* UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO, fundada em janeiro de 2010, pelos Grupos ARTFORUM Brasil XXI

*** Século XXI. A Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO foi organizada em 2009.São seus Fundadores: As famílias: D.G.F.C., M. F. F. R., A.M.F.G., J.L.C.F. J.L.C.F. Os fundadores são patronos dos Grupo ARTFORUM Brasil XXI que foi organizado em 2001- XXI. Setores UNIFUTURIO: Conselho Universitário, Diretores de áreas acadêmicas, departamento e Grupos de pesquisa, comunicação, edição, divulgação de suas e matérias, artigos institucionais, academias, revistas, sites, blogs e matérias de convidados, como professores, doutores, jornalistas, e homenagens especiais. *** Enunciados da Carta Magna da UNIFUTURO: Os fundadores, patronos, a presidência, diretores, consultores e diretores do presidência do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, do seu Projeto especial, Universidade Planetária do Futuro prestam tributo à Humanidade, à Paz Mundial, ao Brasil de 5 séculos; Aos povos da África e do mundo; A todas as etnias que formam o povo brasileiro; Às montanhas e aos picos da Terra; A todas as florestas; águas, oceanos, mares, rios, riachos e fuos de água dos cinco continentes; À Amazônia sua biodiversidade e à biodiversidade brasileira e do planeta. Brasil, março de 2009, Séc. XXI. Boas vindas! Bienvenidos! Welcome#

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo para o Brasil e para a Humanidade!






Brasil, 31 de dezembro de 2011

Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano III

O FUTURO NOS ESPERA AGORA!
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

2012: O FUTURO NOS ESPERA



Brasil, 28 de dezembro de 2011

Universidade Planetária do Futuro - Ano III

- Um novo projeto para a humanidade:
Aureum Visio

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Tempo de Reflexão e Trabalho

Novo tempo rumo ao futuro

Desejamos que a paz entre os povos seja o marco mais importante, após o tempo natalino de 2011, que prepara a nossa humanidade para o Ano Novo de 2012!


Brasil, 25 de dezembro de 2011

Ana Felix Garjan
ARTFORUM Brasil XXI

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Natal: Reflexão. Ano Novo: Transformação!


Paz para a Humanidade!

Brasil, 23/12/2011

Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano III

Departamento de Comunicação e Divulgação:
Ana Felix Garjan e Grupo
...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feliz Natal para os brasileiros e para a humanidade!

A Universidade Planetária do Futuro - Ano III
e os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
desejam Justiça e Paz para os brasileiros e para a humanidade!

Que em cada coração nasça uma árvore de sonhos e realizações!

Brasil, 21 de dezembro de 2010



Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos


Universidade Planetária do Futuro
- Cultura humanista-planetária!

É tempo de mundança e transformação!

Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta:

Divulgação: Ana Felix Garjan e Grupos

Natal da Humanidade por um Mundo Melhor



O Menino Jesus veio para salvar a humanidade!

Brasil, 23/12/2011

Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos

domingo, 11 de dezembro de 2011

Homenagem especial a Clarice Lispector - 91 anos




Poster comemorativo aos 91 anos de Clarice Lispector


A Universidade Planetária do Futuro - Ano III e os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos têm grande satisfação em homenagear os 91 anos da importante escritora brasileira Clarice Lispector.

Foram registradas matérias em sua homenagem nas academias virtuais dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos, tais como: Academia de Artes e Poéticas Clarice Lispector, Academia Majestade ArtePoesia do Mundo e Rede Acadêmica de Cultura, Artes e Ciências. Esses espaços virtuais resultam de estudos, pesquisa e projetos que fazem parte do Departamento de Arte, Cultura e Projetos especiais da Universidade Planetária o Futuro, idealizados e coordenados por Ana Felix Garjan.

As homenagens a Clarice Lispector continuam aqui na Universidade Planetária do Futuro, na data de hoje e nessa semana que se inicia amanhã, através de outros espaços virtuais dos Grupos ARTFORUM Brasil.


Alguns dados da biografia de Clarice Lispector, importante escritora, poesta e contista brasileira


Clarice Lispector nasceu em 10 de dezembro de 1925 em Tchetchelnik, Ucrânia. Quando ela contava apenas dois meses de idade, sua família mudou-se para o Brasil. Clarice passou a infância em Recife e em 1937 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde cursou direito.


Clarice se dedicou à literatura ainda muito jovem, quando escreveu o romance Perto do Coração Selvagem (1943). Sua visão interiorizada do mundo da adolescência teve acolhida da crítica e recebeu o Prêmio Graça Aranha. Recém-casada, viajou para Nápoles em 1944, onde serviu num hospital da Força Expedicionária Brasileira. De volta ao Brasil, publicou o livro O Lustre, em 1946. Depois de uma longa estada na Suíça e Estados Unidos, fixou-se no Rio de Janeiro.


Clarice Lispector foi uma poeta e escritora ucraniana, radicada no Brasil. Sua obra, densa e original, figura entre as mais importantes da narrativa literária brasileira. As circunstâncias exteriores e a trama narrativa têm importância secundária nos contos e romances de Clarice Lispector. Em busca de uma linguagem especial para expressar paixões e estados de alma, a escritora utilizou recursos técnicos modernos como a análise psicológica e o monólogo interior.


A obra de Clarice Lispector expressa uma visão profundamente pessoal e existencialista do dilema humano, num estilo que se caracteriza pelo vocabulário simples e pela estrutura frasal elíptica. Sua ficção transcende o tempo e o espaço; os personagens são com freqüência femininos.


"A melhor prosa da autora se mostra nos contos de A Legião Estrangeira (1964) e Laços de Família (1972). Em obras como A maçã no Escuro (1961), A Paixão Segundo G.H. (1964) e Água-viva (1973), os personagens, alienados e em busca de um sentido para a vida, adquirem gradualmente consciência de si mesmos e aceitam seu lugar num universo arbitrário e eterno. Escreveu ainda A Cidade Sitiada (1949), Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres (1969) e A Hora da Estrela (1977), que conta a história de Macabéa, moça do interior em busca de sobreviver na cidade grande. A versão cinematográfica desse romance, dirigida por Suzana Amaral em 1985, conquistou os maiores prêmios do festival de cinema de Brasília e deu à atriz Marcélia Cartaxo (papel principal), o troféu Urso de Prata em Berlim em 1986".

A obra de Clarice Lispector é cheia de expressões linguísticas próprias, de uma estrutura sintática inédita que encanta, envolve e motiva o leitor a desejar ler mais e mais seus contos e sua literatura que representa um importante universo linguístico e poético, que chegou a renovar e ampliar seus conceitos de leitura.


Clarice Lispector em sua literatura se apresenta através de suas estéticas que posssuem temática voltada para as questões existenciais do ser humanao, para a história da mulher na sociedade e suas contradições. Como grande escritora e contista ela inova na linguagem utilizando enígmas e a subjetividade nos diversos questionamentos do mundo externo e interno, motivando uma consciência do mundo da personagem.


