* UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO, fundada em janeiro de 2010, pelos Grupos ARTFORUM Brasil XXI

*** Século XXI. A Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO foi organizada em 2009.São seus Fundadores: As famílias: D.G.F.C., M. F. F. R., A.M.F.G., J.L.C.F. J.L.C.F. Os fundadores são patronos dos Grupo ARTFORUM Brasil XXI que foi organizado em 2001- XXI. Setores UNIFUTURIO: Conselho Universitário, Diretores de áreas acadêmicas, departamento e Grupos de pesquisa, comunicação, edição, divulgação de suas e matérias, artigos institucionais, academias, revistas, sites, blogs e matérias de convidados, como professores, doutores, jornalistas, e homenagens especiais. *** Enunciados da Carta Magna da UNIFUTURO: Os fundadores, patronos, a presidência, diretores, consultores e diretores do presidência do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, do seu Projeto especial, Universidade Planetária do Futuro prestam tributo à Humanidade, à Paz Mundial, ao Brasil de 5 séculos; Aos povos da África e do mundo; A todas as etnias que formam o povo brasileiro; Às montanhas e aos picos da Terra; A todas as florestas; águas, oceanos, mares, rios, riachos e fuos de água dos cinco continentes; À Amazônia sua biodiversidade e à biodiversidade brasileira e do planeta. Brasil, março de 2009, Séc. XXI. Boas vindas! Bienvenidos! Welcome#

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Desmatamento na Amazônia leva à descoberta e extinção de espécies

LIMA — Na Amazônia peruana, uma espécie de ave é descoberta por ano, e uma de mamífero a cada quatro, mas, paradoxalmente, cada nova descoberta faz parte de uma tragédia, pois ocorre devido ao desmatamento realizado por empresas de petróleo, mineradoras e madeireiras.
Por isso, em muitos casos, a descoberta de uma nova espécie caminha lado a lado com o começo de sua extinção.
"As descobertas de aves, mamíferos e outras espécies na maioria ocorrem devido não a uma pesquisa científica, que custa muito dinheiro, mas pela presença de empresas petroleiras, mineradoras e de corte de árvores", disse à AFP Michael Valqui, da ONG conservacionista Fundo Mundial para a Natureza (WWF-Peru).
"Este tipo de descoberta põe em risco a espécie que se descobre, já que pode entrar em risco de extinção porque este lugar é seu único hábitat, devido ao clima ou bacia", acrescentou.
Entre as novas espécies descobertas nos últimos cinco anos estão a rã 'Ranitomeya amazonica', com coloração de fogo na cabeça e patas azuis, o papagaio-de-testa-branca e o beija-flor-de-colar-púrpura.
O Peru é o quarto país do mundo em extensão florestal, com 700.000 km2 de florestas tropicais amazônicas, que contribuem para reduzir o aquecimento global e abrigam grande biodiversidade.
Em outubro, mais de 1.200 novas espécies foram apresentadas em uma cúpula das Nações Unidas sobre biodiversidade. Delas, cerca de 200 foram descobertas na Amazônia peruana.
A região tem 25.000 espécies de plantas - 10% do total mundial - e é o segundo lugar do mundo com mais diversidade de aves, abrigando 1.800 espécies. Também ocupa o quinto lugar do mundo no que diz respeito à diversidade de mamíferos (515 espécies) e répteis (418 espécies).
Para Ernesto Ráez, diretor do Centro para a Sustentabilidade Ambiental da Universidade Cayetano Heredia, de Lima, "o número de espécies que desaparece para sempre no mundo todos os dias é muito superior ao número de espécies que descobrimos todos os dias".
"Há espécies, em outras palavras, que desapareceram antes que as tenhamos conhecido", disse.
A Amazônia peruana deve fazer frente a um agressivo programa estatal de exploração petroleira e mineradora, que tem confrontado o governo e as comunidades indígenas do local.
"Uma empresa mineradora ou de hidrocarbonetos não é, em si mesma, destrutiva; a chave é se é limpa ou não", explicou Gérard Hérail, do Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento de Lima (IRD, na sigla em francês).
Segundo os cientistas, a lagartixa de Lima, um animal de hábitos noturnos encontrado apenas em 'huacas' (santuários arqueológicos) da capital peruana, está prestes a se extinguir, enquanto outras espécies já desapareceram, como o rato endêmico da 'lomas' ou encostas ('Calomys sp', um ratinho orelhudo).
"Os arqueólogos, ao limpar as 'huacas' para sua restauração, destroem o hábitat da lagartixa de apenas dois a três centímetros, com cor avermelhada, que vive nos recantos e locais escuros do local", disse Valqui, do WWF-Perú.
Em 2009, o governo propôs, perante um organismo internacional sobre mudanças climáticas a preservação de 540.000 km2 de florestas e reverter processos de corte e queima para reduzir o desmatamento.
Atualmente, há no Peru 70 áreas naturais protegidas, que ocupam 200.000 km2, 15% do território nacional.
No entanto, "faltam sinais claros para dizer até onde o país vai na defesa de sua biodiversidade", disse à AFP Iván Lanegra, defensor adjunto para o Meio Ambiente da Defensoria do Povo.
Para Nicolás Quinte, biólogo guia do Parque Nacional do Manu, no Amazonas, deve-se promover "as atividades que não sejam claramente extrativistas, mas também produtivas e que sejam sustentáveis com o passar do tempo. Uma delas pode ser o turismo que usa a floresta sem destruí-la".
De Roberto Cortijo (AFP)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A Universidade Planetária do Futuro/Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 2ª Década

FELIZ NOVA DÉCADA AOS BRASIELROS E À HUMANIDADE!



O FUTURO NOS ESPERA!

Brasil, 23 de dezembro de 2010

Final da Primeira Década do Século XXI
Início de novo tempo para o Brasil e o Mundo!

Que a Humanidade seja justa e feliz nas próximas décadas do século XXI!

Universidade Planetária do Futuro
Grupos ARTFORUM Brasil XXI
http://universidadeplanetariadofuturo.webstarts.com/index.html
...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Feliz Natal de 2010 e Felicíssimo Ano Novo de 2011 - Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 Anos

Uma mensagem especial a Você e à sua família!

Feliz Natal, Felicíssimo Ano Novo de 2011!

O Futuro nos espera e você faz parte da nossa
Universidade Planetária do Futuro!

Os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos, a Universidade Planetária do Futuro, seus representantes e colaboradores têm imensa alegria de anunciar nosso Natal de 2010!



Nosso Natal será o Natal da Humanidade!


Os fundadores dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI, a diretora cultural dos programas e projetos da ARTFORUM Mundi Planet e 
ARTFORUM Renaissance Vie Universelle, a presidência executiva da Universidade Planetária do Futuro - diretores, consultores e coordenadores agradecem a cada participante dos nossos núcleos, representantes, colaboradores e parceiros culturais, que conosco sonham e realizam projetos de arte, cultura, educação e ecologia humana, em prol de um mundo melhor, de paz e feliz!


Voe sempre! Que a felicidade e a liberdade sejam seus mais belos caminhos em seu mundo, em seu universo! Seja feliz e contribua com a humanidade, em cada gesto, palavra e atitude!



Brasil, 21 de dezembro de 2010

Ana Felix Garjan - ARTE LIGAME
Cultura Humanista - Planetária

Presidente da Universidade Planetária do Futuro

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Zélle Bittencourt terá sua arte no Museu da Artforum Brasil XXI

Museu de Arte Contemporânea - Artforum Brasil/ Uni-Planetária


Os Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos e a Universidade Planetária do Futuro - Ano I, têm grande honra em apresentar a arte filosófica da Profa. Zélle Bittencourt, tanto no Núcleo de Arte Contemporânea -Futurista da 1ª Bienal Internacional de Artes Visuais, que foi aberta no espaço - fórum da Universidade Planetária do Futuro, em 30/11/2010, no Núcleo Futurista do Museu de Arte Contemporânea - MAC.


A marca registrada da arte da Profa. Zélle Bittencourt é "Filosofié e Art", e será também uma das referências importantes dos espaços e projetos culturais organizados pela artista plástica e curadora Ana Felix Garjan. A arte de Zélle será apresentada por sua curadora que idealizou o Pavillion Artforum Zélle Bittencourt, para suas coleções de arte, que está aberto ao grande público no Orkut, nos links:

http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=9292160749702741951&aid=1266901358
e
http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=5812698293404094476&aid=1267903329

O PAVILHÃO DOS SONHOS está sendo organizado, através da arte conceitual de artistas selecionados e convidados, e outros que serão homenageados pela Universidade Planetária do Futuro, a partir do alto conceito de suas obras e projetos.

O vídeo "Projeto África", com imagens de arte da Profa. Zélle Bittencourt, por "AtomicPhoenix0", já faz parte do marketing cultural-planetário da Universidade Planetária do Futuro, uma vez que o lançamento do ProjetoExpô Bienal Internacional de Artes Visuais, em junho deste ano, elegeu as "Cores da Mãe - África", por ocasião da Copa da África do Sul.


Poética da Bienal Internacional de Artes Visuais:
Mundos e Universos: Quais os Seus? Quais suas Cores?

No período de junho de 2010 até final de 2012 estaremos em tempo de pesquisa de nomes, obras e conceitos, para a organização de um importante projeto de âmbito internacional.

Serão mundos e universos humanos a serem descobertos, para se juntarem aos nossos e a outros mundos e universos, e assim, numa trajetória rumo ao futuro, possamos organizar o Portal UNIVERSO DAS ARTES - Entre a Terra e o Céu, como uma das linhas da tese multicultural e transdisciplinar "Artemilenismo", tendo como paradigma a arte, o tempo, o futuro, conceitos sobre uma arte além do suporte, além de instalações.

A tese em foco é de Ana Felix Garjan - socióloga, artista plástica, escritora e pesquisadora em história da arte, em seu conceito sobre sua arte cuja marca passa a ser registrada como ARTE LIGAME e Arte Religare Planetária, como linhas de sua pesquisa sobre Visão - Introvisão Consciente, que foi divulgada a partir de 2006, no site dos Grupos ARTFORUM UNIFUTURO XXI.

