* UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO, fundada em janeiro de 2010, pelos Grupos ARTFORUM Brasil XXI

*** Século XXI. A Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO foi organizada em 2009.São seus Fundadores: As famílias: D.G.F.C., M. F. F. R., A.M.F.G., J.L.C.F. J.L.C.F. Os fundadores são patronos dos Grupo ARTFORUM Brasil XXI que foi organizado em 2001- XXI. Setores UNIFUTURIO: Conselho Universitário, Diretores de áreas acadêmicas, departamento e Grupos de pesquisa, comunicação, edição, divulgação de suas e matérias, artigos institucionais, academias, revistas, sites, blogs e matérias de convidados, como professores, doutores, jornalistas, e homenagens especiais. *** Enunciados da Carta Magna da UNIFUTURO: Os fundadores, patronos, a presidência, diretores, consultores e diretores do presidência do Grupo ARTFORUM Brasil XXI, do seu Projeto especial, Universidade Planetária do Futuro prestam tributo à Humanidade, à Paz Mundial, ao Brasil de 5 séculos; Aos povos da África e do mundo; A todas as etnias que formam o povo brasileiro; Às montanhas e aos picos da Terra; A todas as florestas; águas, oceanos, mares, rios, riachos e fuos de água dos cinco continentes; À Amazônia sua biodiversidade e à biodiversidade brasileira e do planeta. Brasil, março de 2009, Séc. XXI. Boas vindas! Bienvenidos! Welcome#

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Encontro com o mestre espiritual - Dalai Lama (Tibete, 1935 )

Os Grupos Artforum Brasil XXI - 11 anos,
A Universidade Planetária do Futuro - Ano I, e seu Centro de Estudos Filosóficos
divulgam texto de Dalai Lama (Tibete, 1935), como parte dos registros históricos
do futuro "Memorial Cultural da Humanidade", da Universidade Planetária do Futuro.


Encontro com o mestre espiritual


Posted: 22 Sep 2010 03:27 PM PDT

A razão pela qual as qualidades de um mestre são descritas em tantos detalhes nas escrituras é porque devemos estar cientes do que procurar quando buscamos um Guru que seja capaz de abrir dentro de nós o caminho budista. Receber ensinamentos de um professor desqualificado pode ser desastroso. As escrituras tântricas nos ensinam que uma pessoa não é imprudente por examinar um Guru por mais de doze anos antes de aceitá-lo como seu professor. A escolha do mestre é uma importante escolha e deve ser feita criteriosamente.

O Guru não somente desempenha o trabalho dos Budas e, portanto, a eles se iguala em sua atividade, mas os ultrapassa em termos de sua benevolência. De todos os Budas do passado que se manifestaram na qualidade de mestres universais, é nos dito que o Buda Shakyamuni deles foi o mais benevolente para nós, pois foram seus ensinamentos que nos colocaram em contato… muito embora o Buda Shakyamuni seja o mais benevolente dos Budas do passado, mesmo assim não somos capazes de receber ensinamentos diretamente dele ou presenciar sua inspiradora presença.

Mesmo que todos os Budas e mestres da linhagem do passado manifestassem-se para nós neste exato momento, nós não teríamos a capacidade de reconhecê-los como seres iluminados. E em razão de não termos com eles conexões cármicas suficientemente fortes, eles seriam insuficientes em poder nos afetar (ajudar). O Guru realiza a grande benevolência de vir até nós como uma pessoa comum que podemos perceber e com a qual podemos nos relacionar e assim executar o trabalho dos Budas em nossas vidas. O fato de ignorantes como nós sermos levados para dentro do seio da familia dos seres esprirituais pode somente ocorrer para nós com a ajuda do Guru. Assim, se não respeitarmos nosso mestre e não ouvirmos com cautela e atenção a seus ensinamentos, que esperança podemos ter? Devemos meditar sobre a insuperável bondade do Guru e deixar nascer uma profunda apreciação por ele.

A razão pela qual estamos vagando ininterruptamente pela existência cíclica desde tempos imemoriais é porque nós não encontramos ainda um mestre espriritual no passado; ou mesmo que o tenhamos encontrado, nós não cultivamos com ele ou ela uma efetiva relação [mestre-aluno]. Devemos estar determinados de tomar para nós a oportunidade ímpar de nossa atual condição humana e cultivar a prática espiritual sob a orientação de um mestre.

Dalai Lama (Tibete, 1935 )

“The Path to Enlightenment”

(Dharma Quote of The Week – Snow Lion, 17/09/2010)

* copiado do post do Marcelo Thiollier, no Blogsattva.


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Brasil. 29 de setembro de 2010
Universidade Planetária do Futuro
 
Centro de Estudos Filosóficos
Grupos Artforum Renaissance

Coordenação Setorial
Dechen Ivy Francis Ashu

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Ensinamentos de Dharma

UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO


Grupo Artforum Renaissance Vie Universelle
Arte e Cultura Humanista
Núcleo de Estudos Filosóficos e Inteligência Aplicada
Coordenação:
Ana Felix Garjan, Celso Amohi, Dechen Ivy Francis Ashu,
Luciana Centini, Cristina Satto Winter, Shanti Garcia

O inimigo dentro de nós, Por Vilmar Berna, do Portal do Meio Ambiente

Universidade Planetária do Futuro divulga

O inimigo dentro de nós

Por Vilmar Berna*, do Portal do Meio Ambiente
24/09/2010 - 11h09

Ser, em vez de ter, tem sido apontado por alguns como uma das saídas para a crise ambiental. Trata-se de uma preocupação legítima, pois o Planeta tem recursos finitos. Entretanto, não temos como fazer tal escolha, pois somos matéria e espírito, ao mesmo tempo, cada qual com suas necessidades. Quando orientamos nossas escolhas para TER em vez de SER, também o fazemos por razões espirituais, no caso, a de querermos ser reconhecidos, importantes, poderosos, por exemplo. Existem limites para nossas necessidades materiais. Ninguém consegue comer além dos limites do próprio estômago.


Mas não há limites para a ganância, a ambição humana, a insensibilidade com o outro, sentimentos que dizem respeito ao nosso espírito. O mundo em que vivemos tem divulgado a idéia da posse de bens materiais e de riquezas como um indicador de sucesso e felicidade. Para o Planeta, o problema de um sistema assim é que a base de recursos naturais é finita, e a ganância por mais recursos, infinita. Para alguns, nenhum sucesso financeiro ou poder parece bastante!

O mundo em que vivemos não é constituído apenas do que conseguimos ver e tocar, mas também das idéias que fazemos deste mundo. Por isso o mundo para um muçulmano é diferente do mundo para um cristão, ou para um ateu, ou budista, etc. A idéia que fazemos do mundo não é uma idéia nossa, mas foi sendo construída por nós, desde a infância, a partir da família, da escola, dos meios de comunicação, da sociedade e cultura em que vivemos. Entretanto, não temos que ser o resultado dessas influências, pois temos a possibilidade de pensar, de repensar, de escolher.

Como não será possível atender a todos, para que uns poucos possam ter acesso aos recursos naturais de todos, alguém terá de ceder a sua parte, consciente ou inconscientemente, por bem ou por mal. Na paz, através de mecanismos de mercado onde uns aceitam vender barato suas riquezas naturais e o utros concordam em vender caro os produtos beneficiados fabricados com essas riquezas. Ou na guerra, quando países poderosos, mas dependentes de recursos inventam um pretexto qualquer, inclusive estimulando a intolerância religiosa, ou mentindo descaradamente, para se apropriarem do controle sobre recursos naturais estratégicos, como vimos recentemente na guerra entre EUA e Iraque em relação ao petróleo.

Nossa atual idéia de mundo associa lucro material (ter) a sucesso (ser), e a posse de bens materiais e dinheiro (ter) como o passaporte para a felicidade (ser), estimulando uma corrida de saque sobre os recursos do planeta. Quanto mais alguém possuir, dominar, controlar recursos naturais mais bem sucedido será considerado. A existência de fracassados, de perdedores, de pobres, de excluídos não é um indicador, para os defensores de tal idéia de que exista algo errado com ela. Argumentam que a existência de pobres e excluídos não é algum indica dor de problemas com o sistema, mas por que não gostam de trabalhar, de estudar, não tem coragem suficiente para empreender e correr riscos. E para reforçar tais idéias, divulgam histórias de empresários bem sucedidos que começaram pobres.