O conto Amor foi escrito numa época em que havia uma crise de moralismo rígido no país, na década de 50. Na década de 60 para 70, a liberação do estado de espírito anterior foi grande, com as experiências com drogas, a revolução sexual e os protestos juvenis, além, é claro, do endurecimento do governo e o controle de tudo e de todos. Nos anos 60, houve muitos conflitos. A ditadura militar calava os artistas e não deixava que suas obras fossem expostas, pois muitos acreditavam que eram ou seriam contra o governo da época. Nessa triste período em nosso país ocorreram conflitos internos, inquietações e crises de identidades na sociedade, que buscavam uma alternativa de vida.


Num sentido mais amplo, Clarice Lispector, posssuia grande capacidade linguística, às vezes irônica, cujo processo de criação reflete a vida social, os costumes, os medos, bem como o comportamento de seus personagens, e por issso também ela é considerada como uma contista para a literatura brasileira.



Algumas frases de Clarice que estão divulgadas amplamente na Internet


"Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite."

"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento".

"Sendo este um jornal por excelência, e por excelência dos precisa-se e oferece-se, vou pôr um anúncio em negrito: precisa-se de alguém homem ou mulher que ajude uma pessoa a ficar contente porque esta está tão contente que não pode ficar sozinha com a alegria, e precisa reparti-la. Paga-se extraordinariamente bem: minuto por minuto paga-se com a própria alegria. É urgente pois a alegria dessa pessoa é fugaz como estrelas cadentes, que até parece que só se as viu depois que tombaram; precisa-se urgente antes da noite cair porque a noite é muito perigosa e nenhuma ajuda é possível e fica tarde demais. Essa pessoa que atenda ao anúncio só tem folga depois que passa o horror do domingo que fere. Não faz mal que venha uma pessoa triste porque a alegria que se dá é tão grande que se tem que a repartir antes que se transforme em drama. Implora-se também que venha, implora-se com a humildade da alegria-sem-motivo. Em troca oferece-se também uma casa com todas as luzes acesas como numa festa de bailarinos. Dá-se o direito de dispor da copa e da cozinha, e da sala de estar.

P.S. Não se precisa de prática. E se pede desculpa por estar num anúncio a dilacerar os outros. Mas juro que há em meu rosto sério uma alegria até mesmo divina para dar".


"Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada".

"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando"...

"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."

"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro".

"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros."

"Eu sou à esquerda de quem entra. E estremece em mim o mundo. (...) Sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro.Sou um coração batendo no mundo."

"Aceitar-me plenamente? É uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto:meu coração está espantado. É por isso que toda minha palavra tem um coração onde circula sangue" (Um sopro de vida)

"...Respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver."

..."Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma."

"A harmonia secreta da desarmonia. Quero não o que está feito mas o que tortuosamente ainda se faz."

"...há impossibilidade de ser além do que se é - no entanto eu me ultrapasso mesmo sem o delírio, sou mais do que eu, quase normalmente - tenho um corpo e tudo que eu fizer é continuação de meu começo... a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo. Quem sou? Bem, isso já é demais...."

"E se me achar esquisita, respeite também, até eu fui obrigada a me respeitar".

"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas as vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: Quer-se absorve a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."

"É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo." (Das Vantagens de Ser Bobo).


"Se uma pessoa perguntar durante meia hora "eu", essa pessoa se esquece quem é. Outras podem enlouquecer. É mais seguro não fazer jamais perguntas - porque nunca se atinge o âmago de uma resposta. E porque a resposta traz em si outra pergunta."

"Que ninguém se engane: só se consegue a simplicidade através de muito trabalho."

"Não se pode falar de silêncio como se fala de neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: Sentiu o silêncio deta noite? Quem ouviu não diz."

"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca".

"O que é um espelho? é o único material inventado que é natural. Quem olha um espelho, quem consegue vê-lo sem se ver, quem entende que a sua profundidade consiste em ele ser vazio ... esse alguém percebeu o seu mistério de coisa."


"Sou uma filha da natureza: quero pegar, sentir, tocar, ser. E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério. Sou uma só... Sou um ser. E deixo que você seja. Isso lhe assusta? Creio que sim. Mas vale a pena. Mesmo que doa. Dói só no começo."


" Não sei separar os fatos de mim, e daí a dificuldade de qualquer precisão, quando penso no passado."


"Estava permanentemente ocupada em querer e não querer ser o que eu era, não me decidia por qual de mim, toda é que nao podia ser; ter nascido era cheio de erros a corrigir. Só tinha tempo de crescer. O que eu fazia para todos os lados, com uma falta de graça que mais parecia o resultado de um erro de cálculo. Na minha pressa eu crescia sem saber pra onde."


" Mas nem sempre é necessário tornar-se forte. Temos que respeiar nossas fraquezas. Então, são lágrimas suaves, de uma tristeza legítima à qual temos direito. Elas correm devagar e quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto pouco salgado, produto de nossa DOR mais profunda.


"Inútil querer me classificar,eu simplesmente escapulo não deixando. Gênero não me pega mais."


"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador."


"Tão secreta é a verdadeira vida, que nem a mim, que morro dela, me pode ser confiada a senha, morro sem saber de quê. E o segredo é tal que, somente se a missão chegar a se cumprir é que, por um relance, percebo que nasci incumbida - toda vida é uma missão secreta."


"Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero. Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos".


Clarice Lispector morreu no Rio de Janeiro em 9 de dezembro de 1977.





Homenagem a Clarice Lispector, 91 anos, em 10/12/2011
http://academiamajestadeartepoesiadomundo.blogspot.com/2011/12/homenagem-clarice-lispector-91-anos-em.html
.
Homenagem especial a Clarice Lispector, 91 anos, em 10/12/2011


Brasil, 11 de dezembro de 2011


Universidade Planetária do Futuro - Ano III
Centro de Ciências Humanas
Departamento de Filosofias contemporâneas
Departamento de Arte, Cultura e Projetos
Departamento de Comunicação Social
Departamento de Divulgação Cultural


Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
Cultura por um mundo melhor
Divulgação: Ana Felix Garjan e Grupos

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

COP- 17 encerrará no dia 10 de dezembro. O mundo espera uma resposta!


 

A Uiversidade Planetária do Futuro completa 2 anos neste mês de dezembro, e nosso compromisso continuará em divulgarmos notícias, informações, matérias, artigos, opiniões e núcleos de referências, em prol da preservação do nosso planeta, paz da humanidade e da natureza. Estamos fazendo a nosss parte através da cultura humanista- planetária, que é nosso importante eixo de referência e conceito.

 
Pessoas de todas as culturas e etnias desejam um Planeta Vivo!


 

Vamos salvar o Planeta Agora!

A Universidade Planetária do Futuro -Ano III e seu atual Centro de Ciências e Pesquisas de Meio Ambiente divulgam matéria sobre a COP-17, que está sendo realizada em Durban, na África do Sul, até amanhã, dia 10/12/2011.