Hoje, nessa abertura oficial do Museu de Arte Contemporânea, (virtual), às vésperas do Natal de 2010 e Ano Novo de 2011, apresentamos o concerto "Oh Fortuna", com a orquestra de André Rieu.

 

Na data de hoje, 20 de dezembro de 2010, está sendo aberta a primeira etapa do Museu de Arte Contemporânea - Universidade Planetária do Futuro, dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI.


Os espaços e perfis que estão no Orkut, nos fóruns, revista, blogs culturais e de academias de artes, letras, poéticas e cultura, serão ligados e linkados na Universidade Planetária do Futuro, como um bom resultado da nossa trajetória na internet, no período de 2004 a 2010, em diversas redes sociais, culturais e ecológicas.


Os artistas que já participam do projeto "Pavillion Artforum dos Artistas", farão parte da Bienal e do Museu, além de outros artistas plásticos que estão sendo apresentados pelos curadores convidados.


A Universidade Planetária do Futuro será o fórum maior dos nossos programas, projetos e exposições de artistas, pintores e poetas. Na Uni- Planetária será desenvolvido, no decorrer dos meses do ano de 2011, o Projeto Pavillion ARTFORUM dos Artistas e Poetas da 1ª Década do Século XXI.


Esse projeto Pavillion Artforum dos Artistas foi iniciado em 2008, nos espaços/perfis: Universidade ART Planetária - Cidade das Artes e Universidade ART Planetária - Mundo das Artes, no Orkut, cujos links são:


http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=5812698293404094476&pcy=3&t=0
e
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=9292160749702741951


Todos os participantes desses dois perfis já fazem parte da nossa Universidade Planetária do Futuro, através dos roteiros e  projetos idealizados pela socióloga e artista plástica, Ana Felix Garjan, que iniciou esse movimento cultural, no Orkut, em março de 2007.


A arte contemporânea - futurista da Profa. Zélle Bittencourt, que faz parte do Projeto Pavillion Artforum dos Artistas terá sua obras no Pavillion dos Sonhos do Museu de Arte Contemporânea da Universidade Planetária do Futuro / ARTFORUM Brasil XXI.


Algumas imagens da arte filosófica da Profa. Zélle, que farão parte do Museu de Arte Contemporânea:






Arte filosófica de Zélle Bittencourt

O Museu de Arte Contemporânea - MAC /ARTFORUM será aberto ao público, antes da virada do Ano Novo, para ser um marco e elo forte na trajetória dos Grupos Artforum Brasil XXI e Universidade Planetária do Futuro, que abraçarão as artes do mundo e do planeta.

Vídeo do "Projeto África", com imagens de Zélle Bittencourt, acima citado:




Logo do Museu de Arte Contemporânea

Grupos Artforum Brasil XXI - 11 anos
Site de sensibilização (2006)
Brasil, 20 de dezembro de 2010

Universidade Planetária do Futuro
Ana Felix Garjan - Presidente
Zélle Bittencourt - Presidente Interina
Arthur Jaak W. Bosmans - Vice-Presidente

Universidade Planetária do Futuro

Departamento de Artes
Departamento de Comunicação
...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Homenagem aos curadores e artistas da 29ª Bienal das Artes de São Paulo

Arte e Política, Poética e Superação da 29ª Bienal de São Paulo
Por Ana Felix Garjan, da ARTFORUM Brasil XXI

A presidência, direção cultural e direção de artes da UNIFUTURO - Universidade Planetária do Futuro, os Grupos ARTFORUM Brasil XXI e curadores da 1ª Bienal Internacional de Artes Visuais XXI, têm honra em homenagear a 29ª Bienal de Artes de São Paulo, que se encerra nessa noite de 12 de dezembro de 2010, numa carinhosa despedida dos curadores, artistas e seu público paulista, brasileiro e de outros países.

Nessa noite registramos no espaço do Fórum cultural da Universidade Planetária do Futuro, congratulações e aplausos aos curadores - chefes, curadores convidados, aos artistas brasileiros e outros países, e ao grande público, que segundo informação da Assessoria de Imprensa da 29ª Bienal de Artes de São Paulo, o Grupo A4 Comunicação, foi registrado até o dia 11 de dezembro, ontem, o número de 530 mil visitantes.


Aplausos e reconhecimento aos curadores - pensadores que idealizaram os conceitos filosóficos e políticos da 29ª Bienal de Artes de São Paulo, que passa a ser um divisor de águas da bienal, o antes e o depois dessa versão de 2010. E a Bienal de São Paulo já não será mais a mesma. Os curadores contribuíram, de forma inédita, para a memória histórica das bienais de São Paulo e do Brasil, neste ano de 2010 - último da primeira década do século XXI, às vésperas da segunda, a partir do próximo dia 1º de janeiro de 2011.

O tempo é testemunha da vida, da arte e política da sociedade, e os artistas são os grandes protagonistas dos conceitos da arte contemporânea, enquanto que os curadores são os pensadores e filósofos que refletem e discutem sobre a trajetória histórica da Bienal de São Paulo, às vésperas de completar 60 anos. Então, os curadores atuais propuseram outro caminho diferenciado para a 29ª Bienal de Artes de São Paulo, nesse tempo do mundo onde estão postos e ampliados diversos argumentos para os fóruns culturais e artísticos, que sinalizam novas reflexões sobre a realidade concreta da sociedade global, sobre a natureza e nosso planeta que pede socorro.


Os curadores acrescentaram um "Antes e Depois" da 29ª Bienal São Paulo, que passa a ser uma das mais importantes referências na história da Fundação Bienal de Artes de São Paulo, resgatando sua credibilidade das bienais de São Paulo diante das bienais do mundo, pois a interação entre poéticas, estéticas, estilísticas, arte e política que resultam em liberdade de expressão propõem, de forma filosófica, sociológica, educativa e política, nova visão de mundo, na perspectiva de um compromisso maior de todos para o repensar a arte como um elo forte e libertário que consegue reunir exemplos de adversidades e superações, diversidade de expressão de trabalhos artísticos de alto valor no universo e mundo cultural.


Como já foi comentado, Mário Pedrosa disse que "Arte é o exercício experimental da liberdade. Segundo Almir de Castro, "O objetivo da arte é descobrir, conhecer e modificar o mundo". E nós, dos Grupos ARTFORUM Brasil XXI e Universidade Planetária do Futuro nos congratulamos com a curadoria, com os artistas e com todos os grupos de pessoas participantes da organização da 29ª Bienal de São Paulo, que neste último ano da Primeira Década do Século XXI conseguiram unir filosofia, poética, "Arte e Política", através de novas propostas, linguagens e diversidade de obras, sob a inspiração do "CANTO I - POEMA II de Jorge de Lima, "Na Invenção de Orfeu": Há sempre um copo de mar para um homem navegar.

... E tentamos agora dialogar com o grande poeta nordestino de Alagoas, Jorge de Lima, dizendo que há que haver sempre um homem navegando, mergulhando, se afogando e ressurgindo das águas do seu próprio mar, onde somente ele tem a capacidade de superar medos, expressar sonhos e utopias de sua ânima e, para lembramos o poeta imortal português Fernando Pessoa, "Navegar é Preciso".

Sim, nós artistas somos navegadores em pequenas e grandes águas, somos aqueles que mesmo em barco à deriva sonha com o próximo porto que nos leva a uma nova liberdade poética e artística, e quem sabe, em um pequeno e simples copo de cheio de água pode estar um grande universo artístico.

Os curadores Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos, os curadores convidados Chus Martinez, Fernando Alvim, Rina Carvajal, Sarat Maharaj e Yuko Hasegawa, bem como os grupos de coordenadores e equipes das diversas áreas da 29ª Bienal de Artes de São Paulo, que é considerada uma Bienal importante no mundo, depois da gloriosa Bienal de Veneza - Itália, que completou seus 115 anos em junho de 200, e a tradicional Documenta de Kassel, na Alemanha.
Admiramos a força do pensamento e da arte expressa da 29ª Bienal de São Paulo, que criou uma marca inédita, oportunizou outro olhar e visão sobre arte e política, além de sensibilizar o grande público com a poética maior da expressão do pensamento e da liberdade.
Em homenagem ao poeta Jorge de Lima, bem como aos curadores e à presidência da Fundação Bienal de São Paulo publicamos, aqui, o Canto I e os Poemas I, II e III, da "Invenção de Orfeu", que inspirou a bela e justa trajetória da 29ª Bienal de Artes de São Paulo, uma das organizações mais importantes do mundo.

INVENÇÃO DE ORFEU (CANTO I, PARTE I, II, III)


Fundação da Ilha


I

Um barão assinalado
sem brasão, sem gume e fama
cumpre apenas o seu fado:
amar, louvar sua dama,
dia e noite navegar,
que é de aquém e de além-mar
a ilha que busca e amor que ama.



Nobre apenas de memórias,
vai lembrando seus dias,
dias que são as histórias,
histórias que são porfias
de passados e futuros,
naufrágios e outros apuros,
descobertas e alegrias.



Alegrias descobertas
ou mesmo achadas, lá vão
a todas as naus alertas
de vaia mastreação,
mastros que apóiam caminhos
a países de outros vinhos.
Está é a ébria embarcação.



Barão ébrio, mas barão,
de manchas condecorado;
entre o mar, o céu e o chão
fala sem ser escutado
a peixes, homens e aves,
bocas e bicos, com chaves,
e ele sem chaves na mão.


II

A ilha ninguém achou
porque todos o sabíamos.
Mesmo nos olhos havia
uma clara geografia.


Mesmo nesse fim de mar
qualquer ilha se encontrava,
mesmo sem mar e sem fim,
mesmo sem terra e sem mim.


Mesmo sem naus e sem rumos,
mesmo sem vagas e areias,
há sempre um copo de mar
para um homem navegar.


Nem achada e nem não vista
nem descrita nem viagem,
há aventuras de partidas
porém nunca acontecidas.



Chegados nunca chegamos
eu e a ilha movediça.
Móvel terra, céu incerto,
mundo jamais descoberto.