Trata-se de uma luta de conquista por recursos como no passado, só que agora os opressores, adeptos dos lucros crescentes e ilimitados, não usam mais chicotes, correntes ou escravos, mas idéias. São beneficiados pelo analfabetismo funcional em que pessoas que sabem ler e escrever têm dificuldades para compreender as idéias num texto. Contam ainda com o crédito fácil a perder de vista, onde as pessoas se deixam escravizar em suaves prestações que a tornam obrigadas a trabalhar incansavelmente pela vida toda a fim de pagar as contas. E quando terminam de pagar por algum bem este já foi planejadamente tornado obsoleto e precisa ser substituído, numa ciranda permanente e crescente de produção que requer o uso in tensivo de recursos naturais numa ponta e consumo e desperdício na outra, gerando esgotamento de recursos naturais, perdas de ecossistemas e montanhas crescentes de lixo.

Ao ser divulgada a idéia de uma sociedade onde ter é sinônimo de ser feliz e bem sucedido - onde se vende a idéia de que um mundo melhor é possível, desde que você tenha o dinheiro para ter acesso a ele - por que alguém iria querer se libertar?! Se libertar da idéia de ser feliz, de ser bem sucedido? Não parece fazer sentido para a maioria, principalmente quando o consumo numa ponta é o que gera os empregos na outra!

Numa era de comunicação globalizada e quase instantânea, talvez nossos problemas estejam na falta de reflexão sobre nossas idéias de mundo que, pelo fato de serem repetidas por milhões de pessoas, desde que as sociedades humanas começaram a se organizar, ou divulgadas exaustivamente, não se tornam verdadeiras.

Cada vez se torna mais d ifícil combater um inimigo que está dentro de nós e por isso mesmo pensar pode doer, pois significa ter de rever e rejeitar idéias que temos do mundo como nos fizeram acreditar, um mundo no qual todos à nossa volta acreditam sem questionar. E já que para a maioria a idéia de mundo é a idéia de um mundo criado por Deus, então não há como pensar o mundo sem pensar também na idéia de Deus! Não falo de Deus, por que não entendo, mas falo da idéia que fazemos dele, de um Deus que tudo sabe e que tudo vê, logo, também vê as injustiças, as desigualdades, as perversidades e, se quer ou permite que as coisas sejam assim pensar sobre uma nova idéia de mundo pode incomodar e até doer, pois significa ter de encarar o fato de que talvez Deus tenha nos abandonado, tenha escolhido ficar do lado dos ditadores e torturadores sanguinários, dos exploradores e poderosos, usando-os como pragas modernas para nos testar e mesmo para nos punir pelos ‘pecados’ de tratar a sua Cri ação da forma como tratamos!

Pretender reconstruir nossa idéia de mundo pode ser pretensioso demais. Entretanto, o mínimo que posso fazer é tentar pensar, livremente, defender-me de verdades que me parecem mentiras. E nada disso é fácil. Fácil é alienar-se ou manter-se alienado, deixar a vida nos levar, não tentar resistir! Creio que este é o meu papel social, contribuir, em minha esfera de influência, a combater o analfabetismo funcional estimulando nas pessoas o gosto e o acesso à leitura, a combater a verdade única, a democratizar a informação socioambiental, a dar voz e vez aos que pensam e escrevem.

O fato de não saber exatamente qual é este mundo melhor, não significa que não imagine que é possível, muito menos que não seja capaz de recusar o que já sei que não é. Preciso enfrentar o desafio de construí-lo, junto com parceiros e parceiras, no próprio ato de caminhar, que pressupõe a ação e reflexão sob re cada pass o dado a fim de não trocarmos de ditaduras ou de ilusões apenas.


* Vilmar Sidnei Demamam Berna é escritor e jornalista, fundou a REBIA - Rede Brasileira de Informação Ambiental (www.rebia.org.br ) e edita deste janeiro de 1996 a Revista do Meio Ambiente (que substituiu o Jornal do Meio Ambiente) e o Portal do Meio Ambiente ( www.portaldomeioambiente.org.br ). Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente e, em 2003, o Prêmio Verde das Américas – http://www.escritorvilmarberna.com.br/
(Envolverde/Portal do Meio Ambiente)

© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

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Brasil, 29 de setembro de 2010
Universidade Planetária do Futuro

Presidente: Profa. Ana Felix Garjan
Presidente Interina: Profa. Zélle Bittencourt
Vice - Presidente: Prof. Arthur Jaak Bosmans

Centro de Ciências Humanas
Diretores:
Profa. Dra. Maria de Fátima Felix Rosar
Prof. Dr. Orlando Oscar Rosar

Departamento de Ciências do Meio Ambiente
Prof. Dr. Herbe Xaxier


Grupos Artforum Brasil XXI - 11 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano I
*
Departamento de Comunicação Social
Cultural, Científica e de Projetos da UPF
Diretoras
Ana Felix Garjan, Luciana Fortes Felix,
Carla Elder, Zéelle Bittencourt
*
Cidade Artes do Mundo:
http://www.cidadeartesdomundo.com.br/

Neurônios sintonizados - Divulgação Científica - Agência FAPESP

Universidade Planetária do Futuro
divulga matérias de conteúdo científico

Divulgação Científica


Neurônios sintonizados

21/9/2010

Agência FAPESP – Na hora de realizar tarefas complexas, há algo a mais de que o cérebro precisa: ritmo. Segundo estudo feito na Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, ritmos corticais fazem com que grupos de neurônios espalhados por diversas regiões do cérebro sejam convocados para realizar uma atividade coordenada, como se fossem um regente conduzindo as várias seções de uma orquestra.

O estudo será publicado esta semana no site e sairá em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Os atos mais simples, como abaixar para apanhar uma folha de papel, exigem uma coordenação notável de múltiplos grupos de neurônios, de modo a perceber o objeto, a distância que ele se encontra, quando usar os músculos necessários para abaixar, esticar o braço, agarrar a folha e assim por diante.

Os neurocientistas ainda não sabem bem como esses grupos de células cerebrais dispersas em regiões diferentes e distantes umas das outras se ligam entre si de modo que tarefas simples ou complexas possam ser realizadas.

“Um dos principais problemas atuais da neurociência é compreender como saímos de bilhões de neurônios distintos e independentes, de um lado, para, do outro, um cérebro unificado capaz de atuar em um mundo complexo”, disse Jose Carmena, professor assistente do Departamento de Engenharia e Ciências da Computação, um dos autores do estudo.

A ideia de grupos de neurônios anatomicamente dispersos mas funcionalmente relacionados foi descrita pela primeira vez pelo neurocientista canadense Donald Hebb, em 1949, no livro The Organization of Behavior.

“Ele basicamente disse que neurônios isolados não são as unidades mais importantes na operação cerebral e que o que realmente importa é a montagem das células”, disse Ryan Canolty, outro autor do estudo.

Hoje se sabe que grupos de neurônios não apenas precisam trabalhar em conjunto para a realização de uma determinada tarefa, mas que esses grupos têm que unir forças com outros, em partes distintas do cérebro, como em regiões responsáveis pela cognição e pelo controle dos movimentos do corpo.

Os neurocientistas em Berkeley analisaram registros compilados durante quatro anos de quatro macacos. Dois deles estiveram engajados em atividades de interface cérebro-máquina e os outros participaram em tarefas que envolviam a memória funcional.

Foram analisados como os momentos de picos elétricos – ou potenciais de ação – emitidos pelas células nervosas estiveram relacionados com ritmos que ocorriam em múltiplas áreas do cérebro.

Os pesquisadores identificaram o surgimento de padrões de “sintonia”. Os momentos de picos elétricos nos neurônios individuais se mostraram sincronizados com ritmos cerebrais que ocorriam em faixas de frequência distintas em outras regiões do cérebro.

Por exemplo, a faixa de 25 a 40 hertz (ciclos por segundo) se mostrou especialmente importante para as áreas envolvidas em controle motor e em planejamento.