Compartilhamos matérias sobre a COP -17ª Conferência das Nações Unidas que discute sobre as mudanças climáticas em Durban, na África do Sul, de 28/11 a 9/12. Mas foi o encerramento foi prorrogado para amanhã, dia 10/12/2011, para hoje ainda não havia um acordo entre as centenas de países da COP.

O Brasil tem metas voluntárias de reduzir de 36,1% a 38,9% suas emissões até 2020 e diz que conseguirá atingir a meta antes do previsto, e afirma estar pronto para negociar um acordo vinculante global a partir de 2020.


Protesto no COP 17- Manifestantes reunidos em Durban, na África do Sul, sede da COP 17, pedem que conferência chegue a consenso global sobre o clima.

Manifestantes reunidos em Durban, na África do Sul, sede da COP 17,
pedem que conferência chegue a consenso global sobre o clima.


Os dias têm sido agitados na cidade sul-africana de Durban, onde acontece a conferência sobre o clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 17. Uma manifestação, segundo a polícia local, reuniu cerca de 10 mil pessoas nas ruas, com um único propósito: pedir aos diplomatas, reunidos desde a última segunda-feira (28) na conferência, um consenso para a criação de um acordo global que reduziria as emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pela elevação da temperatura no planeta.

Durante o protesto, ambientalistas e integrantes de partidos políticos seguravam faixas que mostravam frases como “a mudança climática está me matando” ou traziam no corpo pinturas com símbolos como o de uso da energia nuclear no mundo.

Uma das principais tarefas desta COP 17 é tentar prorrogar o Protocolo de Kyoto – que expira em 2012 – e hoje é o único acordo existente segundo o qual a maioria dos países desenvolvidos (os Estados Unidos, segundo maior emissor, não participam porque não ratificaram internamente o acordo) têm metas de redução das emissões. Se ele não for estendido, não haverá nada em seu lugar. E o que já está ruim, ficará pior.

Outra discussão importante é o estabelecimento do “fundo verde”, que, segundo os acordos de Cancún (COP 16) deve oferecer US$ 100 bilhões anuais de financiamento de ações de redução de emissões e adaptação às mudanças climáticas a países pobres até 2020. O problema é quem vai pagar a conta, diante da crise mundial que se avoluma. Os países ricos, por exemplo, exigem que as nações emergentes, como China, Brasil, entre outros, também assumam compromissos.

( Terra da Gente, com info Globo Natureza )



Divulgamos:
09/12/2011 - 22h22
UOL Notícias


Em novo texto de Kyoto, países desenvolvidos tem "objetivo de garantir" cortes de 25% a 40% em suas emissões

Lilian Ferreira

Do UOL Ciência e Saúde, em Durban


Novo texto apresentado sobre o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012, traz o "objetivo de garantir" cortes de 25% a 40% nas emissões em 2020 sobre os níveis de 1990 para os países desenvolvidos. Este texto está sob análise dos ministros e deve ir à votação no plenário na manhã de sábado (10).

O valor exato para cada país ainda não foi atribuido e está atrelado à revisão em 2015, quando sai o relatório do IPCC que irá indicar se as medidas adotadas até então são eficientes para combater o aquecimento global. O segundo período de comprometimento vai apenas até 2017 e não 2020. O texto conta com as promessas feitas em Copenhague, COP-15, de corte de pelo menos 20%.

Os EUA, que já não fazem parte do acordo, Japão, Rússia e Canadá não participam do segundo período, que deve contar com a União Europeia, Austrália e Nova Zelândia.

Outras notícias:

O final de semana passada foi agitado na cidade sul-africana de Durban, onde acontece a conferência sobre o clima da Organização das Nações Unidas (ONU), a COP 17. Uma manifestação, segundo a polícia local, reuniu cerca de 10 mil pessoas nas ruas, com um único propósito: pedir aos diplomatas, reunidos desde a última segunda-feira (28) na conferência, um consenso para a criação de um acordo global que reduziria as emissões de gases de efeito estufa, responsáveis pela elevação da temperatura no planeta. Durante o protesto, ambientalistas e integrantes de partidos políticos seguravam faixas que mostravam frases como “a mudança climática está me matando” ou traziam no corpo pinturas com símbolos como o de uso da energia nuclear no mundo.

Uma das principais tarefas desta COP 17 é tentar prorrogar o Protocolo de Kyoto – que expira em 2012 – e hoje é o único acordo existente segundo o qual a maioria dos países desenvolvidos (os Estados Unidos, segundo maior emissor, não participam porque não ratificaram internamente o acordo) têm metas de redução das emissões. Se ele não for estendido, não haverá nada em seu lugar.

Outra discussão importante é o estabelecimento do “fundo verde”, que, segundo os acordos de Cancún (COP 16) deve oferecer US$ 100 bilhões anuais de financiamento de ações de redução de emissões e adaptação às mudanças climáticas a países pobres até 2020. O problema é quem vai pagar a conta, diante da crise mundial que se avoluma. Os países ricos, por exemplo, exigem que as nações emergentes, como China, Brasil, entre outros, também assumam compromissos.

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Reflexos das mudanças climáticas


09/12/2011 - 10h45 / Atualizada 09/12/2011 - 11h58


Na reta final, países negociam quais serão os termos do acordo da COP-17

Lilian Ferreira

Do UOL Ciência e Saúde, em Durban




"Estamos engajados. Estamos lidando agora com "como" será este acordo para combater as mudanças climáticas. Precisamos acordar como iremos trabalhar no futuro. O que vamos fazer até 2015, com o relatório do IPCC, e de lá até 2020", disse a presidente da COP-17, Maite Emily Nkoana-Mashabane.

A Conferência do clima, que termina nesta sexta-feira (09), deve acertar um acordo para garantir o segundo período de comprometimento do Protocolo de Kyoto (que expira em 2012) até 2020; um novo tratado legal e vinculante para reduzir as emissões, para todos os países, a partir de 2020; e a operacionalização do Fundo Verde, que visa destinar até 100 bilhões de dólares ao ano até 2020 para combater as mudanças climáticas em países pobres.
Depois que EUA, Brasil, China e outros países concordaram com a construção de um pacto global para combater o aquecimento global para 2020, como queria a União Europeia para assinar a prorrogação de Kyoto, os países agora estão reunidos para escrever o texto.
A divergência é sobre os termos que irão definir este novo acordo para 2020: se ele será legalmente obrigatório (como quer a UE) e quais serão as obrigações dos países (se os em desenvolvimento terão menos obrigações que os desenvolvidos). Os EUA não querem um acordo legalmente vinculante, pois ele teria de ser aprovado no Senado, o que não deve acontecer.
Connie Hedegaard, a negociadora da UE, disse em seu Twitter: "China, EUA e Índia irão aceitar um acordo legalmente vinculante?"


Brasil
O Brasil, um ativo negociador, faz ponte entre as partes para se chegar ao acordo. O embaixador Luiz Alberto Figueiredo diz que está vendo convergência nesta reta final. “Estamos trabalhando com todos os parceiros para chegar a um roteiro muito claro e específico”.


A ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, disse que este é o momento de discutir como construir este acordo. “Temos que pensar agora para não termos uma lacuna em 2020. E é isso que Durban vai trazer: quais serão os próximos passos na luta contra o clima”, disse.

O país defrende que este acordo espere o relatório do IPCC, em 2014, que irá dizer se as ações para conter o aquecimento global estão funcionando e o que será necessário fazer para reduzir os prejuízos, para então definir as obrigações de cada país, baseado na ciência.

Fundo do Clima


As notícias mais promissoras são sobre o Fundo do Clima. Segundo a presidente da COP, ele deve ser lançado aqui. Os últimos detalhes de sua operacionalização estão sendo acertados. Como os países não querem um "fundo vazio", também há o empenho em angariar financiamentos antes de seu lançamento. Alemanha e Dinamarca promeram 55 milhões de euros, mas a crise econômica está dificultando a mobilização de verbas para o clima.
Já o Redd+, que visa o destino de verba para proteção de florestas, não deve sair por divergências sobre o mercado de carbono.
Depois que EUA, Brasil, China e outros países concordaram com a construção de um pacto global para combater o aquecimento global para 2020, como queria a União Europeia para assinar a prorrogação de Kyoto, os países agora estão reunidos para escrever o texto.
A divergência é sobre os termos que irão definir este novo acordo para 2020: se ele será legalmente obrigatório (como quer a UE) e quais serão as obrigações dos países (se os em desenvolvimento terão menos obrigações que os desenvolvidos). Os EUA não querem um acordo legalmente vinculante, pois ele teria de ser aprovado no Senado, o que não deve acontecer.
Connie Hedegaard, a negociadora da UE, disse em seu Twitter: "China, EUA e Índia irão aceitar um acordo legalmente vinculante?"
A China tem se mostrado propensa a aceitar um acordo que vise um compromisso de metas obrigatórias a partir de 2020, com regras a serem definidas no futuro e se uma série de cinco condições forem atendidas.
Entre as demandas está o acordo de uma segunda fase de Kyoto, a criação do Fundo Verde para o Clima e o princípio de responsabilidade comum, mas com exigências diferenciadas, dependendo da capacidade de cada país, ou seja, quem está em desenvolvimento não teria as mesmas metas de desenvolvidos. Este é o principal ponto de desacordo com os EUA, que querem metas 'iguais' para todos.
Até 2020 valeriam as ações voluntárias dos países em desenvolvimento recolhidas no protocolo. A China tem um autoimposto desde 2009, que tem por objetivo melhorar entre 40% e 45% suas emissões de dióxido de carbono por unidade do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 na comparação dos números de 2005. Isto poderia não significar uma redução das emissões em termos absolutos, apenas relativos.
Um dos entraves para o país é que um acordo legal internacional exige monitoramento global das emissões (para checar se o acordo está sendo cumprido). Mas a China é contra qualquer controle externo.
Os EUA é um dos países mais isolados já que é um dos principais emissores, é um país desenvolvido, mas não tem metas obrigatórias globais de redução dos gases estufa. Por isso, diz não poder opinar sobre a prorrogação de Kyoto, já que não faz parte dele.

O país tem se mostrado mais favorável a aceitar metas legais internacionais a partir de 2020, desde que sejam em pé de igualdade com outros países. Isso significa não ter maiores metas que a China e sem ter que transferir tecnologia e recursos para os países em desenvolvimento.
Com a crise financeira, tem se mostrado ainda mais contrário à transferência de recurso para rivais econômicos, como a China, por exemplo.
Os EUA destacam que têm uma meta voluntária legal interna de corte nas emissões de 17% até 2020, frente aos níveis de 2005, o que significa uma redução de 3% em relação a 1990. Em 2009, as emissões aumentaram 7,3% em relação a 1990, mas tiveram queda gradual a partir de 2005.

A União Européia como um bloco conseguiu diminuir suas emissões de acordo com as metas de Kyoto (dimuniu 20% enquanto a meta era de 8%) e concorda em prorrogar o Protocolo. Para isso, entretanto, quer que os países em desenvolvimento e os EUA aceitem agora se comprometer com metas obrigatórias de redução das emissões a partir de 2015.

A Austrália segue a mesma posição da União Europeia: aceita um novo período de Kyoto, desde que países em desenvolvimento, entre eles a China, Índia e Brasil, aceitem se comprometer com metas obrigatórias de redução das emissões a partir de 2020.
Este é o grupo que mais empaca a prorrogação do Protocolo de Kyoto. Eles são contra prorrogar suas metas obrigatórias, enquanto os maiores poluidores do mundo atual, China e EUA, também não se comprometerem com metas.
Japão e Rússia conseguiram cumprir as metas de Kyoto e reduziram suas emissões, já o Canadá aumentou suas emissões em quase 30% de 1990 para 2009.
A Índia apresentou a posição mais conservadora dos Basic (Brasil, África do Sul, China e Índia). Apesar de não se colocar contra um acordo legal global a partir de 2020, diz que ainda não tem condições de assumir tal compromisso e afirma que possui milhares que pessoas que emitem zero.
O Brasil tem metas voluntárias de reduzir de 36,1% a 38,9% suas emissões até 2020 e diz que conseguirá atingir a meta antes do previsto, e afirma estar pronto para negociar um acordo vinculante global a partir de 2020.


A proposta do país é fazer o segundo período de Kyoto agora e esperar o relatório do IPCC em 2014. Ele irá ditar as diretrizes a serem seguidas para se conter o aquecimento global. Com base nestes dados e na revisão da temperatura máxima permitida para conter o aquecimento (marcada para 2015), os países traçariam metas obrigatórias.



COP -17


Conferência das Nações Unidas discute mudanças climáticas em Durban, na África do Sul, de 28/11 a 9/12



A natureza não negocia. Portanto, enquanto os representantes para a clima entram em disputa sobre prazos, metas vinculantes e finanças, alguns dos países mais pobres do mundo estão alertando que o aumento no nível do mar e as tempestades irão varrer essas nações para fora do mapa, a não ser que o mundo concorde em combater o aquecimento global.


"Seremos um dos primeiros países a ficar debaixo d'água", disse Foua Toloa, um político de Toquelau, uma ilha localizada entre o Havaí e a Nova Zelândia, que fica a apenas cinco metros acima do nível do mar.
"Somos uma nação pequena e frágil, muito suscetível aos desdobramentos ambientais e climáticos."
O ministro de Relações Exteriores de Granada, Karl Hood, foi ainda mais direto. Ele preside a Aliança de Pequenas Ilhas-Estado (AOSIS, na sigla em inglês), composta de 43 países e cujos membros estão na linha de frente das mudanças climáticas.
"Se não agirmos agora, alguns de nós irão morrer."
Muitas ilhas de baixas altitudes já podem calcular o custo da crescente emissão dos gases de efeito estufa em termos de vidas perdidas, economias abaladas e paisagens transformadas.