Indícios de canibais,
sinais de céu e sargaços,
aqui um mundo escondido
geme num búzio perdido.



Rosa-de-ventos na testa,
maré rasa, aljofre, pérolas,
domingos de pascoelas.
E esse veleiro sem velas!



Afinal: ilha de praias.
Quereis outros achamentos
além dessas ventanias
tão tristes, tão alegrias?


III


E depois das infensas geografias
e do vento indo e vindo nos rosais
e das pedras dormidas e das ramas
e das aves nos ninhos intencionais
e dos sumos maduros e das chuvas
e das coisas contidas nessas coisas
refletidas nas faces dos espelhos
sete vezes por sete renegados,
reinventamos o mar com seus calombos,
e columbas revoando sobre as ondas,
e as ondas envolvendo o peixe, e o peixe
(ó misterioso ser assinalado),
com linguagem dos livros ignorada;
reinventamos o mar para essa ilha
que possui “cabos-não” a ser dobrados
e terras e brasis com boa aguada
para as naves que vão para o oriente.

E demos esse mar às travessias,
e aos mapas-múndi sempre inacabados;
e criamos o convés e o marinheiro
e em torno ao marinheiro a lenda esquiva
que ele quer povoar com seus selvagens.

Empreendemos com a ajuda dos acasos
as travessias nunca projetadas,
sem roteiros, sem mapas e astrolábios
e sem carta a El-Rei contando a viagem.
Bastam velas e dados de jogar
e o salitre nas vigas e o agiológio,
e a fé ardendo em claro, nas bandeiras.
O mais: A meia quilha entre os naufrágios
que tão bastantes varram os pavores.
O mais: Esse farol com o feixe largo
que tão unido varre a embarcação.
Eis o mar: era morto e renasceu.
Eis o mar: era pródigo e o encontrei.


Sua voz? Ó que voz convalescida!
Que lamúrias tão fortes nessas gáveas!
Que coqueiros gemendo em suas palmas!
Que chegar de luares e de redes!


Contemos uma história. Mas que história?
A história mal-dormida de uma viagem.
[Jorge de Lima]
...............................................................

A arte e a política tem a ver uma com a outra, e temos que aprender a refletir sobre as questões dessa relação, cujo "fluxo  de significados ocorre em dupla direção", segundo Miguel Chaia. E a arte e a política devem ser um conjunto de inúmeras possibilidades estéticas e sociais. No âmbito da ARTFORUM Brasil XXI procuramos pesquisar as diversas estéticas, estilísticas, linguagens e expressões humanas que posssuam um traço que seja da política necessária a toda e qualquer atitude da pessoa cidadã.


Para nós, a 29ª Bienal de São Paulo cumpriu seus diversos objetivos, produziu espaços para a crítica, e ainda motivou a produção de pesquisa e conhecimento. Assim, nossa homenageamos se baseia em justas causas em prol da arte ontemporânea através da relação dos nomes das pessoas envolvidas na 29a BIENAL DE SÃO PAULO, relacionadas no site oficial, a seguir:

29a BIENAL DE SÃO PAULO


Diretoria Executiva
Heitor Martins, Presidente


Eduardo Vassimon, 1º. Vice-Presidente
Justo Werlang, 2º. Vice-Presidente


Diretores

Jorge Fergie
Lucas Melo
Luis Terepins
Miguel Chaia
Pedro Barbosa
Salo Kibrit


Diretores Representantes

Embaixador Celso Amorim, Ministro das Relações Exteriores
Juca Ferreira, Ministro da Cultura
Angelo Andrea Matarazzo, Secretário de Estado da Cultura
Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal de Cultura


Curadoria

Curadores-Chefes
Agnaldo Farias
Moacir dos Anjos


Curadores convidados

Chus Martinez
Fernando Alvin
Rina Carvajal
Sarat Maharaj
Yuko Hasegawa



Assistentes curatoriais

Ana Maria Maia
Diego Matos
Ligia Afonso
Paulo Miyada
Isabel Teixeira, Estagiária

Pesquisadoras

Dorothee Albrecht
Stina Edblon

Curadora da sala Grupo Rex

Fernanda Lopes

Produção

Emilio Kalil, Diretor
Yumi Watari, Assistente

Coordenadoras

Dora Silveira Corrêa
Cláudia Vendramini

Produtores
Ana Francisca Barros
Carolina Vendramini
Claudio Oliveira
Felipe Isola
Grace Bedin
Ivana Monteiro
Luciana Soares
Marcela Amaral
Michael Gibbons
Renato Silva
Renata Malina

Assistentes

Helena Ramos
Joaquim Millan
Marília Arantes Loureiro


Arquitetura

Marta Bogéa


Colaboradores

Tiago Guimarães, Coordenador
Laura Bigliassi
Marcus Vinicius Santos

Assistentes

Leonardo Cunha Garcia
Lídia Ganhito
Luiz Antonio Adorno Gomes Martins
Fabio Gionco, Maquete


Editorial

Cristina Fino, Coordenadora editorial
Galciani Neves, Website

Maria do Carmo Pontes, Assistente


Produção gráfica

Signorini Produção Gráfica


Programas de Residências
(Projeto Capacete)

Helmut Batista

Jorge Menna Barreto, Mediação

Amilcar Packer, Documentação

Adriana Pineda, Assistência geral


Programação dos Terreiros

Pedro França

Assistentes

Adriana Kachar Hernandes

Luiza Crosman

Guia Digital · Digital Guide

Gustavo Rosa de Moura, Diretor
André Bomfim, Coordenador de produção


Editores

Alexandre Wahrhaftig
Eduardo Aquino
Luisa Marques
Lukas Gadelha
Ricardo Saito

Fotografia

Gustavo Rosa de Moura
Alexandre Wahrhaftig

Som Direto

Gutavo Chiappetta
Gustavo Zysman Nascimento
Raul Arthuso
Eduardo Azevedo, Assitente de produção
Tunay Canepari, Assitente de Edição
Ton Ruey, Animação e letreiros
Nick Graham-Smith, Trilha musical

Locução

Gustavo Rosa de Moura
Marina Person
Nick Graham-Smith
Ricardo Saito
César Turim, Tradutor
Tunay Canepari, Legendagem


Projeto Educativo

Stela Barbieri, Curadora
Angela Castelo Branco, Assistente
Laura Barboza Pinto, Supervisora geral
Carlos Barmak, Coordenador das ações nas comunidades
Mariana Serri Francoio, Coordenadora da formação de educadores
Marisa Szpigel, Coordenadora de Educação a Distância
Bruno Fischer Dimarch, Assistente

Formadores

Deborah Paiva
Diogo de Moraes
Guilherme Teixeira
Stella Queiroga Gomes dos Santos, Secretária

Produção

Ana Carolina Magalhães
Chica Mendonça
Gustavo Melo
Karina Zandoná
Marcelo Tamassia Fernandes Pinto
Melina Borba
Olga Torres

Documentação fotográfica

Denise Adams
Mariana Galender

Redatores

Fernanda Albuquerque
Fernanda Lopes
Simone Castro, Website

Relações externas

Helena Kavaliunas, Coordenadora

Assistentes

Júlia Milaré Gropo
Pedro Milaré Gropo
Veridiana Simons

Voluntários

Ana Paula Pacianotto
Ary Potyguara
Carolina Morhy
Daniela Fajer Rosa
Gaella Pierson
Isabela Giugno
Joana Santos Rolemberg Côrtes
Juliana Fernandes
Karina Fischer Dimarch
Laetitia Aubin
Letícia Sabbatini
Natália Braga Tonda
Radamés Rocha


Supervisores da Formação dos Educadores

Adriana Miranda Aguiar
Affonso Prado V. Abrahão
Anita Limulja
Carlota Mazon
Elaine Carvalho Fontana
Emmanuela Tolentino Santos
Fabíola de A. S. Mariano
Fernanda Simionato
Giuliano Tierno
Julia Goeldi
Larissa Glebova
Magno Rodrigues Faria
Maíra Ribeiro Spilak
Maralice Antunes Camillo
Matheus Leston
Maurício André da Silva
Mayra Oi Saito
Otávio Zani Teixeira
Pablo Manuel R. Talavera
Patrícia Marchesoni Quilici
Paula Yurie Torelli Hijo
Roberta Fialho de Abreu
Talita S. Pedrosa Paes
Tiago Lisboa de M. Athayde