“Se os neurônios se importassem apenas com o que ocorre em seu ambiente local, seria difícil fazer com que trabalhassem em conjunto caso estivessem em diferentes áreas corticais. Mas quando múltiplos neurônios, espalhados por todo o cérebro, são sintonizados em um padrão de atividade elétrica em uma frequência específica, então sempre que o padrão de atividade global ocorrer esses neurônios podem atuar em um agrupamento coordenado”, disse Canolty.

Segundo os autores do estudo, entender melhor como funcionam as relações locais e globais das atividades cerebrais poderá ser muito útil para o desenvolvimento de estratégias que regulem o funcionamento incorreto de redes cerebrais por meio da estimulação elétrica e também para a melhoria na pesquisa de interfaces cérebro-máquina.

O artigo Oscillatory phase coupling coordinates anatomically dispersed functional cell assemblies (doi/10.1073/pnas.1000948107), de Jose M. Carmena e outros, pode ser lido por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1008306107.
 
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GENÈRICOS AMEAÇADOS

Caros amigos,
Alguns países ricos estão tentando passar um acordo secreto que iria privar milhões de pessoas pobres de remédios genéricos e cortar direitos fundamentais de propriedade intelectual. Não podemos deixar alguns países decidir o destino de bilhões por trás de portas fechadas – assine a petição:


Os governos mais ricos do mundo estão negociando esta semana um acordo secreto que poderá restringir a comercialização de medicamentos genéricos essenciais. Milhões de pessoas pobres dependem destes medicamentos para tratar doenças como a malária e o HIV. Se o acordo for adiante, muitas pessoas não terão mais acesso a remédios de baixo custo, colocando milhões de vidas em risco.

Um dos principais alvos deste tratado é o Brasil, que está sendo intencionalmente excluído do processo, junto com a China e a Índia. O tratado deverá definir regras para vários assuntos como transgênicos, a Internet e medicamentos. Os países responsáveis estão se apressando para fechar um acordo antes que haja uma revolta da opinião pública, mas as notícias sobre o tratado vazaram e a oposição está crescendo.

As nossas vozes podem trazer este absurdo à tona. A pressão popular já conseguiu parar negociações comerciais injustas antes. Agora podemos novamente garantir que nenhum acordo injusto seja assinado em reuniões fechadas. Assine a petição agora por um processo aberto e justiça para medicamentos genéricos – a Avaaz e parceiros irão entregar a petição semana que vem nas negociações em Tóquio. Assine e divulgue:

http://www.avaaz.org/po/acta/?vl

O chamado ACTA, Acordo Comercial Anti Falsificações, foi intencionalmente mantido fora dos holofotes públicos. Mas agora ele vazou e defensores da saúde pública e da liberdade na Internet estão soando o alarme. Nas últimas semanas a China, Índia e o Parlamento Europeu começaram a criticar o acordo.

O acordo proposto é bem preocupante, mas a sua parte mais absurda se refere aos genéricos. O ACTA trataria muitos medicamentos “genéricos” e "falsificados" de forma idêntica, sujeitando os genéricos às mesmas táticas de “apreensão e destruição” aplicadas aos medicamentos falsificados.

Gigantes da indústria farmacêutica afirmam que isto é necessário para proteger os consumidores - mas eles mesmos vendem versões genéricas de medicamentos cujas patentes expiraram. Os medicamentos genéricos, que são muitas vezes 90% mais baratos, não são inerentemente mais ou menos seguros do que os medicamentos de marca. O que está em jogo é o lucro das empresas farmacêuticas versus a vida das pessoas pobres.

A mobilização popular em massa já conseguiu interromper ações similares de grandes empresas farmacêuticas e governos ricos. Não vamos deixar alguns países decidir o destino de milhões de vidas em acordos secretos - assine a petição e divulgue:

http://www.avaaz.org/po/acta/?vl

Receber tratamento quando estamos doentes é algo fundamental para todos nós. A nossa mobilização esta semana pode garantir que os mais necessitados continuem tendo acesso a medicamentos essenciais. Juntos nós podemos começar a construir um futuro em que cada um de nós poderá superar doenças e permanecer saudável.

Com a esperança de um mundo melhor,

Ben, Alex, David, Maria Paz, Iain e toda a equipe Avaaz

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Morre Jean Meyer, diretor-presidente da FAPESP de 1976 a 1980

Universidade Planetária do Futuro divulga:


Perigos do estresse na gestaçăo; Morre Jean Meyer, diretor-presidente da FAPESP de 1976 a 1980; Comunicaçăo quântica.

Enviada: 27/09/2010 05:09
AGÊNCIA FAPESP
Boletim produzido pela Agência de Notícias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
Para ler mais notícias acesse o site http://www.agencia.fapesp.br/
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AGÊNCIA FAPESP - 27/9/2010
ESPECIAIS
Perigos do estresse na gestação
Restrição alimentar e estresse durante a gestação podem resultar em prole com órgãos menores, revela pesquisa feita com animais
Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12825/especiais/perigos-do-estresse-na-gestacao.htm

ESPECIAIS
Morre Jean Meyer, diretor-presidente da FAPESP de 1976 a 1980
Físico experimental trabalhou com Wataghin, Marcello Damy e Cesar Lattes e teve passagem importante pela USP, Unicamp, CBPF e Cern
Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12826/especiais/morre-jean-meyer-diretor-presidente-da-fapesp-de-1976-a-1980.htm

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

Comunicação quântica

Grupo da Georgia Tech consegue converter sinais quânticos em ondas usadas em telecomunicação e manter a informação na memória por 30 vezes mais tempo do que estudos anteriores com sistemas do tipo

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12827/divulgacao-cientifica/comunicacao-quantica.html

NOTÍCIAS

Revolução de 1924 ganha exposição on-line

Expos ição do Arquivo do Estado explica pontos-chave do conflito ocorrido em São Paulo, acompanhada de documentos, revistas históricas e atividades pedagógicas

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12828/noticias/revolucao-de-1924-ganha-exposicao-on-line.htm

NOTÍCIAS
FMVZ-USP tem vagas para professor doutor
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia tem diversas oportunidades para docentes. Inscrições vão até 14 de outubro

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12829/noticias/fmvz-usp-tem-vagas-para-professor-doutor.htm

AGENDA

4º Simpósio da USP Avanços em Pesquisas Médicas

Alterações genéticas associadas à evolução do câncer, detecção precoce de tumores, perspectivas do uso do genoma humano e a doenças do envelhecimento são alguns dos temas do evento na FMUSP

Leia em:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12830/agenda/4-simposio-da-usp-avancos-em-pesquisas-medicas.html

AGENDA

Seminário sobre Transferência de Tecnologia para Inovação

Evento pretende discutir entraves e forças que influenciam na transferência de tecnologia e inovação a partir da experiência de várias instituições

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12831/agenda/seminario-sobre-transferencia-de-tecnologia-para-inovacao.html
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REPORTAGENS ANTERIORES:

Pista para a gravitação quântica

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12818/especiais/pista-para-a-gravitacao-quantica.html

Dinâmica da fruição

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12819/especiais/dinamica-da-fruicao.html
PD em bioquímica com Bolsa da FAPESP

Leia em:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12820/divulgacao-cientifica/pd-em-bioquimica-com-bolsa-da-fapesp.html

Redação científica ganha curso on-line

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12821/noticias/redacao-cientifica-ganha-curso-on-line.html

Inpe de portas abertas

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12822/noticias/inpe-de-portas-abertas.html

2ª Mostra de Ciência e Tecnologia da Fundação Fórum Campinas

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12823/agenda/2-mostra-de-ciencia-e-tecnologia-da-fundacao-forum-campinas.html

9º Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12824/agenda/9-seminario-brasileiro-de-tecnologia-enzimatica.html

Via completa
Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12811/especiais/via-completa.html

Sustentabilidade no mar
Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12812/especiais/sustentabilidade-no-mar.html

Malária surgiu com gorilas
Leia em:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12813/divulgacao-cientifica/malaria-surgiu-com-gorilas.html

IPT faz parceria com instituto sul-coreano
Leia em:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12814/noticias/ipt-faz-parceria-com-instituto-sul-coreano.html

Engenharia de Lorena lança revista eletrônica
Leia em:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12815/noticias/engenharia-de-lorena-lanca-revista-eletronica.html

2º Simpósio de Inovação Tecnológica

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12816/agenda/2-simposio-de-inovacao-tecnologica.html

2º Simpósio de Formação de Redes para Estímulo ao Aleitamento Materno

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12817/agenda/2-simposio-de-formacao-de-redes-para-estimulo-ao-aleitamento-materno.html
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MAIS LIDAS NO MÊS:

Fotos inéditas do Última Hora

Leia em: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12716/noticias/fotos-ineditas-do-ultima-hora.html
King’s College London procura professor

Leia em:
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12724/noticias/king-s-college-london-procura-professor.html

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sábado, 25 de setembro de 2010

Lixo marinho e arte, por Mike Dunham

A Universidade Planetária do Futuro divulga:

Artista internacional que utiliza lixo marinho leva suas idéias para o Alasca


Por Mike Dunham (13 de junho de 2010)


Foto: Longobardi recolhe redes coloridas encontradas na praia para utilizar em seu trabalh o artístico. © PAM LONGOBARDI / Georgia State University.