"Até 2025, o aumento no nível do mar pode provocar o deslocamento de ao menos 10% da população", disse o presidente de Comores, Fouad Mohadji, aos representantes nas negociações sobre as mudanças climáticas, realizadas na cidade portuária de Durban, na África do Sul.
As águas do mar poderiam destruir 29 por cento da rede rodoviária, 30 por cento da infraestrutura hoteleira, da qual depende o turismo da ilha, 70 por cento dos portos e aeroportos, gerando um custo de 1 bilhão de dólares.
"Isso é o dobro do PIB do país", afirmou.
Representantes de quase 200 países têm até o final desta sexta-feira para decidir se irão se comprometer com a assinatura de um acordo climático internacional até 2015, o que seria a data limite.

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Os Grupos ARTFORUM Brasil - 12 anos e a Universidade Planetária do Futuro divulgam importantes fotos veiculadas por sites da Internet, sobre o que aconteceu nessa semana em Durban.













 





Brasil, 09 de dezembro de 2011


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Universidade Planetária do Futuro - Ano III,
a partir dessa data, 09/12/2011.

Universidade Planetária do Futuro
Presidente executiva: Ana Felix Garjan
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Centro de Ciências do Meio ambiente
Diretor: Prof. Dr. Herbe Xaxier

Departo. de Pesquisa e Arqueologia Espacial
Diretora: Profa. Zélle Bittencourt

Vamos salvar nosso planeta Agora!

Esperamos que a COP-17 traga melhores resultados, esperança e deterninação por parte das grandes potências e da luta da humanidade que quer justiça para a Vida! Que a vida do nosso planeta não seja vista e considerada um grande bolo a ser disputado, que o planeta não seja motivo de disputas políticas...



Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
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Universidade Planetária do Futuro
Presidente executiva: Ana Felix Garjan
.
Centro de Ciências do Meio ambiente
Diretor: Prof. Dr. Herbe Xaxier
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Departamento de Comunicação Social
Luciana Fortes Félix e Grupos
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Homenagem à Avenida Paulista - 120 anos

A Universidade Planetária do Futuro - Ano II
 e os Grupos ARTFORUM Brasil XXI
homenageiam a Avenida Paulista, em seus 120 anos!

O tempo conta! O tempo encanta!


Avenida Paulista, a mais famosa de São Paulo
comemorou hoje seu aniversário de 120 anos.

PARABÉNS, SÃO PAULO!



Avenida Paulista foi inaugurada em 1891.


Na agitada Avenida Paulista estão museus, restaurantes, shoppings e um parque.

"Em meados de 1782, era apenas uma grande floresta denominada Caaguaçu (“mato grande” em tupi) pelos índios. Quando o engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima comprou a área, começou a trabalhar na sua urbanização de forma inovadora, criando grandes lotes residenciais. Em 8 de dezembro de 1890, a Paulista foi inaugurada como a primeira via asfaltada da cidade".

"Na década de 50, as construções residenciais, com seus estilos variados, começaram a ceder lugar aos edifícios comerciais. Um dos marcos da arquitetura moderna foi a inauguração do Conjunto Nacional, em 1956. A região atraiu muitos investimentos por estar bem localizada e possuir grande infra-estrutura. Todo esse interesse consolidou a avenida como o maior centro empresarial da América Latina. Devido à grande quantidade de sedes de empresas, bancos e hotéis, a Paulista recebe milhares de turistas de negócíos".

"Além da vocação econômica, oferece rica variedade de programas culturais. O Masp (Museu de Arte Moderna Assis Chateaubriand) possui o acervo da arte ocidental mais significativa dos países latinos. A Casa das Rosas foi concebida em 1928 por Ramos de Azevedo nos padrões do classicismo francês. A construção onde funciona um centro cultural dedicado à poesia hoje é tombada por seu valor histórico. Na avenida, também estpa localizado o Conjunto Nacional, uma mistura de shopping center e apartamentos que abriga lojas, restaurantes, academias e uma megaunidade da Livraria Cultura."

O roteiro da Avenida Paulista passa pela Casa das Rosas, Parque Trianon e Masp e outros.


Masp - Museu de Arte de São Paulo



Parabéns, Avenida Paulista!

 


Brasil, 8 de dezembro de 2011

Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 12 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano II
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Divulgação: Ana Felix Garjan e Grupos

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

CEPP, HISTEDBR e FORMAÇÃO realizaram o VII Seminário de Dezembro, em São Luís - MA

Encontro das ciências e da psicanálise
Formação humana: desafios da contemporâneidade.
A Universidade Planetária do Futuro - Ano II, através dos seus Centros de Ciências Humanas, Centro de Ciências Sociais e o Departamento de Comunicação e Divulgação, têm satisfação em divulgar o artigo da Profa. Dra. Maria de Fátima Félix Rosar, sobre o "VII Seminário de Dezembro", que é realizado no mês de dezembro em São Luís. Além do artigo serão publicados dados sobre as organizações promotoras e vídeos dos palestrantes:  Mário Sérgio Cortella e David Calderoni.


Pôster do Seminário de Dezembro de 2011


CEPP, HISTEDBR e FORMAÇÃO realizaram o VII Seminário de Dezembro

Brasil, 06/12/2011

Maria de Fatima Felix Rosar*



O Centro de Estudos Político-Pedagógicos (CEPP), o Grupo de Pesquisa – História, Sociedade e Educação no Brasil (HISTEDBR-MA) e o Instituto Formação ao longo de sete anos têm mantido uma ação política e pedagógica cuja finalidade principal é socializar conhecimentos instigantes que possam motivar a reflexão de educadores, psicólogos, sociólogos, historiadores, economistas e estudantes dos diversos cursos da área de ciências humanas e sociais. Na segunda década do século XXI pretende-se superar o comodismo, o silêncio e a cumplicidade que existe, de um modo geral, com as formas societárias derivadas do predomínio de uma visão de mundo circunscrita ao modo de produção capitalista.


As instituições formadoras dos profissionais das áreas de ciências humanas e sociais durante a última década parecem ter perdido a direção de sua própria finalidade, na medida em que se submeteram às políticas neoliberais, curvando-se ao ideário da meritocracia e distanciando-se das questões concretas e objetivas que exigem a formação de profissionais-militantes para contribuírem, com a necessária e urgente, produção de teorias e de práticas articuladas, no sentido da construção de perspectivas críticas para a transformação das instituições escolares e da sociedade.


A partir de 2005, essas organizações de estudos e pesquisas tem contado com a participação efetiva de intelectuais que se destacam no universo do pensamento crítico e pela atuação efetiva em suas instituições de origem, no processo de formação de graduados, mestres e doutores, de vários estados da federação.


Neste ano, durante o VII Seminário de Dezembro, nos dias 1 e 2, no auditório do Ministério Púlico , estiveram presentes os conferencistas Mário Sérgio Cortella (PUC-SP) e David Calderoni ( USP). O Prof. Dr. Mário Sérgio Cortella tem produzido uma vasta obra na área da Filosofia, tornando mais acessível ao grande público o conhecimento acerca dos pensadores de diferentes épocas da história e estabelecendo paralelo entre o pensamento filósofico do passado para discutir as questões que afligem a humanidade no presente.