Educadores

Adelaide Cristina da Silva
Adriana Amossi Dolci Leme Palma
Adriana de Moraes
Adriana Moreno
Ágatha Barbosa Araujo
Alex Marinho Cavalcante Alves
Alex Nascimento
Aline Evangelista de Moura
Aline Pires Luz
Allan de Freitas
Amanda Catherine Vieira Monteiro
Ana Carolina Cabral Motta
Ana Carolina Druwe Ribeiro
Ana Carolina Roman Rodrigues
Ana Chhaya Azevedo Kohli
Ana Claudia Di Tulio Lopes
Ana Claudia S. Takenaka
Ana de Carvalho Dias de Andrade
Ana Karina Silva Maganha
Ana Luisa R. de M. Rocha Nossar
Ana Luiza Cencini Polisel
Ana Paula Gomes
Ana Paula Robira Morgado
Anderson Benelli da Silva
André Barboza Arantes
André Rabelo Simões
André Minoru Souza Asai
André Soares da Silva
Andreia Cristina Campinho
Angelo Esteves Silva
Anna Regina Correia Neves
Ariane Faria dos Santos
Ariel Fernandes Spadari
Bárbara Jacqueline Soares Milano
Barbara Rodrigues Ariola
Beatriz Cyrineo Pereira
Beatriz França Vasconcelos
Beatriz Santana Ferreira
Bianca Grazielli Selofite
Bianca Leite Ferreira
Bianca Panigassi Zechinato
Bruna Costa de Oliveira
Bruna Farias Abreu Luz
Bruno Cesar Rossarola dos Santos
Bruno Ferreira de Souza
Caio Feriotti Alves Meira
Caio Meirelles Aguiar
Caio Muller Barbosa
Camila C. dos S. Gomes
Camila Sanches Zorlini
Camila Zanon Paglione
Camille Olivastro Perches
Carlos Alberto Negrini
Carlos Eduardo Poma Valadão
Carlos Henrique Meirelles de Castro
Carmen Cardoso Garcia
Carolina de Mello Castanho Alves
Carolina Ohashi
Carolina Oliveira Ressurreição
Carolina Tami Umezawa
Caroline Brunca Sapgnol
Caroline Gusman Anelli
Caroline Hellm M. Dias
Catharine Rodrigues
Cintia Guimarães Ramos
Clara Passarelli Scott Alves
Cláudia Di Ferreira Ayoub
Cristiana Junqueira Bei
Cristiane Rafael dos Santos Gelain
Cybele Silveira de Lima Honda
Dafini Oliveira
Daniel Zagatti
Daniele Barros dos Santos
Daniele E. C. Cardoso
David Geová Medeiros Santana
Dayane Okipney Silva
Debora de Souza Freitas
Débora Rosa da Silva
Debora S. Hawrysz Gepp
Denise Silva Barros
Diego Francisco Silva Rosberg
Diermany D'Alessandro Raymundo
Dina Ioanna F. L. Pappou
Eduardo Antonio Pereira de Freitas
Elena Knijnik
Eliane Breguêz de Souza
Emerson Nobre Silva
Érica da Costa Santos
Erivaldo Aparecido Alves Nascimento
Eustáquio Ornelas Cota Júnior
Eveline Ivi Cori
Everton Farias Valença Andrade
Fabiana Costa de Almeida
Fabiana Figueira Strumiello
Fábio Moreira Caiana
Felipe Augusto Bracco de Aguillar
Felipe Guimarães
Felipe Roth Faya
Felipe Tenório da Silva
Felix White Toro
Fernanda Basile Resstom
Fernanda da Silva Souza
Fernanda Lemes Campos
Fernanda Maria Borges
Fernando Augusto Fileno
Fernando Siwek Sala
Filipe Lima Pinheiro
Filipe Monguilhott Falcone
Flávia Amato Nogueira
Francine Fernandes Rosa
Gabriel de Aguiar Marcondes Cesar
Gabriel Francisco Barbosa Lemos
Gabriel Lima Garcia
Gabriela L. Dinkhuysen
Gabriela Maete Turetta
Gabriela Vanzetta Pereira da Silva
Giovanna Pezzuol Mazza
Giuliana Marquesi de Souza
Giulianna Nishiyama Guilherme
Glaucos Marcelo Fedozzi Minuera
Guilherme Pacheco Alves de Souza
Guilherme Ramalho dos Santos
Gustavo Avamilano Alvarez
Gustavo Barros Rocha
Helena da Silva Souza
Helena Knoll Bastos
Heloiza Sensulini Soler Olivares
Ildenira Lopes de Sales
Ileane da Silva Ribeiro
Isabella Guimarães Rezende
Isadora do Val Santana
Isaura de Oliveira Ogawa
Izabela Mariano F. de Araújo
Izabella Demercian
Jade Medeiros Tavares
Janaína Nagata Otoch
Jean Luiz Palavicini
Jean Roberto Felipe da Silva
Jeferson Pereira Costa Santos
Jihana Y. A. Nassif
Jonas Rodrigues Pimentel
José Luiz Augusto Alves Pinheiro
Juan Manuel Wissocq
Julia Nóvoa de Campos
Juliana Antunes Mendes
Juliana Cristina Alves da Silva
Juliana Cristina S. Bueno Guimarães
Juliana Marachleian Nersessian
Juliana Solimeo
Karen Herreros
Karina Ayumi Ekami Takiguti
Kelly Cristina da Silva
Laiz Hiromi Fuzinaga
Lara Chaud Palacios Marin
Larissa da Costa Miyazaki
Laura Belik
Laura da Silva Monteiro Chagas
Laura de Barros Chiavassa
Laura Muniz Pacheco
Laura Nogueira Marin
Leila Graziela Costa Oliveira
Leonardo Matsuhei Araki Normande
Letícia da Silva B. Vasconcellos
Livia Mara Botazzo França
Livia Regina Midori Izumi
Luana Cassia Araujo Marcondes
Luana de Paula Perez
Luanda Dessana Ferreira dos Santos
Luara Alves de Carvalho
Luara de Paula Vidal
Lucas Cominato D'Angelo
Lucas Lopes Queiroz
Lucas Silva de Oliveira
Luciana Andreotti Sonck
Luciana Ester Schiel Gigolotti
Luciara dos Santos Ribeiro
Lucilia Santos
Luisa Caetano Escobar da Silva
Luisa Doria Giraldes Teixeira
Luisa Rodrigues Barcelli
Maira Bottan
Manuela D'Albertas G. de Carvalho
Manuela Henrique Nogueira
Marcel Cabral Couto
Marcella Klimuk Uchiyama
Marcello A. M. Avelasco
Marcia Veronica de A. Ferrari
Marco Antonio Biglia Junior
Maria Augusta B. de Souza Aranha
Maria Clara Kanazawa
Maria Isabela Buzolin Lucredi
Maria Livia Nobre Goes
Maria Tereza Bentivegna Belfort
Mariana Coyado Rodrigues Garcia
Mariana Ferreira Ambrosio
Mariana Garau Moll
Mariana Rodrigues Rosell
Mariana Schmidt de Oliveira Iacomo
Mariana Vilela do Nascimento
Mariane Beline Tavares
Mariane N. Ferreira
Marina Borges Sarno
Marina Cunha Martins
Martha Letícia Casalaspro Moreira
Martin Prado Sander Smit
Matias Barboza Pinto
Mayara Medeiros Miussi
Melina Martinho
Mira Serrer Rufo
Natália Pineiro Bressan
Natália Rodrigues Gil
Nathalia Carolina Fuchs
Nayara Datovo Prado
Nei Franclin Pereira Pacheco
Nina de Oliveira Castellano
Nina Pauline Knutson
Olyvia Victorya Bynum
Osvaldo Sant Anna Júnior
Otavio de Camargo Penteado
Paloma F. de Melo Paula
Paola Ribeiro da Silva
Patrícia Regina Vannetti Veiga
Patrick Gomes de Toledo
Paula Franco
Paula Kaori Nishijima
Paula Macedo Pereira
Paula Vaz Guimarães de Araujo
Paulo Chiarella Scharlach
Paulo Henrique Bonosi Futagawa
Paulo Ricardo Gomides Abe
Paulo Vitor F. de B. M. Delgado
Pedro Gabriel Amaral Costa
Pedro Henrique Ferreira Costa
Pedro Henrique Moreira
Pedro Mattoso Boaventura
Pedro Pizante Millan
Priscila Dias Carlos
Priscila Oliveira Herrera Hidalgo
Priscila Palumbo
Priscila Tavares
Queli Cristina Martins Coelho
Rachel Kogawa Carvalho
Rachel Pacheco Vasconcellos
Rafael Calixto da Silva
Rafael D'Amico Flabore
Rafael Florêncio da Silva
Rafael Frattini Coimbra Longhi
Rafael Santolíquido Davini
Rafael Tortorelli Canal
Raissa Monteiro dos Santos
Raphael Yozo Donadio Suguita
Rebeca Lopes da Silva
Renata de Pierro
Renata Barbosa Lima
Renata da Silva Xavier
Renata Osti
Renata Pedroza
Renata Perissinotto Passos
Renata Tsuchiya
Renato Nonato Ogasawara
Ricardo Rodrigues Serafim
Roberta Borges de Oliveira
Roberta Maringelli Campi
Rodolfo Borbel Pitarello
Rodolfo Colombo
Rodrigo Pereira Fernandes
Rômulo dos Santos Paulino
Ruana Negri Crusca
Sabrina Alves da Silva
Simei Silva Greb
Simone de Cassia Spilborghs
Stephanie Maluf
Suellen de Souza Barbosa
Sylvia B. P. Fonseca
Tabita Tiede Lopes
Tamara Faifman Maciel
Tamara Takaoka de Oliveira
Tamira Naia dos Santos
Tatiana de Andrade Beltrão
Tatiana G. do Prado
Tatiana P. do Nascimento
Tatiane Ferreira da Silva Santos
Téo C. Garfunkel
Thais A. da Costa Botelho
Thaís Mendes Moura Carneiro
Thamíres Cristina da Silva
Thiago Alves de Oliveira
Thiago Cezar Macete
Thila Pedrozo Lima
Thisby Alarcon Khury
Tiago Salles Rizzo
Tiely Cáceres Correia
Úrsula Passos de Paula
Vanessa Florentino de Jesus
Verônica Sayuri Kuniyoshi
Victor Tasso Garcia Vieira Albertini
Vincenzo Russo Soares
Vinicius Dias Oliveira de Almeida
Vinícius Monteiro de Castro Tubino
Vitor Ballan B. Leite
Vitor Yugo Katanosaka
Wembley Matos dos Santos
William S. de Oliveira
Yasmim de Liz Branco
Yukari Vieira Ritzmann
Yule Liberati Barbosa


FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO


Fundador

Francisco Matarazzo Sobrinho (1898–1977), Presidente Perpétuo

Conselho de Honra

Oscar P. Landmann, † Presidente

Membros do Conselho de Honra composto de Ex-Presidentes

Alex Periscinoto
Carlos Bratke
Celso Neves †
Edemar Cid Ferreira
Jorge Eduardo Stockler
Jorge Wilheim
Julio Landmann
Luiz Diederichsen Villares
Luiz Fernando Rodrigues Alves †
Maria Rodrigues Alves †
Manoel Francisco Pires da Costa
Oscar P. Landmann †
Roberto Muylaert


Conselho de Administração

Elizabeth Machado, Presidente
Alfredo Egydio Setubal, Vice-Presidente


Membros vitalícios

Alex Periscinoto
Benedito José Soares de Mello Pati
Ernst Guenther Lipkau
Giannandrea Matarazzo
Gilberto Chateaubriand
Hélène Matarazzo
Miguel Alves Pereira
Jorge Wilheim
Julio Landmann
Manoel Ferraz Whitaker Salles
Pedro Franco Piva
Roberto Duailibi
Roberto Pinto de Souza
Rubens José Mattos Cunha Lima
Thomaz Farkas