Fotógrafa e artista de instalações, Pam Longobardi tinha acabado de concluir um de seus mais recentes trabalhos quando a plataforma de óleo Deepwater Horizon explodiu no Golfo do México.

Era 20 de abril e Longobardi estava concluindo a construção de uma grande parede, com o formato aproximado de um espelho de mão, criada inteiramente com pedaços de plástico preto que ela coletou em praias.

“Isso foi como uma premonição para mim”, ela disse. Ambos da mesma cor e pelo fato de que o plástico é feito a partir do petróleo. “Há informações sobre o plástico que são realmente alarmantes. Ele, na verdade, não se desintegra.”

Longobardi, professora de arte na Georgia State University, tem realizado exibições ao redor do mundo, incluindo locais como as Olimpíadas de Beijing e na Bienal de Veneza. Seu currículo inclui mais de quarenta mostras individuais e numerosas coletivas. Ela estará no Alasca esta semana para se apresentar em Anchorage e Seward.

Durante os últimos cinco anos, seu objeto recorrente tem sido o lixo marinho. Ela é a criadora do Drifters Project, um projeto colaborativo e interd isciplinar em andamento, focado em detritos marinhos e poluição por plástico.

Pelo telefone de sua casa em Atlanta, ela nos descreveu seu processo de trabalho. Ela caminha pelas praias, observa pilhas de lixo provenientes do mar e reflete sobre o que isso quer dizer, sobre a relação entre o mundo natural e a cultura humana.

“Quando eu encontro um fragmento, ele já se apresenta para mim como uma instalação pronta. É como se ele se evidenciasse”, ela comenta. “Eu produzo fotos conforme as vejo, como se um artista já tivesse passado por ali, mas eu jamais toco ou realoco nada. Depois de fazer a foto eu faço uma limpeza na praia, levando comigo todo o lixo que eu consigo carregar.”

O material é então utilizado em conjunção com as fotos para criar suas instalações.
“Estou interessada em fazer com que as pessoas pensem sobre suas próprias relações com o plástico”, ela diz. Isso porque 99% do lixo vêm do plástico. Muito desse lixo são objetos de higiene pessoal. Escovas de dente, grampos de cabelo, copos, garrafas plásticas, objetos do dia-a-dia. O plástico é o principal componente da sociedade de consumo.

Então acontece o desperdício industrial. “Atualmente todas as redes de pesca são feitas de plástico. Quando elas se perdem nas águas provocam um enorme impacto.”



Foto: Pam Longobardi não precisa procurar muito para encontrar detritos nas praias e transformá-los em arte. © PAM LONGOBARDI / Georgia State University.

A arte x o lixo
Howard Ferren, diretor de conservação do Center for Alaskan Coastal Studies (Centro para Estudo da Costa do Alasca) em Seward, que está recebendo Longobardi, espera que a visita dela auxilie no início de um projeto que resultará em uma exibição com foco na utilização de lixo marinho do Alasca como um intermediário artístico.

“O que temos no Alasca são muitas praias que cercam ou que estão expostas ao Pacífico Norte”, diz ele. Há em andamento eventos de limpeza de praias próximas a áreas habitadas, mas “devido à nossa imensa costa e a distância, há locais de acesso muito difícil”.

Durabilidade, a qualidade que faz do plástico um material tão conveniente, apresenta-se como um problema quando toneladas deste produto são liberadas na natureza. Ferren citou como exemplo os filhotes de albatroz da Ilha Midway, que fica próxima de uma gigante e permanente balsa flutuante de material descartado, chamada de “mancha” do Pacífico Norte. Os albatrozes, pais inconscientes, alimentam seus filhotes com pedacinhos de plástico até que o estômago das pequenas aves se rompa.

“Temos muitos dados científicos e estatísticas”, diz ele . “Mas, às vezes, as pessoas podem se engajar mais através da exposição do problema utilizando a arte.”

Ferren está fazendo contato com artistas internacionais que lidam com o lixo marinho como matéria-prima de seus trabalhos, assim como Longobardi, com a idéia de formar uma expedição rumo as costas mais remotas do Alasca. O material coletado “resultaria uma exposição de arte que poderia ser costumizada para exibição em diversas instituições, como museus de arte e aquários”, diz ele.

Foto: © Center for Alaskan Coastal Studies

Exposição de bóias
Alguns moradores do Alasca já estão fazendo algo a respeito. O Centro para Estudos da Costa do Alasca, em Homer, que organizou lixo coletado através de “caminhadas pela costa” durante anos està ¡ transformando parte do lixo em arte neste verão.

A mostra “Drift”, intitulada “Flotsam and Jetsam Art Tour”, apresenta bóias resgatadas a partir de detritos coletados durante caminhadas de limpeza. Nesta primavera, as bóias foram entregues a artistas locais que as decoraram ou as reconstituíram de maneiras criativas. Os produtos resultantes foram apresentados em uma exposição coletiva, no dia 4 de junho, e estão atualmente expostos em vinte e cinco locais dos dois lados da baía de Kachemak.

“Os artistas de Homer são inacreditáveis”, declara Melanie Dufour. “É louca a variedade de técnicas e as coisas que eles antevêem. Temos entre 90 a 100 peças - algumas utilizando mais de uma bóia - incluindo artistas que vão desde alunos da pré-escola até Toby Tyler.”
Tyler é um célebre pintor profissional de Homer, que atua na cidade há mais de 50 anos.

“Já têm pessoas que me perguntam: ‘Vocês v ão fazer isso de novo o ano que vem, não é?’ “, diz Dufour.

A exposição “Drift” que se parece com a “Wild Salmon on Parade”, permanecerá em cartaz até a primeira semana de setembro. As peças então serão leiloadas, com metade da renda revertida para o Centro e metade para os artistas.

Foto: Bóia comprida com pedaços de animais: "Fish Eyes" (olhos de Peixe) de Mary Huff. © Center for Alaskan Coastal Studies.

Ciência cidadã
O leilão do Centro para Estudos da Costa do Alasca coincidirá com a caminhada anual pelo litoral.

“Temos mais de 300 pessoas participando do evento no nosso litoral a cada ano”, diz Dufour. “E há outros grupos fazendo o mesmo. É uma maneira bacana e divertida de garimpar o lixo. Chame-a de ‘ciência cidadã’.

Dufour disse que está observando uma mudança do tipo de lixo que vem chegando à costa durante o decorrer dos anos. “Costumavam ser mais engrenagens de pesca comercial. Agora vemos mais engrenagens de pesca esportiva e objetos relacionados a atividades de lazer.”

A Península de Kenai recebe sua parcela de lixo oceânico. Um projeto de 55 dias, realizado no ano de 2007, retirou 41 toneladas de detritos de 116 quilômetros do litoral sul da Península - o que não significa de forma alguma um recorde.

“Nossas limpezas são um esforço importante”, disse Ferren. “Mas há tantas toneladas de lixo para se retirar anualmente. Temos que tomar medidas para, antes de qualquer coisa, conter o aparecimento do lixo.”
Isso não é nada fácil na vida moderna, tão atrelada ao plástico. Ao alcance das mãos, posso citar dúzias de objetos como: capas de CDs, óculos, fones de ouvido, pote de loção corporal, telefone, tub o de cola e o próprio teclado do computador - todos ao alcance da mão e de certa forma indispensáveis.

