio 400 anos da Batalha de Guaxenduba, promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) na Academia Maranhense de Letras no período de 19 a 21 de novembro, e foi escolhida, mediante votação, para representar o mesmo IHGM no Prêmio Pedro Calmon, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).
Além da abordagem histórica sobre a França Equinocial e a fundação de São Luís, baseada em pesquisa de quase três anos, o livro inclui documentos históricos, como as Leis Fundamentais decretadas na Ilha do Maranhão e o interrogatório dos prisioneiros franceses da Batalha de Guaxenduba, e poemas em homenagem a São Luís, Ilha do Maranhão.
Esse livro já é considerado um marco importante na literatura maranhense e brasileira que possui como tema central a fundação da França Equinocial no Maranhão em 1612, focalizando desde os seus antecedentes até os primeiros anos que se seguiram à expulsão dos franceses do norte do Brasil.
O livro em foco tem uma edição europeia da mesma obra, sob o título 1612: Os Franceses na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís (Lisboa: Editorial Juruá, 2014).
Esse livro já é considerado um marco importante na literatura maranhense e brasileira que possui como tema central a fundação da França Equinocial no Maranhão em 1612, focalizando desde os seus antecedentes até os primeiros anos que se seguiram à expulsão dos franceses do norte do Brasil.
O livro em foco tem uma edição europeia da mesma obra, sob o título 1612: Os Franceses na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís (Lisboa: Editorial Juruá, 2014).
Capa da edição europeia da obra, sob o título:
1612: Os Franceses na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís.
1612: Os Franceses na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís.
(Lisboa: Editorial Juruá, 2014).
Dados sobre a obra
Esse livro já é considerado um marco importante na literatura maranhense e brasileira, pois possui como tema central a fundação da França Equinocial no Maranhão em 1612, focalizando desde os seus antecedentes até os primeiros anos que se seguiram à expulsão dos franceses do norte do Brasil.
É uma viagem exploratória e crítica que acompanha a importante Era dos Descobrimentos e a partição do Mar-Oceano, as primeiras tentativas portuguesas de povoamento e colonização do Brasil e do Maranhão, a definição nebulosa da origem do nome “Maranhão”, as investidas dos gauleses pelo Novo Mundo, as guerras de religião que ensanguentaram a França na segunda metade do século XVI e cujos efeitos ainda assombrariam o país e seus empreendimentos no século seguinte, a chegada de cerca de quinhentos franceses (os “papagaios amarelos”, como eram chamados pelos índios) à Ilha do Maranhão em 1612, o reconhecimento da terra, a fundação da cidade de São Luís, a decretação das leis institucionais da colônia, a convivência dos padres capuchinhos Claude d’Abbeville e Yves d’Évreux com os tupinambás da ilha e das circunvizinhanças, o regresso de François de Razilly à França, os antecedentes, a deflagração e os desdobramentos da Batalha de Guaxenduba, a subsequente trégua firmada entre os gauleses e os lusos, a rendição do Forte São Luís, o destino das principais figuras da disputa franco-ibérica pelo Maranhão e os sucessivos governos de São Luís até a invasão holandesa.
Nesse estudo é reafirmada inequivocamente, em primeiro plano, a atribuição da honra da fundação de São Luís aos gauleses; ademais, são analisadas as fases e características do mito da “origem” lusitana de São Luís e é destacado o fato de que Razilly, diferentemente de La Ravardière, por muito tempo teve o seu papel na implantação da França Equinocial e na fundação da cidade subestimado.
Síntese sobre a autora
Perfil
Ana
Luiza Almeida Ferro é Promotora de Justiça, historiadora, conferencista e palestrante nacional, escritora, acadêmica.
Como mulher pública ludovicense tem contribuído com diversas instituições
maranhenses e brasileiras. Dedica-se, entre suas diversas atividades, à pesquisa histórica maranhense e brasileira.