Membros

Adolpho Leirner
Alberto Emmanuel Whitaker
Alfredo Egydio Setubal
Aluizio Rebello de Araujo
Álvaro Augusto Vidigal
Antonio Bias Bueno Guillon
Antonio Bonchristiano
Antonio Henrique Cunha Bueno
Beatriz Pimenta Camargo
Beno Suchodolski
Cacilda Teixeira da Costa
Carlos Alberto Frederico
Carlos Bratke
Carlos Francisco Bandeira Lins
Carlos Jereissati
Cesar Giobbi
Claudio Thomas Lobo Sonder
Decio Tozzi
Elizabeth Machado
Emanoel Alves de Araújo
Evelyn Ioschpe
Fábio Magalhães
Fernando Greiber
Fersen Lamas Lembranho
Gian Carlo Gasperini
Gustavo Halbreich
Jackson Schneider
Jean-Marc Robert Nogueira Baptista Etlin
Jens Olesen
Jorge Gerdau Johannpeter
José Olympio da Veiga Pereira
Marcelo Mattos Araújo
Marcos Arbaitman
Maria Ignez Corrêa da Costa Barbosa
Marisa Moreira Salles
Nizan Guanaes
Paulo Sérgio Coutinho Galvão
Pedro Aranha Corrêa do Lago
Pedro Paulo de Sena Madureira
Roberto Muylaert
Rubens Murillo Marques
Susana Leirner Steinbruch
Tito Enrique da Silva Neto


Conselho Fiscal

Manoel Ferraz Whitaker Salles
Carlos Francisco Bandeira Lins
Tito Enrique da Silva Neto


Suplentes

Pedro Aranha Corrêa do Lago
Carlos Alberto Frederico
Gustavo Halbreich


Diretoria Executiva

Heitor Martins, Presidente
Eduardo Vassimon, 1º. Vice-Presidente

Justo Werlang, 2º. Vice-Presidente


Diretores

Jorge Fergie
Lucas Melo
Luis Terepins
Miguel Chaia
Pedro Barbosa
Salo Kibrit


Diretores Representantes

Embaixador Celso Amorim, Ministro das Relações Exteriores
Juca Ferreira, Ministro da Cultura
Angelo Andrea Matarazzo, Secretário de Estado da Cultura
Carlos Augusto Calil, Secretário Municipal de Cultura


Diretor Administrativo Financeiro

Flávio Camargo Bartalotti


Arquivo Histórico Wanda Svevo

Adriana Villela, Coordenadora
Natália Leoni, Pesquisadora
Jorge Lody, Administrador do banco de dados
José Leite de A. Silva (Seu Dedé), Auxiliar administrativo
Ana Paula Andrade Marques, Estagiária


Assessora da Diretoria

Luciana Lehfeld Daher


Assessoria Jurídica

Cesnik, Quintino e Salinas Advogados

Bienal Digital

Adriana Villela
Ana Maria Maia
Ângela Teixeira
André Stolarski
Chico Caminati
Diana Dobránszky
Diego Matos
Marcos Machuca
Paulo Miyada
Pedro Weingärtner
Rony Rodrigues
Victor Bergmann

Design

André Stolarski, Diretor


Designers

Ana Elisa de Carvalho Silva
Felipe Kaizer
Victor Bergmann, Web designer

Estagiários

Fernando Laranjeira Petrich
João Paulo Parenti Ceban
Roman Iar Atamanczuk


Editorial

Diana Dobránszky, Produtora editorial

Gerência de Recursos Humanos e Manutenção

Mário Rodrigues, Gerente
Marcus Vinícius Cardoso da Silva
Rodrigo Martins
Valdemiro Rodrigues da Silva
Vinícius Robson da Silva Araújo
Wagner Pereira de Andrade


Gerência Financeira

Kátia Marli Silveira Marante, Gerente

Amarildo Firmino Gomes
Felipe Araújo Machado
Lisânia Praxedes dos Santos
Thatiane Pinheiro Ribeiro

Gerência de Secretaria Geral

Maria Rita Marinho, Gerente

Anderson Fernandes
Angélica de Oliveira Divino
Josefa Gomes
M. da Glória do E.S. de Araújo

Relações Institucionais e Projetos Especiais

Programa Brasil Arte Contemporânea,convênio com MinC

Flávia Abbud, Coordenadora

Assistentes

Marina Scaramuzza
Marina Terepins

Projeto Setorial Integrado - Brasil Arte Contemporânea,
convênio com Apex-Brasil


Têra Queiroz, Gerente


Marketing e Captação de Recursos

Coordenadoras

Alessandra Effori
Marta Delpoio


Assistentes

Bruna Azevedo
Glaucia Ribeiro

Produção de Exposições

Coordenação administrativa

Vânia Mamede C. Shiroma, Coordenadora
Mônica Shiroma de Carvalho, Produtora cultural
Viviane Teixeira, Assistente


Tecnologia e Inovação

Marcos Machuca, Assessor especial
Anderson de Andrade
Valdemiro Rodrigues da Silva


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Nós, da Universidade Planetária do Futuro estamos com uma programação para 2011 do Projeto "1ª Bienal Internacional de Artes Visuais XXI", que apresenta como temática: "Mundos e Universos": - quais os seus?

O projeto Bienal de Artes Visuais homenageará a as cores e etnias da Mãe - África, do Brasil de 5 séculos, bem como a arte contemporânea, através do Pavillion dos Sonhos. Essa programação foi inaugurada no dia 28 de novembro, aqui, na Universidade Planetária do Futuro, com a apresentação da obra da Profa. Zélle Bittencourt, de Curitiba, que está no Núcelo de arte contemporânea - futurista.

Ainda neste mês de dezembro, antes da virada do ano de 2011 apresentaremos mais três artistas que serão o elo de ligação com as próximas apresentações do próximo ano, de acordo com o nosso projeto em pleno desenvolvimento de seus conceitos e elos de interação entre arte, humanidade, natureza, planeta e universo.

Estaremos homenageando também, a história da Bienal de São Paulo, através de vídeos, imagens e fotos, e apresentando vídeos do centenário da Bienal de Veneza, em 1995 e de vídeos da bienal de 2010.

Até a próxima bienal, na Segunda Década do Século XXI, que se inicia daqui a umas tres semanas, no próximo ano de 2011. E que a próxima seja mais ainda possível de reflexões que contribuam para a construção coletiva de um mundo melhor, de um Brasil Melhor.

Brasil, 12 de dezembro de 2010

Ana Maria Felix Garjan
Diretora cultural e curadora
Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos
Presidente da Universidade Planetária do Futuro












Lista Oficial dos Artistas da 29ª Bienal de São Paulo
(lista publicada no site da Bienal):


“Há sempre um copo de mar para um homem navegar”

“There is always a cup of sea to sail in”

Curadores-chefe: Moacir dos Anjos, Agnaldo Farias
Curadores convidados: Chus Martinez, Fernando Alvim, Rina Carvajal, Sarat Maharaj, Yuko Hasegawa