“As bóias são ferramentas úteis”, disse Dufour. “Mas, quando são descartadas, elas se tornam lixo, poluição.”  “A exposição ‘Drift’ é uma forma de se criar um evento de arte por meio do qual as pessoas observem e, conforme notem as bóias tenham informação sobre elas, sobre o que são os detritos marinhos, o que elas fazem.”

Os ecos do objetivo de Longobardi.
“Eu quero encorajar as pessoas a pensarem sobre as coisas que usam, sobre as que jogam fora e não serem estupefatas. Como no caso desse vazamento de óleo (no Golfo do México), que me deixa com dor de estômago. Catástrofes ambientais frequentemente deixam as pessoas estupefatas por uma total paralisia. Elas pensam que não há nada que possam fazer. Mas todos podemos fazer alguma coisa. E se muitas pessoas estiverem faze ndo algo, isso fará a diferença.”

Essa diferença já aconteceu na vida de Longobardi. “Desde que comecei esse projeto, eu modifiquei o meu próprio comportamento. Pessoas me dizem que viram meu trabalho e começaram a reciclar.”
“Esse é o melhor resultado que eu poderia esperar.”
Foto: © PAM LONGOBARDI / Georgia State University

Artista da poluição marinha

PAM LONGOBARDI fará sua palestra as 19:00 na terça-feira, no Anchorage Museum, 625 C St., e na quinta-feira, as 18:30, no Alaska Sealife Center, 301 Railway Ave., em Seward.

DRIFTERS, por Pam Longobardi (Edizione Charta, 68 ilustrações, sendo 64 coloridas, U$ 29.95), contará com cópias previamente autografadas pela artista, que estarão disponíveis para compra durante a p alestra, ou online através do endereço eletrônico www.pamlongobardi.com

DRIFT, bóias artisticamente readaptadas, estará em exibição em diversos locais dos dois lados da Kachemak Bay até dia 07 de setembro. Um mapa com a localização das peças pode ser obtido no Center for Alaskan Coastal Studies (Centro para Estudos da Costa do Alasca), localizado no 708, Smokey Bay Way, em Homer, na Câmara de Comércio de Homer e pela internet, através do endereço http://www.akcoastalstudies.org/


Foto: "Sappho's Mirror" (O Espelho de Sappho) de Pam Longobardi. © PAM LONGOBARDI / Georgia State University

adn.com
Tradução: Global Garbage
Miriam Santini
Reproduzido de: GlobalGarbage.Org









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Brasil, 25 de setembro de 2010

Universidade Planetária do Futuro
Presidente: Ana Felix Garjan
Centro de Ciências do Meio Ambiente
Prof. Dr. Herbe Xavier
Departamento de Arte/ Diretoras:
Sandra Fortes Felix,  Ana Felix Garjan,
Luciana Fortes Felix, Zelle Tupinambá Bittencourt

2010 - Grupos Artforum Brasil - 11 anos

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Dia da Árvore, início da primavera, tempos de mudança

Dia da árvore, dia da vida, dia de mudança é todo dia!
Dia da Árvore, início da Primavera e queimadas nas florestas, essa é nossa triste realidade.

Por Ana Felix Garjan, 21/09/2010

Árvores são belas forças da natureza, representam arte divina que alimenta o homem, embeleza as florestas e cidades do mundo, as terras do planeta, multiplica a vida, possibilita o desenvolvimento, enfim, hoje e todos os dias devemos semear e plantar árvores em nossos jardins interiores, nos espaços vazios das cidades, mas
antes, o homem não pode e não deve matar as árvores que estão frutificando tantas outras vidas...


Imagens da internet

O Dia da Árvore - dados pesquisados.

Até 1965, o Brasil sempre fez a festa anual da árvore no dia 21 de setembro, que marca o início da Primavera. Era comemoração nacional. A partir de fevereiro de 1965, o então presidente Castelo Branco, primeiro do ciclo revolucionário de 64, sancionou o decreto-lei 55.795, que separou as comemorações. No centro-sul continuava o 21 de setembro e no norte e nordeste, a festa da árvore passou a ser na última semana de março. Motivo: é justamente o período de início das chuvas e, portanto, propício ao plantio de sementes. E o que acontece hoje, 41 anos depois? Prefeitos, professores e alunos do Norte e Nordeste ainda insistem em comemorar o Dia da Árvore em 21 de setembro, contrariando o dispositivo legal. Por quê? Porque a mídia e os livros didáticos, ao referendar pura e simplesmente o 21 de setembro como o Dia da Árvore, contribuem muito para aumentar essa desinformação.
[Nicolas Behr: o dendrólatra]

Penso nas árvores e sinto a presença da alma da natureza protegendo pessoas, animais e outras vidas, nesse imenso planeta azul tão maltratado. Para sermos cidadão planetários devemos conhecer nossos deveres e os direitos da mãe - natureza, que se revela em trilhões de seres vivos que habitam a terra e os mares.

Devemos celebra a vida, todos os dias, e denunciar as derrubadas ilegais de árvores na Amazônia, outras florestas e nas cidades. A natureza fica ferida, e sua dor pode ser parecida com a dor humnana ou de um aninal.

O som estridente der moto - serras nas mãos dos homens ferem a vida e seus diteitos derrubam árvores e vidas na natureza, de forma ilegal.

(Foto do bambuzal do spitio de Ana Felix)

 Desejamos que as leis sejam cumpridas de verdade. As árvores - mães e árvores - filhas poderão seguir as suas importantes funções de semeadoras de vida, alimento, sombra e beleza. Árvores e mulheres são ambas parecidas: dão frutos, acolhem, alimentam e são guardiãs dos segredos da natureza...
Às árvores e à mãe - natureza, nossa reverência, pois representam divinos presentes de Deus!

As árvores são como as Mães do Bem: Acolhem em suas sombras, alimentam, dão paz, nos fortalecem a qualquer momento. Árvores são mães e amigas. Abrace uma árvore, sinta uma experiência e compartilhe essa integração com a natureza. Ela nos acalma e energiza!

O Dia da Árvore

"Até 1965, o Brasil sempre fez a festa anual da árvore no dia 21 de setembro, que marca o início da Primavera. Era comemoração nacional. A partir de fevereiro de 1965, o então presidente Castelo Branco, primeiro do ciclo revolucionário de 64, sancionou o decreto-lei 55.795, que separou as comemorações.

No centro-sul continuava o 21 de setembro e no norte e nordeste, a festa da árvore passou a ser na última semana de março. Motivo: é justamente o período de início das chuvas e, portanto, propício ao plantio de sementes. E o que acontece hoje, após tantos anos? Prefeitos, professores e alunos do Norte e Nordeste ainda insistem em comemorar o Dia da Árvore em 21 de setembro, contrariando o dispositivo legal. Por quê? Porque a mídia e os livros didáticos, ao referendar pura e simplesmente o 21 de setembro como o Dia da Árvore, contribuem muito para aumentar essa desinformação".  [Nicolas Behr: o dendrólatra, 1996]

Um pouco sobre dendrolatria
Nicolas Behr

"O culto às árvores está na origem dos mais antigos ritos religiosos, sendo que as árvores são consideradas os primeiros templos. Por isso, muitas catedrais góticas foram construídas sobre carvalhos gigantescos. Uma curiosidade: a adoração de árvores persiste até os dias de hoje na árvore-de-natal.

Em muitas sociedades tribais ainda se veneram árvores como seres sagrados e os espíritos que vivem nelas são intermediários entre os homens e o divino, influindo no destino das pessoas. Isso torna a árvore instrumento de comunicação entre o Céu e a Terra.

Com a proximidade das ameaças reais do efeito estufa, com o aumento da temperatura do Planeta, o derretimento das calotas polares e o conseqüente aumento do nível dos oceanos, as árvores voltarão a ser veneradas, pois, só elas (e as plantas em geral) são capazes de resgatar o gás carbônico que lançamos irresponsavelmente na atmosfera.