O Prof. Dr. David Calderoni tem se destacado no campo da psicanálise e trouxe uma contribuição singular na medida em que refletiu sobre a formação humana, a partir dos trabalhos realizados sob sua coordenação no Núcleo de Psicopatologia, Políticas Públicas de Saúde Mental e Ações Comunicativas em Saúde Pública. Sua abordagem articula a psicanálise às situações sociais vividas pelos segmentos mais excluidos como os quilombolas do Quilombo da Fazenda, no interior de São Paulo.


Na oportunidade em que fez suas exposições, o Prof. David utilizou documentários produzidos a partir da ótica de um grupo interdisciplinar que concebeu uma linha de atuação denominada de Invenções Democráticas. http://nupsi.org/projetos/projeto-quilombo-livre/videos/


Um número expressivo de estudantes de Pedagogia esteve presente e usufruiu, juntamente com os pesquisadores das organizações promotoras do evento, a oportunidade de dialogar com os conferencistas que se mantiveram abertos ao diálogo e disponíveis para responder às indagações da platéia e esclarecer as dúvidas apresentadas.


Eventos, com essa qualidade científica e social, podem contribuir para que se fortaleçam os compromissos de todos os militantes dedicados às causas sociais e políticas que atravessam a sociedade contemporânea e apresentam demandas aos profissionais e estudantes de todas as áreas, apontando os caminhos de superação dos limites da organização do capitalismo, em direção à reinvenção do processo civilizatório da humanidade no século XXI, quer requer principalmente conhecimento histórico e crítico e posicionamento ético-político.



* Membro da Coordenação Colegiada do HISTEDBR-MA. Articuladora do Fórum em Defesa da Educação Pública.


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Sobre os palestrantes convidados:


Mário Sérgio Cortella


Possui graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira (1975), Mestrado em Educação (Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1989) sob a orientação do Prof. Dr. Moacir Gadotti e Doutorado em Educação (Currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997) sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Freire. Atualmente é professor-titular do Departamento de Fundamentos da Educação e da Pós-Graduação em Educação (Currículo) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, na qual está desde 1977, tendo nela atuado por 32 anos no Departamento de Teologia e Ciências da Religão. Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991/1992) e Membro-conselheiro do Conselho Técnico Científico Educação Básica da CAPES/MEC (2008/2010); tem experiência na área de Educação, com ênfase em Currículos Específicos para Níveis e Tipos de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação libertadora, ética, multiculturalidade, antropologia filosófica, epistemologia e currículo. É autor, entre outros livros, de A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos (Cortez); Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille (Papirus); Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas (Vozes); Não Nascemos Prontos! (Vozes); Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto (Papirus), O que é a Pergunta?, com Silmara Casadei (Cortez), Liderança em Foco, com Eugênio Mussak (Papirus), Filosofia e Ensino Médio: certos porquês, alguns senões, uma proposta (Vozes), O Que a Vida Me Ensinou: Viver em Paz para Morrer em Paz (Saraiva/Versar), Política para não ser idiota, com Renato Janine Ribeiro (Papirus), Vida e Carreira: um equilíbrio possível, com Pedro Mandelli (Papirus), Educação e Esperança: sete reflexõe s breves para recusar o biocídio (PoliSaber) e Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética (Vozes).

(Texto informado pelo autor)


David CalderoniDavid Calderoni

Cursou graduação em Filosofia na Universidade de São Paulo nos anos 1978 e 1979, possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1983), mestrado (1994) e doutorado (2001) em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo. É membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae em São Paulo. Publicou O Caso Hermes: a dimensão política de uma intervenção psicológica em creche – um estudo em psicologia institucional (Casa do Psicólogo/Fapesp, 2004) e O silêncio à luz – ensaios para uma ciência do singular. Escritos psicopatológicos e estético-críticos sobre obras de Caetano Veloso, Chico Buarque, Eugène Minkowski, Guilherme Messas, Jean Bergeret, Oliver Sacks, Roberto Benigni, Sigmund Freud (Via Lettera, 2006). Produziu com suas canções os CDs Viação (1998) e Regeneração (2004), interpretando-as com seu violão & canto. Concebeu o argumento e foi co-autor do roteiro e das entrevistas de Passeios no Recanto Silvestre (2006), curta-metragem sobre a vida & obra do artista José Agrippino de Paula. Foi produtor, diretor e autor do argumento, do roteiro, da trilha sonora e das entrevistas do curta-metragem Trama Justa (2007), documentário-instituinte sobre economia solidária. Publicou Enviajando (Via Lettera, 2004) e Vagalumzzz (Livraria, 2005), livros de poesia. Organizou e também escreveu para os livros Psicopatologia: vertentes, diálogos – psicofarmacologia, psiquiatria, psicanálise (Via Lettera, 2002) e Psicopatologia: Clínicas de Hoje (Via Lettera, 2006). A partir do tratamento psicanalítico de uma adolescente (1994-1999) e de pesquisas e estudos realizados no Laboratório de Psicopatologia Fundamental da PUC-SP (1995 a 2000) e no Laboratório de Óptica do Instituto de Física da USP (2001), formulou a proposta da Psicologramática, campo científico formado pela confluência entre a física da luz e a psicologia profunda, conforme exposto em sua tese de doutorado “Memorial de Nair: hipóteses sobre a gênese da simbolização à luz de um suposto caso de psicose ou autismo” (IP-USP, 2001). É um dos idealizadores e professores do Curso de Especialização em Psicopatologia e Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da USP, ministrando a disciplina Espinosa contra Aristóteles: ciência do universal e ciência do singular na psicopatologia da psicose infantil e do autismo . Desenvolve atualmente com apoio da FAPESP a pesquisa de pós-doutorado O problema da culpa na obra de Freud na perspectiva de uma metapsicologia da cultura , vinculada ao Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da USP. Coordenou entre 2006 e 2009 o projeto destinado a formular a proposta interdisciplinar e interinstitucional do Núcleo de Psicopatologia, Políticas Públicas de Saúde Mental e Ações Comunicativas em Saúde Pública da Univer sidade de São Paulo NUPSI/USP, sede acadêmica de Invenções Democráticas ligadas a ações psicossociais comunicativas na área sanitária, instituído oficialmente em 19/12/2009, sendo autor da sua Carta de Princípios e formulador dos conceitos e estratégias metodológicas do Movimento da Psicopatologia para a Saúde Pública que, ao lado da Economia Solidária, da Justiça Restaurativa, da Educação Democrática e da Filosofia Espinosana, constitui as referidas Invenções Democráticas enquanto modos de cuidado singular do singular voltados ao desenvolvimento de autonomia e cooperação mediante intervenções investigativas comunitárias. É integrante do Conselho Deliberativo do NUPSI/USP, desenvolvendo atualmente pesquisações comunitárias nos projetos Invenções Democráticas no Quilombo e Plano de Auto-Formação Local de Pinheiros, vinculadas ao seu pós-doutorado. Atua principalmente nos seguintes temas: psicopatologia, psicologia, psicaná lise, saúde pública, invenções democráticas e ciência do singular.