1. Adrian Piper / USA / Germany / 1948

2. Aernout Mik / Netherlands / Netherlands / 1962

3. Ai Weiwei / China / China / 1957

4. Albano Afonso / Brasil / Brasil / 1964

5. Alberto Greco / Argentina / 1931 - 1965

6. Alessandra Sanguinetti / USA / USA / 1968

7. Alfredo Jaar / Chile / USA / 1956

8. Alice Miceli / Brasil / Brasil / 1980

9. Allan Sekula / USA / USA / 1951

10. Allora & Calzadilla – Allora / USA / Puerto Rico / 1974 and Calzadilla / Cuba / Puerto Rico / 1971

11. Amar Kanwar / India / India / 1964

12. Amélia Toledo / Brasil / Brasil / 1926

13. Ana Gallardo / Argentina / Argentina / 1958

14. Andrea Büttner / Germany / Germany / 1972

15. Andrea Geyer / Germany / Germany and USA / 1971

16. Andrew Esiebo / Nigeria / Nigeria / 1978

17. Anna Maria Maiolino / Italy / Brasil / 1942

18. Anri Sala / Albania / Germany / 1974

19. Antonieta Sosa / USA / Venezuela / 1940

20. Antonio Dias / Brasil / Brasil / 1944

21. Antonio Manuel / Portugal / Brasil / 1947

22. Apichatpong Weerasethakul / Thailand / Thailand / 1970

23. Archigram Group / England / 1960s

24. Artur Barrio / Portugal / Brasil / 1946

25. Artur Zmijewski / Poland / Poland / 1966

26. CADA - Colectivo Acciones de Arte / Chile / 1979

27. Cao Fei / China / 1978

28. Carlos Bunga / Portugal / Spain / 1976

29. Carlos Garaicoa / Cuba / Cuba

30. Carlos Teixeira / Brasil / Brasil / 1966

31. Carlos Vergara / Brasil / Brasil / 1941

32. Carlos Zilio / Brasil / Brasil / 1944

33. Chantal Akerman / Belgium / France / 1950

34. Chen Chieh-jen / Taiwan / 1960

35. Chim Pom / Japan

36. Cildo Meireles / Brasil / Brasil / 1948

37. Cinthia Marcelle / Brasil / Brasil / 1974

38. Claudia Joskowicz / Bolivia / USA

39. Claudio Perna / Venezuela / 1938-1997

40. Daniel Senise / Brasil / Brasil / 1955
41. David Claerbout / Belgium / Belgium / 1969

42. David Cury / Brasil / Brasil

43. David Goldblatt / South Africa / South Africa / 1930

44. David Lamelas / Argentina / Argentina and USA / 1946

45. David Maljkovic / Croatia / Croatia / 1973

46. Deimantas Narkevicius / Lithuania / 1964

47. Dora Garcia / Spain / Belgium / 1965

48. Douglas Gordon / Scotland / Germany, Scotland and USA / 1966

49. Eduardo Coimbra / Brasil / Brasil / 1955

50. Eduardo Navarro / Argentina / Argentina /1979

51. Efrain Almeida / Brasil / Brasil / 1964

52. Emily Jacir / Palestine / USA and Palestine / 1970

53. Enrique Jezik / Argentina / Mexico / 1961

54. Ernesto Neto / Brasil / Brasil / 1964

55. Fernando Lindote / Brasil / Brasil / 1960

56. Filipa César / Portugal / Germany / 1975

57. Fiona Tan / Indonesia / Netherlands / 1966

58. Flávio de Carvalho / Brasil / 1899 - 1973

59. Francis Alÿs / Belgium / Mexico / 1959

60. Gabriel Acevedo Velarde / Peru / Germany /1976

61. Gil Vicente / Brasil / Brasil / 1958

62. Graziela Kunsch / Brasil / Brasil /1979

63. Gustav Metzger / Germany / England / 1926

64. Guy de Cointet / France / 1934 – 1983

65. Guy Veloso / Brasil / Brasil / 1969

66. Harun Farocki / Germany / Germany / 1944

67. Hélio Oiticica / Brasil / 1937 - 1980

68. Henrique Oliveira / Brasil / Brasil / 1973

69. High Red Center / Japan

70. Isa Genzken / Germany / Germany / 1948

71. Jacobo Borges / Venezuela / Venezuela and USA / 1931

72. James Coleman / Ireland / Ireland / 1941

73. Jean Luc Godard / France / 1930

74. Jeremy Deller / England / England / 1966

75. Jimmie Durham / USA / Italy / 1940

76. Joachim Koester / Denmark / USA / 1962

77. Jonas Mekas / Lithuania / Lithuania / 1922

78. Jonathas de Andrade / Brasil / Brasil

79. José Antonio Vega Macotela / Mexico / Mexico / 1980

80. José Leonilson / Brasil / 1957 - 1993

81. José Spaniol / Brasil / Brasil / 1960

82. Joseph Kosuth / USA / USA / 1945

83. Juliana Stein / Brasil / Brasil / 1970

84. Julie Ault and Martin Beck / USA and Austria / USA / 1957 and 1963

85. Karina Skvirsky Aguilera / USA / USA / 1967

86. Kboco e Roberto Loeb / Brasil / Brasil / 1978 and 1941

87. Kendell Geers / South Africa / Belgium / 1968

88. Kiluanji Kia Henda / Angola / Angola / 1979

89. Kimathi Donkor / England / 1965

90. Kutlug Ataman / Turkey / England / 1961

91. Livio Tragtenberg / Brasil / Brasil

92. Luiz Zerbini / Brasil / Brasil / 1959

93. Lygia Pape / Brasil / Brasil / 1927 - 2004

94. Manfred Pernice / Germany / Germany / 1963

95. Manon de Boer / India / Belgium and Netherlands / 1966

96. Marcelo Silveira / Brasil / Brasil / 1962

97. Marcius Galan / Brasil / 1972

98. Maria Lusitano Santos / Portugal / 1971

99. Maria Thereza Alves / Brasil / Germany / 1961

100. Marilá Dardot and Fábio Morais / Brasil / Brasil / 1973 and 1975

101. Mário Garcia Torres / Mexico / Mexico / 1975

102. Marta Minujin / Argentina / Argentina / 1943

103. Mateo López / Colombia / Colombia / 1978

104. Matheus Rocha Pitta / Brasil / Brasil / 1980

105. Miguel Angel Rojas / Colombia / Colombia / 1946

106. Miguel Rio Branco / Spain / Brasil / 1946

107. Milton Machado / Brasil / Brasil / 1947

108. Mira Schendel / Switzerland / 1919 -1988

109. Monir Shahroudy Farmanfarmaian / Iran / 1924

110. Moshekwa Langa / South Africa / Netherlands / 1975

111. Nástio Mosquito e Bofa da Cara / Angola / 1981

112. Nan Goldin / USA / USA and France / 1953

113. Nancy Spero / USA / 1926 - 2009

116. Nelson Leirner / Brasil / Brasil / 1932

117. Nnenna Okore / Nigeria / 1975

118. NS Harsha / India / India / 1969

119. Nuno Ramos / Brasil / Brasil / 1960

120. Oscar Bony / Argentina / 1941-2002

121. Oswaldo Goeldi / Brasil / 1895 –1961

122. Otobong Nkanga / Nigeria / France and Belgium / 1974

123. Otolith Group / England / England / 2000

124. Palle Nielsen / Denmark / Denmark / 1942

125. Paulo Bruscky / Brasil / Brasil / 1949

126. Pedro Barateiro / Portugal / Portugal / 1979

127. Pedro Costa / Portugal / Portugal / 1959

128. Pixação SP / Brasil / Brasil

129. Qiu Anxiong China / China / 1972

130. Raqs Media Colective / India / India / 1992

131. Rex Time / Brasil / Brasil / 1966

132. Roberto Jacoby / Argentina / Argentina / 1944

133. Rochelle Costi / Brasil / Brasil / 1961

134. Rodrigo Andrade / Brasil / Brasil / 1962

135. Ronald Duarte / Brasil / Brasil / 1963

136. Rosangela Rennó / Brasil / Brasil / 1962

137. Runa Islam / Bangladesh / England /1970

138. Samuel Beckett / Ireland/ 1906 - 1989

139. Sandra Gamarra / Peru / Spain / 1972

140. Sara Ramo / Spain / Brasil / 1975

141. Simon Fujiwara / England / Germany / 1982

142. Sophie Ristelhueber / France / France / 1949

143. Steve McQueen / England / England and Netherlands / 1969

144. Sue Tompkins / England / Scotland / 1971

145. Superstudio / Italy / 1966

146. Susan Philipsz / Scotland / Germany / 1965

147. Tacita Dean / England / Germany / 1965

148. Tamar Guimarães / Brasil / Denmark

149. Tatiana Blass / Brasil / Brasil / 1979

150. Tatiana Trouvé / Italy / France / 1968

151. Tobias Putrih / Slovenia / USA / 1972

152. Tucuman Arde / Argentina

153. UNStudio / Netherlands / 1998

154. Wendelien van Oldenborgh / Netherlands / Netherlands / 1962

155. Wilfredo Prieto / Cuba / Spain / 1978

156. Yael Bartana / Israel / Israel and Netherlands / 1970

157. Yoel Vazquez / Cuba / Germany / 1973

158. Yonamine/ Angola / 1975

159. Yto Barrada / France / Morroco / 1971

160. Zanele Muholi / South Africa / South Africa / 1972

161. Zarina Bhimji / Uganda / 1963

..................................................
Colaboração/informações:
http://www.a4com.com.br/



A seguir, fotos pesquisadas na internet, para compartilhar de algumas obras apresentadas pelos artistas, na 29ª Bienal de Artes de São Paulo de 2010:






















Fotos pesquisadas na internet
Vamos identificar o autor.



.


Brasil, 12 de dezembro de 2010
Grupos ARTFORUM Brasil XXI
Universidade Planetária do Futuro

Centro de Ciências Humanas
Departamento de Arte
Deptº de Divulgação Cultural e Científica


Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano I
Cultura Humanista - Planetária

Um bom momento para que possamos refletir sobre o cuidado que devemos ter com a nossa casa

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A outra Europa que desperta, por Antonio Martins

A Universidade Planetária do Futuro divulga matéria importante sobre a mobilização de estudantes na Europa, como resposta aos planos dos governos da União Européia (UE).


A outra Europa que desperta


Os estudantes europeus estão de volta. Sua mobilização é resposta direta aos planos dos governos da União Europeia (UE) – que, diante da crise financeira, optaram por cortar direitos sociais e serviços públicos. Mas certas as características das novas lutas são marcantes.

Por Antonio Martins

Revista Fórum - 04.12.2010


Em Roma, eles ocupam as reitorias e escalam os tetos das universidades, onde se instalam. Daí buscam as ruas. Paralisam rotas turísticas (e aeroportos como o Galileu Galilei, que serve Florença). Promovem invasões-relâmpago de monumentos como a Torre de Pisa e o Coliseu – de onde cantaram, em 25/11: “Hoje, nós somos os leões”. Em Londres, fizeram terça-feira (30/11) a segunda grande manifestação em uma semana e se envolveram em mais um confronto com a polícia — sob neve, vento e frio de zero grau. Ocupam 32 prédios universitários, entre eles as administrações das aristocráticas Cambridge e Oxford.

Os estudantes europeus estão de volta. Sua mobilização é resposta direta aos planos dos governos da União Européia (UE) – que, diante da crise financeira, optaram por cortar direitos sociais e serviços públicos (leia nossa análise e sua atualização). Mas certas as características das novas lutas são marcantes. Recuperam e atualizam, em certos aspectos – irreverência, autonomia, criatividade – elementos da tradição de 1968. Mas as formas de ação rebeldes combinam-se com uma postura que vai muito além da denúncia e do protesto. A resistência aos planos dos governos (corte de verbas e elevação brutal das taxas escolares, em essência) não resulta em defesa da universidade atual.

Ao contrário: os movimentos querem uma reforma universitária – porém radicalmente democratizadora. Articulam-se (especialmente na Itália) com pós-graduandos e pesquisadores, o que dá um caráter multi-generacional a sua ação. A agitação nas ruas é complementada por debate permanente nas universidades e apresentação, via internet, de propostas bem-articuladas de mudança. A campanha não é coordenada por organizações estudantis tradicionais, mas por redes recém-constituídas, que não têm relação direta com partidos e se articulam principalmente pela internet. Fala-se em ação direta, mas não se rejeita o diálogo com a institucionalidade.

Os primeiros resultados são animadores: no Reino Unido, em face da mobilização estudantil, setores do governo de centro-direita vacilam em chancelar, no Parlamento, o ataque aos direitos. Na Itália, os protestos estão ampliando o desgaste do gabinete de Sílvio Berlusconi: o primeiro-ministro pode sucumbir a uma moção de desconfiança que será votada no Parlamento em 14/12.

* * *

A investida dos governos europeus à universidade pública é um dos desdobramentos das políticas de “austeridade fiscal” adotadas pela UE no início do ano. Na Itália, uma ampla mudança no sistema educacional, iniciada em 2008 (a chamada “reforma Gelmini”, em alusão à ministra da Educação e Universidade, Mariastela Gelmini) corre o risco de ser piorada pela lei de Orçamento deste ano, que está em votação no Parlamento e promove corte generalizado de recursos.