Num futuro bem próximo, plantar e cuidar de árvores será uma atividade importantíssima. Como é hoje, por exemplo, ganhar dinheiro! Por tudo isso, não vamos esperar a ilha de Marajó desaparecer. Vamos começar a plantar árvores hoje mesmo". (1996)

E digo mais: plantar árvores é multiplicar a vida!

Ana Felix Garjan

Brasil, 21 de setembro de 2010
Grupos Artforum Brasil XXI - 11 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano I
Centro de Ecologia Humana

Departamento de Comunicação Social

Hoje 21 de setembro dia da árvore

Jaak Bosmans
-Embaixador da Paz pelo “Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix”-Suiça/França.
-Medalha de Mérito Cultural “Anita Garibaldi” da FALASP
-Presidente da Academia de Artes, Letras e Cultura “Maestro Arthur Bosmans”
-Vice Presidente da Universidade Planetária do Futuro
-Curador de Arte e Poesia da U. P. F.
*U. P. F. - Presidente: Ana Felix Garjan
*GRUPOS ARTFORUM BRASIL UNIFUTURO:

http://projetoartforumuniversidade.blogspot.com
http://revistaartforumcultural.blogspot.com
-Coordenador do Núcleo ARTFORUM Brasil XXI – B.Hte.
-Cônsul Poetas Del Mundo
-Humanista Honoris Causa, do “Clube Brasileiro da Língua Portuguesa”,
em razão da excelência de sua obra a favor dos Direitos Humanos.
-Membro da AVSPE “Academia Virtual Sala dos Escritores e Poetas”
-Membro da CAPPAZ ”Confraria Artistas e Poetas pela Paz”
-Membro Colunista do “Mural dos Escritores:
http://muraldosescritores.ning.com/profile/ArthurJaakWilfridBosmans
- Membro do Poetas e Escritores do Amor e da Paz

Grupos Artforum Brasil XXI celebram 11 anos com música, arte e cores

Universidade Planetária do Futuro
Centro de Ciências Humanas
Departamento de Artes

Celebrar a vida, o tempo, renovar propósitos, transformar nossa visão de mundo.
Celebramos 11 anos de pesquisa em arte, cultura e filosofias por um mundo melhor.

Assistam momentos musicais entre ângulos da pintura "Olho do Mundo", da artista plástica Ana Felix Garjan. Essa pintura está publicada no Livro "Cristal de Talentos", que foi lançado na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, esteve na exposição Cristal de Talentos, em agosto, na ABACH - São Paulo, na exposição comemorativa do centenário da ABACH - Academia Brasileira de Artes, Letras, Cultura e História, em exposição neste mês de setembro no Tetaro Nacional de Brasília. Essa pintura também consta do catálogo dessa exposição.

The Velocity of Love - Natura Poetica DVD
Suzane Cianni





Suzanne Ciani-Anthem


Loreena Mckennitt - The Mummers Dance HD



Loreena McKennitt - Caravanserai (HQ)

Loreena McKennitt - Penelope's Song (HQ)


Loreena Mckennitt - The Mists of Avalon



Brasil, 20 de setembro de 2010
Departamento de Comunicação Social

sábado, 18 de setembro de 2010

Artforum Brasil XXI: Em 17/09/1999 nascia a 1ª Bienal das Artes, em São Luís.

Universidade Planetária do Futuro
Departamento de Comunicação Social

2010 GRUPOS ARTFORUM BRASIL XXI  - 11 Anos
Arte, Cultura, Ecologia. Projetos, Futuro.


Brasil, 18/09/2010

Os Grupos Artforum Brasil XXI estão em festa comemorativa dos seus 11 anos, que estão sendo registrados na Universidade Planetária do Futuro, para iniciar o Memorial Artforum Brasil XXI.
Artforum Brasil XXI: Um movimento reconhecido e oficializado, através de projetos desenvolvidos na Universidade Federal do Maranhão, através de projeto interdisciplinar e transdisciplinar apresentado pela socióloga e artista plástica Ana Felix Garjan, que coordenou esses projetos, a partir de ofícios do Gabinete do Reitor da época. Assim, ela passou a ser a mentora e curadora das Bienais de Artes Visuais de São Luís.

Outras exposições intituladas de Bienal, em São Luís não fazem parte das Bienais de Artes Visuais do Maranhão, e nem serão consideradas as primeiras ou as inéditas, pois nos registros da cultura maranhense, os nomes da Artforum Brasil, dos Grupos Artforum Internacional São Luís e Associados, e de Ana Maria Felix Garjan estão registrados oficialmente, e serão as mais importantes referências dos Grupos Artforum.
São Luís, a única capital brasileira fundada por franceses, tomada pelos holandeses e colonizada pelos portugueses, foi a cidade escolhida para que nascesse as Bienais de Artes Visuais do Maranhão, assim como há 115 anos nascia a Primeira Bienal de Veneza - Itália, que em junho de 1995 celebrou o Centenário da Bienal de Veneza. E por coincidência, São Luís que é uma ilha, e tem pontes que ligam a cidade...

                                  

Há 11 anos, em 17 de setembro de 1999, no último ano do século XX, aconteceu a abertura oficial da 1ª Bienal de Artes Visuais, promovida pelos Grupos Artforum Brasil, na cidade de São Luís – Maranhão - Cidade Patrimônio da Humanidade, com o apoio da Universidade Federal do Maranhão, Aliança Francesa, ALUMAR, Fundação Cultural do Maranhão, Revista PALAVRA, de Belo Horizonte, Sistema Mirante de Comunicação - MA, Jornal O Estado do Maranhão, Jornal O Imparcial, TV Mirante, TV Difusora, jornais e revistas maranhenses e de outras cidades.

Os Grupos Artforum Brasil e os Grupos Artforum Internacional São Luís e Associados promoveram grande festa de abertura oficial da Bienal, no prédio do antigo Convento das Mercês, tombado pelo IPHAN, e pela UNESCO, como patrimônio da humanidade, em dezembro de 1977.

A ilha de São Luís é berço de grandes nomes das artes, letras, literatura, poesia, teatro, música, cultura popular. Há importantes monumentos históricos, prédios coloniais, e lá estão os maiores quarteirões de prédios de azulejos da América Latina. São Luís tem um passado histórico importante, e foi considerada, no século passado, a "Atenas brasileira". Esses foram os melhores motivos para que fosse inaugurado o Projeto “Bienal de Artes Visuais” - Artforum Brasil, através da 1ª Bienal Multicultural do Maranhão, em 1999 - XX.


Divulgação do cartaz da 1ª Bienal Multicultural 99, 
no Jornal O Estado do Maranhão.

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Matéria sobre da Bienal do Maranhão,  no Jornal O Imparcial.

Há 11 anos, no dia 17 de setembro de 1999 - século XXI nascia uma grandiosa trajetória cultural e artística dos Grupos Artforum Brasil XXI, através dos projetos idealizados por Ana Felix Garjan, representante dos Fundadores e Patronos dos Grupos Artforum Brasil, que nasceram inspirados, também, nas idéias e filosofias de José Luiz Costa Felix, engenheiro geólogo, formado pela Escola de Minas de Ouro Preto em 1972. Ele foi um humanista e defensor da natureza, e ao longo dos anos vislumbrou a Universidade do Futuro, por ter se dedicado à pesquisa em geologia, tendo sido, também, professor da Escola de Minas.

Foto de um dos apoiadores (Rio de Janeiro),
da 1ª Bienal Multicultural do Maranhão 99.


Na foto de 1999, mesa solene de encerramento da Bienal, em 25 de janeiro de 2000, quando os grupos Artforum Internacional São Luís e Associados homenagearam o pintor húngaro Nagy Lajos, que residiu em São Luís durante muitos anos, tendo sido professor de pintura de alguns pintores de destaque, como o prof. Lobato, presente à mesa entre o pintor prof. Ambrósio Amorim (já falecido) e a curadora Ana Félix Garjan, ao lado da viúva do pintor homenageado ao centro. Ao lado dela, estão o presidente da Fundação Cultural do Maranhão, Prof. Bulcão e a representante do SESC - MA.

Na foto, professores e alunos de diversas escolas públicas de São Luís foram convidados a visitarem a Bienal Multicultural do Maranhão, durante o período da exposição, que foi porrrogada até 25/01/2000.