Certificado pelo autor em 06/04/10



PROGRAMAÇÃO DO VII SEMINÁRIO DE DEZEMBRO

Nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, aconteceu o VI Seminário de Dezembro. As organizações que coordenam esse evento, CEPP, HISTEDBR-MA e FORMAÇÃO, comemoram essa série histórica de eventos.


Abaixo estão elencados os temas e os conferencistas de cada seminário:
Dados sobre os seminários anteriores:

2005 - 1, 2 e 3 de Dezembro
Identidades, sujeitos e práticas sociais na sociedade contemporânea: contribuições da história, da psicanálise e da política para a educação José Luis Sanfelice- Uncamp José Claudinei Lombardi- Unicamp Edmundo Fernandes Dias- Unicamp Maria de Fatima Felix Rosar- Ufma Orlando Oscar Rosar – Ufma Márcia Belfort – São Luís (psicanalista)


2006 - 7,8 e 9 de Dezembro
O fetiche do corpo perfeito na sociedade de consumo Alex Fraga – Ufrgs José Albuquerque de Figueiredo Neto – Ufma Sônia Novais de Rezende -Unicamp Maria de Fatima Felix Rosar Rosar – Ufma Denise Bessa Leda – Ufma Agostinho Neto Ramalho Marques- Ufma


2007 - 30 de novembro, 1 e 2 de dezembro
Mercado, mídia e alienação na sociedade “pós-moderna” Gaudêncio Frigoto – Uerj Agostinho Neto Ramalho Marques – Ufma


2008 - 4,5 e 6 de dezembro
A dialética entre a objetividade e a subjetividade sob o olhar da literatura, da educação e da psicanálise José Claudinei Lombardi-Unicamp Mara Jacomeli – Unicamp Maria de Fatima Felix Rosar- Ufma Renato Mezan – Puc/SP Agostinho Neto Ramalho Marques- Ufma

2009 - 3, 4 e 5 de dezembro
Democracia, educação e emancipação humana Dermeval Saviani – Unicamp Lisete Arelaro – Usp Agostinho Neto Ramalho Marques – Ufma 2010 2,3 e 4 de dezembro. A indissociabilidade entre filosofia, história e política para a formação de professores. José Paulino Orso- Unioeste, Maria Abádia da Silva- Unb, Denise Bessa Leda – Ufma, Maria de Fátima Félix Rosar – Ufma, Denise Bessa Leda - Ufma.

2010 - 2, 3 e 4 de dezembro - VI Seminário de Dezembro.
A indissociabilidade entre a história, a filosofia e a política na formação do educador.
Primeira rodada de diálogos pertinentes dos participantes do seminário com a Profa. Dra. Denise Bessa Leda e a Profa. Dra. Maria de Fátima Félix Rosar sobre a temática do adoecimento (UFMA).

As organizações que coordenam esse evento, CEPP, HISTEDBR-MA e FORMAÇÃO, comemoram essa série histórica de eventos.
O propósito de provocar diálogos pertinentes e “impertinentes” entre os educadores do Estado do Maranhão, de todos os níveis e áreas de conhecimento, tem sido alcançado em grande medida. Os conferencistas, de um modo geral, tem um perfil diferenciado, pois são intelectuais-militantes, o que significa que além de produzirem análises teóricas relevantes, estão em várias frentes de atuação, contribuindo para a construção de outra sociedade.

Também se destacam alguns desses convidados, pelo fato de serem integrantes do HISTEDBR ( História, Sociedade e Educação no Brasil ), Grupo de Pesquisa Nacional, coordenado pelo Prof. Dr. Dermeval Saviani e o Prof. Dr. José Claudinei Lombardi.

No Maranhão esse grupo de pesquisa tem uma coordenação colegiada, com um time de professores-pesquisadores que dão sua efetiva contribuição para o processo formativo de novas gerações de educadores-historiadores.


Pesquisadores Integrantes do Histedbr-Ma

Izaura Silva, Jean Marie Van Damme (João Maria ), Maria de Fatima Felix Rosar, 04-Miriam Santos de Sousa, Paulo Roberto Rios Ribeiro, Denise Bessa Leda, Thais Andrea Figueredo, Lucelma Silva Braga, Lúcia Carvalho, Licia Cristina Araújo da Hora, Ana Paula Ribeiro Sousa, Leonardo Coimbra, Maria do Socorro Borges da Silva, Maria Dalva Lima Lopes, Sandra Maria Barros Alves Melo, Jean Magno Moura de Sá, Claudilena Correa, Pe. Luis Costa, Lidia Fernanda Vasconcelos, Roldão Ribeiro Barbosa, Emerson de Souza Farias.


O HISTEDBR-MA também promoveu um evento na cidade de Caxias: Seminário de História Oral, além de ter apoiado o Sindicato dos Professores da Rede Municipal ( à época, atualmente SINTRAP – Sindicato dos Trabalhadores da Administraçao Pública) a realizar o I Congresso de Professores de Caxias, que contou com a presença do Prof. Dr. Dermeval Saviani e do Prof. Dr. Gaudêncio Frigotto.

O CEPP (Centro de Estudos Político-Pedagógicos) e o Formação – Centro de Apoio à Educação Básica (Instituto Formação) são organizações que dão suporte ao funcionamento do HISTEDBR-MA, em termos de equipamentos e espaços de trabalho.
Na realidade, seus integrantes são docentes de várias instituições como UFMA, UEMA e IFMA, portanto a sua base institucional é muito mais ampliada, alcançando capacidade de interlocução em nível local, regional e nacional.

A efervescência do pensamento crítico que se faz divulgar nas práticas de estudos, pesquisas, trabalho pedagógico e político constitui a grande marca dos integrantes do CEPP, HISTEDBR-MA e FORMAÇÃO, que apresentam mais um tema instigante para o debate do VI Seminário de Dezembro.