Implantada abertamente em nome da “competitividade” e da “estabilização das finanças públicas”, a (contra) reforma afeta o ensino em todos os níveis. Reintroduz a figura do “professor único” nas séries iniciais (eliminando o sistema atual de três professores). Em apelo ao conservadorismo, restabelece a avaliação dos estudantes por meio de sistema decimal de notas. Reduz a diversidade de opões de cursos, na escola secundária. Na Universidade pública, promove fusão de carreiras, restringe o número de vagas, rebaixa os orçamentos para pesquisa, estimula a privatização parcial (convida fundações privadas a participarem do financiamento dos institutos, em troca de direcionamento das atividades universitárias para seus interesses particulares). Para alcançar tais objetivos, reduz fortemente a representação estudantil nos conselhos dos institutos.

No Reino Unido, as medidas são ainda mais cruas. O governo – de coalizão entre o Partido Conservador (direita) e o Liberal-Democrata (centro-direita) anunciou em outubro um corte de 40% no orçamento das universidades públicas. A medida foi apresentada como primeiro passo para implementar as recomendações do Relatório Browne, um documento parlamentar que propõe a retirada de qualquer subsídio público à educação superior.

Coordenado pelo lorde Browne of Madingley, ex-excecutivo-chefe da British Petroleum, o texto prevê transferir para os próprios estudantes o ônus pela manutenção das universidades. As anuidades escolares triplicarão, se o plano for adiante, passando para 9 mil libras (cerca de R$ 25 mil). Os 3,3 bilhões de libras (R$ 8,8 bi) hoje destinados ao ensino superior desaparecerão literalmente. O sentido geral da contra-reforma foi apontado num artigo do crítico literário Stephan Collini, para a London Review of Books. Trata-se de romper a tradição do Estado do Bem-Estar Social inglês e desqualificar a educação universitária como bem comum – reduzindo-a à condição de um mercado levemente regulado pelo Estado…

* * *

Tanto na Itália quanto no Reino Unido, tais políticas de privatização e corte de direitos dependem do Parlamento. A presença de vasta maioria conservadora nos dois legislativos asseguraria, em princípio, aprovação tranqüila. A insubmissão dos estudantes é a surpresa que está modificando o panorama.

Em ambos os países, a mobilização tem, além dos protestos criativos de rua, uma cena típica: as dezenas de universidades ocupadas. Na Itália, há uma curiosa divisão de trabalho. Os estudantes tomam os prédios administrativos – reitorias e salas de conselhos, tipicamente. Os pesquisadores sobem ao teto das instituições. Lá, organizam mobilizações e debates. Sua ação é articulada – de modo semi-informal, mas muito eficiente – pela chamada Rede 29 de Abril. Foi constituída numa assembléia nacional de pesquisadores universitários realizada em Milão, na data que dá nome à iniciativa (ver documento de fundação e vídeo do encontro).

A partir de então, deflagrou-se um intenso processo de denúncia da “reforma” Gelmini e, em especial, formulação de alternativas. O site internet da rede deixa claro: “não somos apenas protesto”. Lá, um conjunto de documentos analisa a estrutura da universidade italiana, seus impasses atuais, os possíveis efeitos da proposta do governo e, em especial, as bases para uma saída de sentido oposto. No mesmo endereço, uma seção curiosa, Direto do Teto, oferece imagens das mobilizações e… das cidades italianas vistas de cima. Os pesquisadores filmaram, em vídeo, cenas como sua subida à parte mais alta dos edifícios, as reuniões que lá realizam, os debates com personalidades italianas. O teto da célebre Università La Sapienza (em Roma) recebeu, entre outras, as visitas de todos os líderes de partidos da moderada oposição ao premiê Silvio Berlusconi. Os eventos podem ter sido decisivos para levá-los a assumir, no Parlamento, a oposição à contra-reforma.

Já as ocupações estudantis foram capazes de evitar o auto-entrincheiramento – um problema comum, quando se recorre a esta forma de luta (inclusive no Brasil). Os prédios ocupados não são vistos como fortalezas a serem defendidas do Estado ou da polícia, mas como a base para uma impressionante seqüência de manifestações de rua. Elas ocorrem quase todos os dias desde 23/11, quando a votação do projeto do governo pareceu mais próxima. Espalharam-se por centenas de cidades.

Sua marca principal não é número – mas diversidade, capilaridade e criatividade. Ninguém espera convocações centralizadas (embora elas existam, como se verá). Organizados a partir dos institutos que ocuparam, os estudantes promovem cortejos, marchas, rápidas intervenções urbanas (flashmobs). Elas fazem, frequentemente, alusão à cultura, ao saber, ao curso de quem se manifesta. Na madrugada da última terça-feira (29/11), por exemplo, a internacionalmente famosa Academia de Brera (de artes), em Milão, foi ocupada. Na manhã seguinte, os alunos decidiram em assembléia oferecer, à cidade, a cada dia, uma blitz artística e um bloco criativo – conceitos que incluem, entre outras atividades, apresentação de filmes e teatro de rua. Também resolveram substituir as aulas tradicionais por debates sobre a “auto-reforma” da Universidade (terão, para tanto, o apoio dos pesquisadores) e pela instalação de “coletivos de auto-formação”.

Ações como esta se multiplicam às centenas. Tem em comuM pontos como a não-violência, a valorização e garantia do serviço público (em Brera, por exemplo, a ocupação preocupou-se em não interromper o acesso do público ao museu e outras instalações da Academia), a projeção de uma imagem de abertura ao diálogo. Intransigência, ignorância e brutalidade devem estar associadas ao governo, não ao movimento. Este imenso conjunto de iniciativas é coordenado por alguns movimentos, que se articulam horizontalmente, em forma de rede, e se expressam principalmente pela internet.

Entre estes, estão Link (que chama os defensores da contra-reforma de “Ladrões de Futuro” e convoca ironicamente os ainda desmobilizados: “Enquanto você estuda, tua faculdade pode desaparecer”), Unione degli Studenti (“União dos Estudantes”, onde destaca-se uma área destinada a “Outra Reforma” da universidade), Rete della Conoscenza (“Rede do Conhecimento”, uma articulação entre os dois primeiros, destinada a refletir sobre a mobilização), Uniriot (com um acompanhamento constante das mobilizações e links com o movimento inglês), Unione degli Universitari (“União dos Universitários”, uma confederação de associações estudantis que se vê com sindicato e parece mais corporativista).

A maior parte destas características está presente com a mesma intensidade nas mobilizações do Reino Unido – mais um sinal de que podemos estar diante de uma mudança de padrão. Em 6 de fevereiro deste ano, reuniram-se em Londres representantes de diversos campi universitários onde havia embriões de campanhas contra o corte de verbas e a elevação das anuidades. Lançaram a Campanha Nacional contra Tarifas e Cortes (National Campaign Against Fees and Cuts – NCAFC, em inglês). Como na Itália, não há uma direção estabelecida, mas reuniões (abertas) de coordenação regional nacional.

As ocupações de universidades têm o mesmo caráter irreverente e criativo das italianas (salvo, é claro, pela inexistência de um elenco equivalente de monumentos históricos e paisagens magníficas). Os vídeos disponíveis no site da NCAFC revelam a presença numerosa nas escolas ocupadas; o esforço de auto-formação (teórica e, como seria de esperar num país de enorme musicalidade, em matérias como solidarity dance ou freedom dance); a horizontalidade; a forte participação de imigrantes.

As manifestações de rua são mais centralizadas que na Itália. Houve duas jornadas nacionais até o momento: em 24 e 30 de novembro. Em cada uma, cerca de 150 mil estudantes protestaram, em dezenas de cidades. Em Londres, a polícia reagiu de forma violenta. Em resposta, surgiu a campanha CopWatch (“Observatório da Polícia”), que convida os cidadãos a registrar e denunciar abusos das forças estatais de segurança. Assim como na Itália, os estudantes contam com apoio senior para debate teórico e formulação de alternativas. Na Inglaterra, surgiram redes como Humanities Matter (“As Ciências Humanas são decisivas”). Estimulam a produção de análises sobre o estado e futuro da universidade, a mobilização de apoios entre intelectuais e cientistas, a proposição de outras reformas possíveis.

* * *

Duas semanas de mobilização intensa foram capazes de produzir mudanças notáveis no panorama político da Itália e Reino Unido – e tremores ainda mais importantes podem ocorrer em breve. Isto foi possível, em boa medida, graças a outra característica inovadora dos movimentos, nos dois países. Embora pratiquem e valorizem formas autogestionárias de organização da luta, os estudantes não voltam as costas para a política institucional. Eles sabem que não será possível preservar ou ampliar direitos sem pressionar o Estado. Os pesquisadores italianos abriram, como se viu, diálogo com a centro-esquerda. Em contrapartida, as sedes dos partidos que mais atuam em favor da contra-reforma (Conservadores, no Reino Unido; Popolo della Libertà-PdL, de Berlusconi, na Itália) estiveram entre os alvos principais das manifestações de rua.

Os primeiros efeitos são visíveis. Na Inglaterra, o glamour inicial da coalizão de centro-direita sofreu forte desgaste. Eleito em maio, o primeiro-ministro David Cameron procurou apresentar-se, nos primeiros meses de mandato, como defensor de uma participação inédita da sociedade civil na gestão do Estado: o plano Big Society. A luta dos estudantes está desvendando a verdadeira face do projeto: reduzir a garantia, pelo Estado, dos direitos sociais; envolver a sociedade não como gestora empoderada de seu próprio destino, mas como administradora de serviços públicos enfraquecidos ou sucateados.

As críticas à privatização da universidade, e em especial à triplicação das anuidades escolares, ameaçam provocar uma primeira crise no governo. Embora ainda dividido, o Partido Liberal-Democrata, sócio menor na coalizão no poder, ameaça abster-se na votação sobre a contra-reforma universitária. Nesse caso, ela poderá ser derrotada se forte pressão popular reverter o voto de cerca de vinte parlamentares do Partido Conservador.