É Doutora (2006) e Mestre (2002) em Direito (Ciências Penais), pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), graduada em Letras
- Licenciatura, habilitação em Língua Inglesa
(1984-1988), e em Direito (1988 - 1993) pela Universidade
Federal do Maranhão;
Professora de Direito da Universidade Ceuma, professora da
Escola Superior do Ministério Público do Maranhão (ESMP), membro efetivo da
Academia Maranhense de Letras Jurídicas Maranhão (AMLJ), da qual foi presidente no
biênio 2011-2013, e da Academia Caxiense de Letras (ACL), Sócia Efetiva do
Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Membro Fundador da
Academia Ludovicense de Letras (ALL), Membro honorário da Academia Paraibana de
Letras Jurídicas (APLJ), Membro de Honra da Sociedade Brasileira de Psicologia
Jurídica (SBPJ) e membro da União Brasileira de Escritores (UBE).
Integra a Comissão Gestora do Programa Memória Institucional do
Ministério Público do Estado do Maranhão. Foi Professora de Língua
Inglesa do Núcleo de Cultura Linguística da UFMA, em São
Luís - MA, e de Criminologia da Fundação Escola de Criminologia da Fundação
Escola Superior do Ministério Público de Minas Gerais, ministrando em
curós de pós-graduação em Ciências Penais, em Belo Horizonte - MG.
É portadora do First Certificate in English e do Certificate of Proficiency inEnglish, concedidos pela University of Cambridge, Inglaterra, e do Certificat pratique de langue française (1er degré), do Diplôme d études françaises (2e degré) e do Diplôme supérieur détudes françaises (3e degré), pela Université de Nancy II, França. Além dos idiomas inglês, e francês, estudou o espanhol, o
italiano e o alemão. Realizou estudos de pré-mestrado,
na área de Inglês (literatura), na University of Oregon, em Eugene, Estados
Unidos (1991). Foi selecionada para participar das obras: Poetas brasileiros de
hoje 1986 e Poetas brasileiros de hoje 1987, da Revista Poesia Sempre Polônia, da Fundação Biblioteca Nacional (2008), e da revista italiana Il Convivio (2004).
É autora de vários livros, sobretudo jurídicos ou de poesias:
O Tribunal de Nuremberg (2002), Versos e anversos (2002), em coautoria), Escusas absolutórias no Direito Penal (2003), Robert Merton
e o Funcionalismo (2004), O crime de falso testemunho ou falsa perícia (2004),
Quando: poesias (2008), A odisséia ministerial timbira: poema (2008), A
Interpretação constitucional: a teoria procedimentalista de John Hart Ely
(2008), Crime organizado e organizações criminosas mundiais (2009, pelo qual
foi entrevistado no Programa do Jô, da Rede Globo (2010), O náufrago e a linha
do horizonte: poesias (2012), a Criminalidade organizada: comentários à Lei 12.850,
de 02 de agosto de 2013 (2014, em co-autoria), entre outros.
É autora de diversos artigos jurídicos e
históricos e de peças processuais publicadas em livros e revistas
especializadas, como a Revista dos Tribunais e a Revista do IHGM - Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, (edição
eletrônica).
Obteve o 1º lugar no Concurso Epistolar Internacional para jovens, promovido pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, Delegacia Regional do Maranhão (1982). Ela
foi premiada no Concurso Jovem Embaixador 1983, promovido por O Globo e outras
instituições, no Rio de Janeiro - RJ.
Logrou
o segundo lugar no Premio “Poesia,Prosa ed Arti figurative”, Sezione
Stranieri, Libro edito in portughese, promovido pela Accademia
Internazional e II Convivio, da Itália, com a obra Quando: poesias, em 2014.
Foi receber sua premiação, recentemente, na Itália. Recebeu a Medalha
"Souzândrade" do Mérito Universitário, concedido pela UFMA (1987), e foi
agraciada com a Comenda Gonçalves Dias, concedida pelo Instituto Histórico e
Geográfico do Maranhão (2013).
Com
o lançamento da obra 1612 - Os Papagaios Amarelos na Ilha do Maranhão e a
Fundação de São Luís, a escritora Ana Luiza Almeida Ferro conquista mais um
destaque em sua trajetória profissional, acadêmica, literária e científica.
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Brasil, 11 de dezembro de 2014
Universidade Planetária do Futuro - Ano V
Pesquisa, Conhecimento, Memória
Universidade Planetária do Futuro - Ano V
Pesquisa, Conhecimento, Memória
Departamento de divulgação cultural e científica
Coordenação: Ana Maria Felix Garjan
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