Compartilhamos o vídeo:
Roda de Conversas sobre "Invenções Democráticas", David Calderoni
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Compartilhamos o vídeo
"Não nascemos prontos 1/4", Mario Sergio Cortella
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Seminários de Dezembro
http://seminariosdezembro.wordpress.com/

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Brasil, 06 de dezembro de 2011

Universidade Planetária do Futuro - Ano II
Centro de Ciências Humanas
Centro de Ciências Sociais
 
Departamento de Divulgação Científica
DDC - UNIFUTURO
Divulgação: Ana Felix Garjan e Grupos

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Exposição Natalina dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI


Fotografia de Ana Felix Garjan

Exposição Natalina em dezembro de 2011,
com artistas e fotógrafos convidados


Projeto Universo das Artes

Divulgação: Ana Felix Garjan

Abertura do espaço da Universidade do Futuro. Brasil, 28/12/2009

Na política do mundo globalizado está dada a largada para uma nova cadeia de intenções, atitudes e hábitos, diante das questões graves apresentadas pelos diversos cientistas e governantes dos 192 países que estiveram no encontro da cúpula da COP15, em dezembro de 2009. A nova estratégia de superação da crise do planeta e do mundo está sendo chamada de Nova Revolução Verde, pois o mundo já consome mais do que a natureza produz. Caberá aos homens e mulheres dos países, culturas e etnias descobrirem novas formas e hábitos que contribuam com a sustentabilidade que se faz necessária e urgente. O ano de 2010 será o Ano Internacional da Biodiversidade, e será muito importante para fechar a Primeira Década do Século XXI. A partir da Segunda Década o mundo iniciará, de forma mais veloz, o seu encontro com o Ano de 2050, onde estarão as novas fórmulas científicas que poderão garantir o futuro da humanidade do Planeta Terra. Ele é um orbe que tem seus sistemas independentes dos sistemas do homem, mas o mundo precisa refletir sobre suas atitudes em relação à natureza, aos animais, às águas, aos sistemas vivos, e às grandes causas da nossa humanidade. Brasil, 28 de dezembro de 2009. Ana Felix Garjan - Idealizadora do projeto Universidade Planetária do Futuro e membro da comissão dos fundadores da sociedade cultural, sem fins lucrativos: Grupos ARTFORUM Brasil XXI, que organizou o Plano Nossa Década 2001 - 2010 e o Programa Universidade Aberta "Telhados do Mundo" .
Nossos sites principais: : http://www.artforumunifuturobrasil.org/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html Cultura Humanista-Planetária por um mundo melhor.

Primeiro Documento Oficial da Universidade Planetária do Futuro

Aos vinte e três dias do mês de março do ano de 2010 - o último da Primeira Década do Século XXI foi realizado um Fórum – Conferência dos fundadores, diretores e consultores dos Grupos Artforum Brasil XXI e da Universidade Planetária do Futuro, após reuniões, roteiros metodológicos e projetos especiais registraram a organização da estrutura da Universidade Planetária do Futuro, considerando a primeira reunião realizada em dezembro de 2009. Foram aprovados artigos do documento filosófico da UNIFUTURO, para fins de sua institucionalização, em nome da História, da Filosofia, da Ciência e da Cultura Humanista-Planetária. ***ARTIGOS APROVADOS ***Artigo I - Que a ética humana, as filosofias, ciências, culturas, literaturas, linguagens e as tecnologias de todas as áreas e setores do mundo se voltem para a construção de novos projetos que contribuam para a construção de um novo mundo justo, pacífico e humanizado, nas próximas décadas, séculos e milênios. *** Artigo II - Que possamos contribuir com a justiça e a paz mundial, a partir de efetivas mudanças e da transformação da sociedade mundial e seus sistemas. Que sejam vivos e reais os Direitos e Deveres da Humanidade para com a Pessoa Humana, a Natureza, os Animais e o Planeta. Desejamos que sejam concretas as atitudes humanas e a solidariedade em prol de um mundo mais humanizado. ** Artigo III - Que os direitos humanos sejam respeitados em todos os países e territórios do mundo político e social. Que as Filosofias, Ciências, Culturas e Artes sejam conexões de justiça para os povos e cidades abandonadas do mundo. Que haja Justiça e Paz para as mulheres e seus filhos mortos/desaparecidos no Brasil e em todos os países. ***Artigo IV - Que todas as ciências, tecnologias, artes, linguagens estéticas, literatura e atitudes humanas contribuam para as mudanças que se fazem necessárias e urgentes, para a transformação da sociedade mundial. ***** Artigo V - Que as pessoas, grupos, comunidades, associações, organizações e instituições e governos cumpram com seus deveres e com seu papel transformador, no âmbito da sociedade onde estão inseridas. Que todo saber e conhecimento contribuam para o novo tempo do mundo, nesse início da segunda década do século XXI. ** Conclusão em síntese: Somos todos sementes da arte da humanidade da Terra, através da cultura, das ciências humanas, das ciências sociais e das tecnologias humanizadas, neste ano de 2010, e em nosso país, o Brasil que registra seus 510 anos de história, educação, cultura e literatura. *Somos semeadores do futuro e passageiros do amanhã. Que haja transformação das sociedades, em prol da Justiça e Paz da humanidade.*** Brasil, 23 de março de 2010 - Século XXI-Terceiro Milênio. Assinam este documento os Fundadores, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro. Brasil, 23 de março de 2010 - Último ano da 1ª Década do Século XXI.

Homenagens da Universidade Planetária do Futuro, em 2010

Nosso Tributo à África - seu povo e cultura; às Américas; aos cinco continentes, aos mares, oceanos, terras, povos do mundo, à diversidade cultural de hoje e do futuro. Homenagem ao Brasil - Cinco séculos de história, cultura e instituições oficiais. Homenagem aos representantes das etnias que formaram o povo brasileiro, e ao seu futuro. Homenagem aos grandes nomes da História, da Educação, da Cultura e Ciências, e das áreas do conhecimento científico desenvolvidos ao longo dos três milênios, nos séculos e décadas do mundo. Homenagem aos que lutaram e lutam pela Justiça e Paz Mundial em prol de um Mundo Melhor. Homenagem e reconhecimento às pessoas, grupos e organizações que trabalham pela Educação e Cultura Humanista - Planetária, em prol da nossa humanidade, da natureza e do planeta. Brasil, janeiro de 2010. Conselho Universitário, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro.

Universidade Planetária: Filosofias, Culturas e Ciências 2011.

*UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO - Aos 25 dias de setembro de 2011 foi celebrado e divulgada e estrutura administrativa da Universidade Planetária do Futuro, para que ela possa atingir seus objetivos e missões. A presidência será formada por membros do Conselho Diretor , Coordenadores e Colaboradores. *Estrutura da Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO: *Centro de Ciências Sociais *Centro de Pesquisa e Ciências do Meio Ambiente. *Departamento de Arte Educação. *Departamento de Comunicação, Divulgação Científica e Cultural. *Departamento de Projetos Especiais. *A Representação e divulgação da Unifuturo será desenvolvida através de sites, blogs e páginas em redes sociais *** Brasil, 25 de setembro de 2011. Bem-Vindos! Welcome! Bienvenidos!

Somos passageiros do futuro e trabalhamos pelo Mundo Melhor.

O "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", dos Grupos ArtForum Brasil XXI foi escrito em 2001, como resultado de fóruns e diálogos dos Grupos Artforum Renasissance vie Universelle, Artforum Mundi Planet, com grupos universitários e organizações de cultura e meio ambiente. Os fóruns foram coordenados por Ana Felix Garjan, que elaborou o texto - mantra do Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta, em 2001. O manifesto inspirou a "Carta Magna" da Universidade Planetária do Futuro - 2ª Década do século XXI. *****Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta: http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html

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