Na Itália, a crise é ainda mais grave. No final de novembro, em meio ao início dos protestos estudantis e após meses de desgastes, a coalizão liderada por Silvio Berlusconi sofreu uma cisão. Um bloco liderado pelo deputado Gianfranco Fini, presidente do Parlamento e aliado histórico do primeiro-ministro, deixou o PdL para formar um novo partido, denominado Futuro e Liberdade.

O governo perdeu a maioria absoluta e agora depende de negociações com outras forças, para passar qualquer medida no Legislativo. Em 30 de setembro, a contra-reforma Gelmini foi aprovada pela Câmara (devendo voltar ao Senado). Um dia depois, porém, deu-se reviravolta espetacular. Os partidos que se afastaram de Berlusconi propuseram uma moção de desconfiança contra o premiê. Ela paralisa a atividade legislativa até ser submetida ao voto dos deputados – em 14 de dezembro. Caso majoritário, provocará a queda do governo e reembaralhará o cenário da política institucional. São possíveis, inclusive, eleições antecipadas, em especial na hipótese, bastante plausível, de a crise financeira européia expandir-se e atingir com força a Itália (já há sinais dessa contaminação desde a virada do mês).

O novo movimento estudantil captou rapidamente os tremores e a oportunidade que eles oferecem. No Reino Unido, uma terceira jornada nacional de grandes manifestações de rua está marcada para 9 de dezembro – o dia em que o Legislativo votará as medidas de privatização e aumento das anuidades universitárias. “Marcha sobre o Parlamento: nem cortes, nem taxas. Garantir os serviços públicos e tributar os ricos” anuncia o cartaz mais recente do NCAFC.

Na Itália, os estudantes estão servindo de fagulha para uma grande mobilização popular que pressionará o Parlamento pela queda do governo, em 14 de dezembro. Ela está atraindo velozmente a adesão dos movimentos sociais, após anos de letargia. “Retomemos o futuro”, convoca a manchete principal no site de Uniriot. E explica: “A força e radicalidade de centenas de milhares de estudantes nas ruas está vencendo. Agora, façamos cair o governo”.

Em termos gerais, a Europa permanece aturdida e em regressão. Ao contrário do que ocorre em outras regiões do mundo, os governos decidiram reagir à crise internacional com políticas de “ajuste fiscal” que concentram riqueza e reduzem direitos. Os seguidos fracassos desta decisão (quebra da Grécia e Irlanda, tormentas financeiras iminentes em Portugal e Espanha, dificuldades à vista na Itália e Bélgica) não foram capazes de fazê-los enxergar a realidade. É animador saber que a resposta vem das sociedades – e com as cores e potências da inovação, autonomia e nova cultura política.

Publicado originalmente no Outras Palavras. Foto pó

http://www.flickr.com/photos/eknutov/

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Brasil, 10 de dezembro de 2010

Universidade Planetária do Futuro
Grupos ARTFORUM Brasil XXI
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Universidade Planetária do Futuro - Ano I

2010 - Grupos ARTFORUM Brasil XXI - 11 anos

Ana Felix Garjan
Departamento de Divulgação
Matérias culturais e científicas

Abertura do espaço da Universidade do Futuro. Brasil, 28/12/2009

Na política do mundo globalizado está dada a largada para uma nova cadeia de intenções, atitudes e hábitos, diante das questões graves apresentadas pelos diversos cientistas e governantes dos 192 países que estiveram no encontro da cúpula da COP15, em dezembro de 2009. A nova estratégia de superação da crise do planeta e do mundo está sendo chamada de Nova Revolução Verde, pois o mundo já consome mais do que a natureza produz. Caberá aos homens e mulheres dos países, culturas e etnias descobrirem novas formas e hábitos que contribuam com a sustentabilidade que se faz necessária e urgente. O ano de 2010 será o Ano Internacional da Biodiversidade, e será muito importante para fechar a Primeira Década do Século XXI. A partir da Segunda Década o mundo iniciará, de forma mais veloz, o seu encontro com o Ano de 2050, onde estarão as novas fórmulas científicas que poderão garantir o futuro da humanidade do Planeta Terra. Ele é um orbe que tem seus sistemas independentes dos sistemas do homem, mas o mundo precisa refletir sobre suas atitudes em relação à natureza, aos animais, às águas, aos sistemas vivos, e às grandes causas da nossa humanidade. Brasil, 28 de dezembro de 2009. Ana Felix Garjan - Idealizadora do projeto Universidade Planetária do Futuro e membro da comissão dos fundadores da sociedade cultural, sem fins lucrativos: Grupos ARTFORUM Brasil XXI, que organizou o Plano Nossa Década 2001 - 2010 e o Programa Universidade Aberta "Telhados do Mundo" .
Nossos sites principais: : http://www.artforumunifuturobrasil.org/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html Cultura Humanista-Planetária por um mundo melhor.

Primeiro Documento Oficial da Universidade Planetária do Futuro

Aos vinte e três dias do mês de março do ano de 2010 - o último da Primeira Década do Século XXI foi realizado um Fórum – Conferência dos fundadores, diretores e consultores dos Grupos Artforum Brasil XXI e da Universidade Planetária do Futuro, após reuniões, roteiros metodológicos e projetos especiais registraram a organização da estrutura da Universidade Planetária do Futuro, considerando a primeira reunião realizada em dezembro de 2009. Foram aprovados artigos do documento filosófico da UNIFUTURO, para fins de sua institucionalização, em nome da História, da Filosofia, da Ciência e da Cultura Humanista-Planetária. ***ARTIGOS APROVADOS ***Artigo I - Que a ética humana, as filosofias, ciências, culturas, literaturas, linguagens e as tecnologias de todas as áreas e setores do mundo se voltem para a construção de novos projetos que contribuam para a construção de um novo mundo justo, pacífico e humanizado, nas próximas décadas, séculos e milênios. *** Artigo II - Que possamos contribuir com a justiça e a paz mundial, a partir de efetivas mudanças e da transformação da sociedade mundial e seus sistemas. Que sejam vivos e reais os Direitos e Deveres da Humanidade para com a Pessoa Humana, a Natureza, os Animais e o Planeta. Desejamos que sejam concretas as atitudes humanas e a solidariedade em prol de um mundo mais humanizado. ** Artigo III - Que os direitos humanos sejam respeitados em todos os países e territórios do mundo político e social. Que as Filosofias, Ciências, Culturas e Artes sejam conexões de justiça para os povos e cidades abandonadas do mundo. Que haja Justiça e Paz para as mulheres e seus filhos mortos/desaparecidos no Brasil e em todos os países. ***Artigo IV - Que todas as ciências, tecnologias, artes, linguagens estéticas, literatura e atitudes humanas contribuam para as mudanças que se fazem necessárias e urgentes, para a transformação da sociedade mundial. ***** Artigo V - Que as pessoas, grupos, comunidades, associações, organizações e instituições e governos cumpram com seus deveres e com seu papel transformador, no âmbito da sociedade onde estão inseridas. Que todo saber e conhecimento contribuam para o novo tempo do mundo, nesse início da segunda década do século XXI. ** Conclusão em síntese: Somos todos sementes da arte da humanidade da Terra, através da cultura, das ciências humanas, das ciências sociais e das tecnologias humanizadas, neste ano de 2010, e em nosso país, o Brasil que registra seus 510 anos de história, educação, cultura e literatura. *Somos semeadores do futuro e passageiros do amanhã. Que haja transformação das sociedades, em prol da Justiça e Paz da humanidade.*** Brasil, 23 de março de 2010 - Século XXI-Terceiro Milênio. Assinam este documento os Fundadores, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro. Brasil, 23 de março de 2010 - Último ano da 1ª Década do Século XXI.

Homenagens da Universidade Planetária do Futuro, em 2010

Nosso Tributo à África - seu povo e cultura; às Américas; aos cinco continentes, aos mares, oceanos, terras, povos do mundo, à diversidade cultural de hoje e do futuro. Homenagem ao Brasil - Cinco séculos de história, cultura e instituições oficiais. Homenagem aos representantes das etnias que formaram o povo brasileiro, e ao seu futuro. Homenagem aos grandes nomes da História, da Educação, da Cultura e Ciências, e das áreas do conhecimento científico desenvolvidos ao longo dos três milênios, nos séculos e décadas do mundo. Homenagem aos que lutaram e lutam pela Justiça e Paz Mundial em prol de um Mundo Melhor. Homenagem e reconhecimento às pessoas, grupos e organizações que trabalham pela Educação e Cultura Humanista - Planetária, em prol da nossa humanidade, da natureza e do planeta. Brasil, janeiro de 2010. Conselho Universitário, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro.

Universidade Planetária: Filosofias, Culturas e Ciências 2011.

*UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO - Aos 25 dias de setembro de 2011 foi celebrado e divulgada e estrutura administrativa da Universidade Planetária do Futuro, para que ela possa atingir seus objetivos e missões. A presidência será formada por membros do Conselho Diretor , Coordenadores e Colaboradores. *Estrutura da Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO: *Centro de Ciências Sociais *Centro de Pesquisa e Ciências do Meio Ambiente. *Departamento de Arte Educação. *Departamento de Comunicação, Divulgação Científica e Cultural. *Departamento de Projetos Especiais. *A Representação e divulgação da Unifuturo será desenvolvida através de sites, blogs e páginas em redes sociais *** Brasil, 25 de setembro de 2011. Bem-Vindos! Welcome! Bienvenidos!

Somos passageiros do futuro e trabalhamos pelo Mundo Melhor.

O "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", dos Grupos ArtForum Brasil XXI foi escrito em 2001, como resultado de fóruns e diálogos dos Grupos Artforum Renasissance vie Universelle, Artforum Mundi Planet, com grupos universitários e organizações de cultura e meio ambiente. Os fóruns foram coordenados por Ana Felix Garjan, que elaborou o texto - mantra do Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta, em 2001. O manifesto inspirou a "Carta Magna" da Universidade Planetária do Futuro - 2ª Década do século XXI. *****Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta: http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html

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