Nosso melhor presente comemorativo, que temos a honra de compartilhar com seus membros participantes amigos e parceiros culturais, é a Universidade Planetária do Futuro - Ano I e seus projetos, em nome da "Sinergia dos Tempos", entre o Passado, o Presente e o Futuro, nesse último ano da Primeira Década do Século, às vésperas do ano 2011, e o início da Segunda Década do Século XXI, rumo ao Futuro.

Na foto, a curadora da 1ª Bienal Multicultural - MA 99, Ana Félix Garjan, que fez a abertura solene e coquetal da exposição para mais de 300 convidados, entre artistas brasileiros, de outros países, autoridades, jornalistas e representantes de organizações culturais do estado e de outras cidades, no pátio histórico do Convento das Mercês, na cidade de São Luís - Maranhão, na data de 17 de setembro de 1999.

A programação artística contou com cantores maranhenses e com a apresentação de um grupo de Bumba-boi para a alegria contagiante dos convidados. Foi realizada uma festa com importante abertura, digna da inauguração da Bienal.

Neste ano de 2010, a cidade São Luís completou no dia 8 de setembro seus 398 de fundação. Por isso, a cultura, as artes, poetas e escritores serão homenageados pelos Grupos Artforum Brasil XXI e Universidade Planetária do Futuro, pois nossos laços já fazem parte da história cultural do Maranhão e do Brasil.




Há 11 anos nascia, oficialmente, as Bienais de Artes Visuais XXI – Artforum Brasil, através dos projetos idealizados e organizados pela pesquisadora em história da arte e artista plástica Ana Felix Garjan, que foi reconhecida, oficialmente, pela Câmera Municipal de São Luís como artista que contribuiu com a cultura da cidade ao desenvolver um projeto que homenagearia, em 1999, o Brasil 500 anos, na versão dos Grupos Artforum Brasil XXI e Artforum Internacional São Luís e Associados, antes das comemorações oficiais dos governos e organizações, a partir de abril de 2000.








Um dos cartazes dos 11 anos da Artforum Brasil
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Imagens dos folders, cartazes e fotos do acervo
cultural da Artforum Brasil XXI.

Durante o mês de setembro estaremos divulgando partes dos projetos das Bienais de Artes Visuais, que foram realizados pela Artforum Internacional São Luís e Associados - Universidade Federal do Maranhão, e pelos Grupos Artforum Brasil XXI.

Divulgaremos fotos, documentos, ofícios e reportangens em jornais relacionadas às Bienais de Artes Visuais XXI do Marahão, em homenagem aos mestres pintores, poetas e escritores consagrados, entre eles, Ferreira Gullar, que será homenageado de forma especial aqui na Universidade Planetária do Futuro, uma vez que neste ano de 2010 completou seus 90 anos.


Nosso compromisso com a cultura e a arte brasileira continuam, através dos projetos que estão sendo organizados e coordenados pela Artforum Barsil XXI. O futuro nos espera, bem como nós, dos Grupos Artforum Brasil XXI esperamos e confiamos nas nossas melhores inspirações: A arte da vida e a vida da arte.

Foi através do Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo", que as bases da Universidade Planetária do Futuro foram construídas, a partir do ano de 2001, tendo como perspectiva a cultura de paz, por um Novo Mundo Melhor. E todas a artes e expressões artísticas podem contribuir para o mundo melhor hoje - futuro que todos desejamos.

O projeto da "III Bienal de Artes Visuais - Artforum Brasil XXI" será aberta no final de setembro, como parte das nossas comemorações pelos 11 anos dos Grupos Artforum Brasil XX 11 anos.


Loreena McKennitt - Stolen Child


Brasil, 18 de setembro de 2010


Fundadores, Patronos e Consultores
Grupos Artforum Brasil XXI - 11 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano I


Presidente da U. P. F. : Ana Felix Garjan
Presidente Interina: Zélle Tupinambá Bittencourt
Vice - presidente: Arthur Jaak Wilfrid Bosmans

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Artforum Brasil XXI - 11 anos, de arte, cultura, ecologia e projetos culturais

Trajetória de arte, cultura, ecologia
projetos multiculturais e futuro.


Grupos Artforum Brasil XXI - 11 anos
Universidade Planetária do Futuro - Ano I

Brasil, 17 de setembro de 2010

O tempo conta. O Tempo encanta. A arte transforma.
Por Ana Felix Garjan, 17/09/2010


A história é mãe de todas as artes. E nós dos Grupos Artforum Brasil temos a honra de termos idealizado o Projeto Bienais de Artes Visuais XXI, que resultou na Primeira Bienal Multicultural do Maranhão 99, cujo projeto nasceu em 1998, inspirado na Expo 98, em Lisboa - Portugal, e antes, em1995, no Centenário da Bienal de Veneza - Itália, que foi aberta ao garnde público mundial, no período de junho a outubro de 1995.

Estive pessoalmente visitando esse acontecimento histórico mundial, e a partir de então idealizei o projeto Bienais de Artes Visuais XXI, que foi inaugurado na cidade de São Luís -MA, que estava em processo para ser elevada à categoria de Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO.

Nós, fundadores dos Grupos Artforum Brasil XXI temos satisfação de celebrar esses onze anos, através de sínteses, posters e fotos, que serão divulgados e compartilhados com seus diretores, coordenadores, amigos, artistas plásticos, poetas, escritores, amigos e participantes das redes sociais no Orkut, Ning, Multiply, hi5, Sonico, e outras redes culturais e profissionais onde tenho minha página em nome da Artforum Brasil XXI a da UNIFUTURO - Universidade Planetária do Futuro.

São onze anos de estudos roteiros metodológicos, programas e projetos culturais, que foram previstos no nosso Plano Artforum Brasil "Nossa Década 2001 - 2010", uam vez que nossos grupos tinham como foco, o desenvolvimento de roteiros e projetos que organizasem a Universidade de Artes, a Universidade Planetária do Futuro e a Cidade dos Poetas e Escritores, e esse projetos esrão em desenvolvimenro através dos mosso perfís no Orkut. E todos os projetos foram desenvolvidos através do Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo", que completa 12 anos, pois foi organizado em 1998, no âmbito da Universidade Federal do Maranhão e do Grupo Artforum Internacional São Luís e Associados.

Nesse final da primeira década do século XXI quando estamos nos aproxiando do ano 2011 quando se inicia a segunda décda do século XXI, temos grande honra de termos realizado diversos projetos e ventos, em nome dos Grupos Artforum Brasil XXI, através do Programa Universidade Aberta do Futuro "Telhados do Mundo", em homenagem ao pivos mais altos do Himalaia, onde fica o teto do mundo e do planeta.


OS GRUPOS ARTFORUM BRASIL XXI CELEBRAM 11 ANOS
DE ARTE, CULTURA, ECOLOGIA E PROJETOS MULTICULTURAIS


Primeira Bienal Multicultural do Maranhão 99
"Sinergia dos Tempos", para homenagera o Brasil 500 anos
- 5 Séculos de História, Cultura e Arte.
Foi realizada no período de 6 de setembro a dezembro de 1999,
tendo sido prorrogada até o dia 25 de janeiro de 2000.

A Primeira Bienal Multicultural do Maranhão foi idealizada por Ana Felix Garjan, que convidou promotores culturais, artistas plásticos e professores da Universidade Federal do Maranhão, para participarem do primeiro projeto "Bienais de Artes Visuais do Maranhão, Amazônia e Nordeste e artistas plásticos para formarem a comisssão de curadores, Ela foi considerada um marco cultural e artístico em São Luís - cidade que foi elevada ao patrimônio cultural da humanidade, em dezembro de 1977, pela UNESCO.

Essa bienal foi divulgada pela REVISTA PALAVRA, do dia 6 de setembro de 1999, que foi an época distribuida no Brasil e em Portugal.


A Revista Palavra tinha como idealizador e coordenador, o artista e escritor Ziraldo.


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Cartaz de março de 2007

Cartaz de 2003

Cartaz de 2007


Cartaz de 2009

Cartaz de janeiro de 2010:
Antologia em organização

Cartaz de janeiro de 2008

Neste mês de setembro de 2010, os Grupos Artforum Brasil XXI celebram onze anos de arte, cultura e projetos de desenvolvimento das artes e cultura, através do Projeto Bienais de Artes Visuais XXI - Artforum Brasil, cuja idealizadora Ana Felix Garjan se inspirou nas Bienais de Veneza, de São Paulo e na Bienal do Mercosul.

 A Bienal Multicultural do Maranhão foi realizada no período de 17 de setembro a dezembro de 1999, tendo sido prorrogada até o dia 25 de janeiro de 2000, ano das comemorações do Barsil 500 anos.


Cartaz da Artforum de 2006


Nesse mesmo ano de 1999, foi realizada no período de 5 de novembro de 1999 a 9 de janeiro de 2000 a II Bienal Mercosul, homenageando Julio Le Parc.

Brasil, 17 de setembro de 2010
Ana Felix Garjan
Presidente da Universidade do Futuro

Abertura do espaço da Universidade do Futuro. Brasil, 28/12/2009

Na política do mundo globalizado está dada a largada para uma nova cadeia de intenções, atitudes e hábitos, diante das questões graves apresentadas pelos diversos cientistas e governantes dos 192 países que estiveram no encontro da cúpula da COP15, em dezembro de 2009. A nova estratégia de superação da crise do planeta e do mundo está sendo chamada de Nova Revolução Verde, pois o mundo já consome mais do que a natureza produz. Caberá aos homens e mulheres dos países, culturas e etnias descobrirem novas formas e hábitos que contribuam com a sustentabilidade que se faz necessária e urgente. O ano de 2010 será o Ano Internacional da Biodiversidade, e será muito importante para fechar a Primeira Década do Século XXI. A partir da Segunda Década o mundo iniciará, de forma mais veloz, o seu encontro com o Ano de 2050, onde estarão as novas fórmulas científicas que poderão garantir o futuro da humanidade do Planeta Terra. Ele é um orbe que tem seus sistemas independentes dos sistemas do homem, mas o mundo precisa refletir sobre suas atitudes em relação à natureza, aos animais, às águas, aos sistemas vivos, e às grandes causas da nossa humanidade. Brasil, 28 de dezembro de 2009. Ana Felix Garjan - Idealizadora do projeto Universidade Planetária do Futuro e membro da comissão dos fundadores da sociedade cultural, sem fins lucrativos: Grupos ARTFORUM Brasil XXI, que organizou o Plano Nossa Década 2001 - 2010 e o Programa Universidade Aberta "Telhados do Mundo" .
Nossos sites principais: : http://www.artforumunifuturobrasil.org/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/ - http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html Cultura Humanista-Planetária por um mundo melhor.

Primeiro Documento Oficial da Universidade Planetária do Futuro

Aos vinte e três dias do mês de março do ano de 2010 - o último da Primeira Década do Século XXI foi realizado um Fórum – Conferência dos fundadores, diretores e consultores dos Grupos Artforum Brasil XXI e da Universidade Planetária do Futuro, após reuniões, roteiros metodológicos e projetos especiais registraram a organização da estrutura da Universidade Planetária do Futuro, considerando a primeira reunião realizada em dezembro de 2009. Foram aprovados artigos do documento filosófico da UNIFUTURO, para fins de sua institucionalização, em nome da História, da Filosofia, da Ciência e da Cultura Humanista-Planetária. ***ARTIGOS APROVADOS ***Artigo I - Que a ética humana, as filosofias, ciências, culturas, literaturas, linguagens e as tecnologias de todas as áreas e setores do mundo se voltem para a construção de novos projetos que contribuam para a construção de um novo mundo justo, pacífico e humanizado, nas próximas décadas, séculos e milênios. *** Artigo II - Que possamos contribuir com a justiça e a paz mundial, a partir de efetivas mudanças e da transformação da sociedade mundial e seus sistemas. Que sejam vivos e reais os Direitos e Deveres da Humanidade para com a Pessoa Humana, a Natureza, os Animais e o Planeta. Desejamos que sejam concretas as atitudes humanas e a solidariedade em prol de um mundo mais humanizado. ** Artigo III - Que os direitos humanos sejam respeitados em todos os países e territórios do mundo político e social. Que as Filosofias, Ciências, Culturas e Artes sejam conexões de justiça para os povos e cidades abandonadas do mundo. Que haja Justiça e Paz para as mulheres e seus filhos mortos/desaparecidos no Brasil e em todos os países. ***Artigo IV - Que todas as ciências, tecnologias, artes, linguagens estéticas, literatura e atitudes humanas contribuam para as mudanças que se fazem necessárias e urgentes, para a transformação da sociedade mundial. ***** Artigo V - Que as pessoas, grupos, comunidades, associações, organizações e instituições e governos cumpram com seus deveres e com seu papel transformador, no âmbito da sociedade onde estão inseridas. Que todo saber e conhecimento contribuam para o novo tempo do mundo, nesse início da segunda década do século XXI. ** Conclusão em síntese: Somos todos sementes da arte da humanidade da Terra, através da cultura, das ciências humanas, das ciências sociais e das tecnologias humanizadas, neste ano de 2010, e em nosso país, o Brasil que registra seus 510 anos de história, educação, cultura e literatura. *Somos semeadores do futuro e passageiros do amanhã. Que haja transformação das sociedades, em prol da Justiça e Paz da humanidade.*** Brasil, 23 de março de 2010 - Século XXI-Terceiro Milênio. Assinam este documento os Fundadores, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro. Brasil, 23 de março de 2010 - Último ano da 1ª Década do Século XXI.

Homenagens da Universidade Planetária do Futuro, em 2010

Nosso Tributo à África - seu povo e cultura; às Américas; aos cinco continentes, aos mares, oceanos, terras, povos do mundo, à diversidade cultural de hoje e do futuro. Homenagem ao Brasil - Cinco séculos de história, cultura e instituições oficiais. Homenagem aos representantes das etnias que formaram o povo brasileiro, e ao seu futuro. Homenagem aos grandes nomes da História, da Educação, da Cultura e Ciências, e das áreas do conhecimento científico desenvolvidos ao longo dos três milênios, nos séculos e décadas do mundo. Homenagem aos que lutaram e lutam pela Justiça e Paz Mundial em prol de um Mundo Melhor. Homenagem e reconhecimento às pessoas, grupos e organizações que trabalham pela Educação e Cultura Humanista - Planetária, em prol da nossa humanidade, da natureza e do planeta. Brasil, janeiro de 2010. Conselho Universitário, Diretores, Coordenadores e Consultores da Universidade Planetária do Futuro.

Universidade Planetária: Filosofias, Culturas e Ciências 2011.

*UNIVERSIDADE PLANETÁRIA DO FUTURO - Aos 25 dias de setembro de 2011 foi celebrado e divulgada e estrutura administrativa da Universidade Planetária do Futuro, para que ela possa atingir seus objetivos e missões. A presidência será formada por membros do Conselho Diretor , Coordenadores e Colaboradores. *Estrutura da Universidade Planetária do Futuro - UNIFUTURO: *Centro de Ciências Sociais *Centro de Pesquisa e Ciências do Meio Ambiente. *Departamento de Arte Educação. *Departamento de Comunicação, Divulgação Científica e Cultural. *Departamento de Projetos Especiais. *A Representação e divulgação da Unifuturo será desenvolvida através de sites, blogs e páginas em redes sociais *** Brasil, 25 de setembro de 2011. Bem-Vindos! Welcome! Bienvenidos!

Somos passageiros do futuro e trabalhamos pelo Mundo Melhor.

O "Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta", dos Grupos ArtForum Brasil XXI foi escrito em 2001, como resultado de fóruns e diálogos dos Grupos Artforum Renasissance vie Universelle, Artforum Mundi Planet, com grupos universitários e organizações de cultura e meio ambiente. Os fóruns foram coordenados por Ana Felix Garjan, que elaborou o texto - mantra do Manifesto Verde Pela Paz da Humanidade e do Planeta, em 2001. O manifesto inspirou a "Carta Magna" da Universidade Planetária do Futuro - 2ª Década do século XXI. *****Manifesto Verde pela Paz da Humanidade e do Planeta: http://www.cidadeartesdomundo.com.br/MV.html

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